O advogado Alexandre Romano, conhecido como Chambinho, foi solto na manhã deste sábado (17/10) em Curitiba e passará a responder em regime domiciliar a uma das investigações originadas da operação “lava jato”. Segundo o blog do jornalista Fausto Macedo, do jornal O Estado de S. Paulo, ele será monitorado por tornozeleira eletrônica por decisão da Justiça Federal em São Paulo.
Ex-vereador do PT em Americana (SP), Romano é suspeito de ter intermediado contratos milionários da Consist Software com o Ministério do Planejamento, para um sistema informatizado de gestão de empréstimos consignados a servidores federais. Em troca, segundo a Polícia Federal, a empresa ficou obrigada a lhe pagar uma “taxa”, distribuída por meio de diferentes canais para chegar depois ao PT “e outros agentes públicos ainda não identificados”.
O caso a princípio ficou nas mãos do juiz federal Sergio Fernando Moro, em Curitiba, até o Supremo Tribunal Federal considerar que desdobramentos da “lava jato” não devem necessariamente ficar sempre na mesma vara.
Em setembro, a maioria do Plenário determinou que os autos sobre supostas fraudes no Ministério do Planejamento tramitem na Justiça Federal em São Paulo, porque o primeiro critério para fixar a competência é o local onde ocorreu o delito com pena mais grave ou onde se praticou o maior número de infrações. Assim, o ministro Dias Toffoli entendeu que a análise sobre a prisão de Alexandre Romano também não seria mais do juiz Sergio Moro.
Ainda segundo o blog do jornalista Fausto Macedo, a defesa de Romano alegou que ele tem direito a prisão especial por ser advogado.


Essa é uma das excrescências que temos que sustentar nesse país, já para os réus agora é tudo maravilha, Moro é uma agulha no palheiro no atual judiciário , com o fatiamento as chances dos presos serem soltos é de quase 99%, como sempre foi.
Nosso país está assim por causa desses delinquentes. Quanto dinheiro faltou para saude? Quantas pessoas morreram? E os reflexos futuros para nosso País?
Importante que esse Magistrado venha estagiar com o Dr. Sérgio Moro.
É de causar indignação a postura do judiciário brasileiro frente às questões relevantes para o País. É público e notório que todas as vezes que o judiciário depara-se com demandas judiciais complexas, especialmente, quando as pessoas acusadas são poderosas e ricas criam-se factoides nos meios de comunicação, patrocinados pelos advogados de defesa e pseudos juristas, para influenciar o judiciário a tomar decisões equivocadas, e por incrível que pareça, as bravatas passam a ser tidas como verdadeiras, chegando ao cúmulo de servirem de argumento para anular os processos e tornar os acusados impunes. Com isso, agrava-se a sensação de impunidade, em geral, e a corrupção campeia, degradando o desenvolvimento econômico e as instituições democráticas do País. Por isso, é que, os que aqui trabalham honestamente e pagam tributos são chamados de otários.
Sempre foi assim aqui, prisão preventiva pra quem prejudica 200 milhões de pessoas aqui é ilegal.
Ia escrever algumas coisas mas deixa para lá.
De nada adianta.
Somos um país aparelhado, com estabilidade que garante aqueles que não deveriam estar garantidos, com uma economia em frangalhos, violência extrema, corrupção descontrolada e com o contribuinte, aquele que deveria ser bem servido por um Estado e um sistema voltados para si, perdido e atônito sem saber a quem recorrer ou o que fazer.
Este é o Brasil atual.
O fatiamento da Lava-Jato já começa a fornecer os seus frutos.
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Agora o réu irá se valer da penca de recursos disponibilizada por nossa legislação e ninguém poderá lhe tocar antes do mítico "trânsito em julgado", o qual obviamente jamais chegará antes da prescrição.
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É o começo do fim. O brasileiro correto fica indignado. O lobby do crime organizado se regozija. Os idiotas úteis aplaudem.
Moro não é nenhum Messias. Ganhou premiozinho das organizações Globo, com seus 50 anos de interesses golpistas. E não se pode tratar a prisão preventiva como antecipação da pena, ela tem seus pressupostos listados. Taí o dono do posto de gasolina, preso 6 meses, e no trânsito em julgado absolvido. Um absurdo ao Estado de Direito.
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