O presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, autorizou a liberação de 2.552 urnas eletrônicas para as eleições da Ordem dos Advogados do Brasil em todo o país. A inserção dos dados de candidatos e eleitores, além do treinamento de mesários, ficará a cargo dos tribunais regionais eleitorais. As seccionais da OAB deverão fornecer oficialmente as informações sobre candidatos e eleitores aptos a votar até 25 dias antes da votação.
Filho de quem?
O pré-candidato à presidência da seccional da OAB em São Paulo João Biazzo Filho e a OAB-SP travam uma disputa pública pela autoria, e pelo sucesso, de uma solicitação ao Tribunal de Justiça de São Paulo para que os magistrados fossem obrigados a receber os advogados. A contenda começou no dia do advogado (11/8), quando Biazzo e mais três advogados (Alexandre Soares da Silveira, Marcelo Feller e Waldemar Mariz de Oliveira Neto) fizeram uma solicitação à corte paulista. Já a OAB-SP havia feito pedidos semelhantes, solicitando o recebimento dos advogados por magistrados desde 2014, mas que vinham sendo negados. O certo é que a Corregedoria Geral da Justiça emitiu nota reforçando a obrigação de os julgadores receberem advogados e tanto Biazzo quanto a gestão da OAB-SP estão divulgado a decisão como uma vitória [Clique aqui para ler a decisão da Corregedoria].
Motivos eleitoreiros
O Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário da Bahia (Sintaj) disse que foi eleitoreira a representação da seccional da OAB na Bahia junto ao Ministério Público do estado contra a greve dos funcionários da Justiça. “Repudiamos a ação interposta pelo presidente da OAB-BA, já que essa medida tem objetivos meramente eleitoreiros, visto que esse ano ocorrerão as eleições da referida entidade. Uma ação dessa natureza não tem o menor objetivo do ponto de vista jurídico e prático, já que os servidores, de forma ordeira e extremamente responsável, estão ofertando à população tudo o que a lei lhes garante”, declarou a entidade por meio de nota. Após o pedido da OAB, o CNJ decidiu, nesta terça-feira (1º/9), que cabe à Justiça do Trabalho cortar o ponto dos grevistas.
Racha na situação
Por meio de um comunicado em seu perfil no Facebook, o presidente da seccional da OAB em Mato Grosso, Maurício Aude, anunciou que apoiará a vice-presidente da entidade, Cláudia Aquino, nas eleições deste ano. Já o advogado Flaviano Taques, que apoiou a eleição do atual mandatário, anunciou seu apoio à chapa do pré-candidato Leonardo Campos. Ele afirmou que a decisão de Aude prejudicará o grupo político que está atualmente no poder. As informações são do portal FolhaMax.
Razões pessoais
Em entrevista ao Circuito Mato Grosso, o atual presidente da seccional da OAB em Mato Grosso, Maurício Aude, afirmou que não sairá candidato na eleição deste ano por razões pessoais e pelo longo tempo de participação ativa na administração da entidade. Ele disse também que “o presidente da OAB não pode ter um candidato do coração”.
Oposição em MT
O pré-candidato oposicionista à presidência da seccional da OAB em Mato Grosso José Moreno afirmou que sua campanha será pautada em três pilares: valorização da classe, transparência na gestão administrativa e renovação de valores institucionais. Moreno ficou em segundo lugar nas eleições de 2012, com 2.027 votos. As informações são do Olhar Jurídico.

Dias Toffoli, urnas eletrônicas... E se quando sair o resultado da apuração dos votos der DILMA ROUSSEFF?
Concordo com o colega Wagner (Advogado Autônomo - Previdenciária). Dias Toffoli, urna eletrônica e OAB são certamente exemplos notórios de coisas e pessoas NÃO CONFIÁVEIS, e a soma de todos irá resultar obviamente em algo muito menos confiável ainda. Talvez seja um recorde mundial de coisas não confiáveis. Quanto à briga entre o candidato João Biazzo Filho e a OAB-SP, nada posso dizer sobre quem está com a razão já que não conheço os fatos, mas com absoluta certeza posso afirmar que se confirmadas as afirmações de João Biazzo Filho essa não será a primeira vez que o grupo que domina a Ordem adota tal mecanismo imoral, antiético, verdadeira "molecagem". Há alguns anos conclamei a OAB de todas as formas para que fosse resolvida a questão do detectores de metais em São José do Rio Preto, sem sucesso. Omissão total da Ordem. Entrei eu mesmo no CNJ, e quando o resultado veio o grupo que domina a OAB chamou para si o resultado, omitindo por completo o fato de que era eu quem tinha ingressado com o pedido e lutado pelo resultado. Há uma grande probabilidade de João Biazzo Filho estar com a razão.
Que cada um tire suas próprias conclusões. A integra do processo está disponível aqui: http://goo.gl/YhDXVM
Para facilitar: Os indeferimentos estão em fls. 17, 28 e 48; Nossa petição, a única que contém o pedido de edição do comunicado, em fls. 57-62; O deferimento vem logo em seguida.
A vitória, de fato, é da classe como um todo, entretanto, me espanta a atitude da atual gestão, pois, se não houve má-fé, ao menos ficou evidenciada a falta de zelo com que são acompanhadas as medidas que visam defender a advocacia.
A OAB/SP foi cientificada de todos os indeferimentos e nenhuma atitude tomou. Quando foi expedido o comunicado, correu para se vangloriar sem antes verificar os autos e o que teria dado causa a tão abrupta mudança de entendimento da Corregedoria-Geral.
Pouco importa de onde partiu o pedido. Importa muito, todavia, a falência da gestão atual que, se não age com deslealdade, presta um desserviço aos advogados, sequer conseguindo gerir o acompanhamento das parcas medidas que tenta tomar em favor da advocacia.
Realmente precisamos de renovação.
Urna eletrônica é um horror, repudiada por países de primeiro mundo, em razão da possibilidade de fraude. Agora a OAB se socorre desse instrumento odioso. É o fim !
Juntar DIAS TOFFOLI, URNA ELETRÔNICA e OAB, resulta num amálgama perigoso, explosivo e extremamente nocivo ao país, mas em especial devastador aos pobres advogados
-nesse contexto, excluam-se aqueles proprietários e co-proprietários da entidade, além dos amigos dos dois grupos.
Desconfiar de urnas eletrônicas é a coisa mais tosca. Denota uma desconfiança infundada, fruto da ignorância tecnológica com a mentalidade retrógrada. Coisa de cérebro doentio, daqueles que acreditam em Teorias da Conspiração... O voto é individual e a urna passou em todos os testes mais severos. Se houver fraude ela tem que ser aplicada noutro local e não nas urnas...
Desconfiar de urnas eletrônicas é a coisa mais tosca. Denota uma desconfiança infundada, fruto da ignorância tecnológica com a mentalidade retrógrada. Coisa de cérebro doentio, daqueles que acreditam em Teorias da Conspiração... O voto é individual e a urna passou em todos os testes mais severos. Se houver fraude ela tem que ser aplicada noutro local e não nas urnas...
Em que pese a enorme desconfiança em relação às urnas eletrônicas - a meu ver sem fundamento - a apuração fica rápida demais, retirando um certo charme e glamour que a apuração teria quando a eleição é feita com cédulas de papel.
De resto, tudo perfeito.
Em que pese a enorme desconfiança em relação às urnas eletrônicas - a meu ver sem fundamento - a apuração fica rápida demais, retirando um certo charme e glamour que a apuração teria quando a eleição é feita com cédulas de papel.
De resto, tudo perfeito.
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