Entregue nesta terça-feira (16/2) ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados pelo presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, o pedido de afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Casa ressalta que a decisão ocorreu por votação unânime dos representantes da advocacia.
“Como destacado nos debates realizados no seio da OAB, evidente é a gravidade dos fatos que chegaram ao conhecimento público e que vêm desgastando a imagem do referido parlamentar e a credibilidade institucional da Câmara dos Deputados, até mesmo por ser pouco recomendável que a tramitação de um processo dessa natureza, com acusações tão relevantes, ocorra em um órgão fracionário da instituição que permanece presidida pelo representado”, afirma o colegiado.
Clique aqui para ler o pedido.

Esse pedido da OAB é risível. Fazem o que condenam que outros façam... Vejam este comentário do link abaixo. Revista Veja:
http://veja.abril.com.br/ blog/reinaldo/geral/oab-resolve-escolher -com-quais-crimes-nao-condescende-e-pede -fora-cunha-e-dentro-dilma/
A forma partidária como a OAB trata a questão, escancaradamente em proteção ao PT, é uma vergonha para toda a classe.
A OAB bate exaustivamente na tecla "presunção de inocência". Por que então tal pedido em desfavor de seu inimigo Eduardo Cunha? Faz o que eu falo, não faz o que eu faço!
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista.Isso não passa de um jogo de cena da OAB, com medo do fim da última ditadura a escravidão contempoprânea da OAB, uma chaga social que envergonha o país. Como pode o cidadão ser eleito com menos de 81 votos entre quase 950.000 adv querer impor ordem na Câmara ? Que exemplo essa entidade pratica internamente que poderia servir de exemplo às demais entidades? Não tem eleições diretas, não tem transparência e não presta contas ao TCU? Não estou defendendo o Presidente da Câmara mas de acordo com a CF ninguém pode ser condenado sem a ampla defesa e o devido processo legal. È retaliação da OAB com medo da aprovação do PL nº 2159/2011 que visa extirpar caça-níqueis exame da OAB, cujo autor é o Presidente da Câmara.Vamos falar as verdades: Não é da alçada da OAB e de nenhum sindicato avaliar ninguém, isso é um abuso. Art. 209 da CF diz que compete ao poder público avaliar o ensino. OAB é uma entidade privada. Em face de erros grosseiros cometidos pela FGV no X caça-níqueis da OAB, o ex-Presidente da OAB-BA Saul Quadros pediu para o OAB aposentar o exame. Há 127 anos era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirar proveito econômico. A história se repete: O Exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, renegando pessoas a coisas. OAB depois do desabafo do então Presidente do TJDFT, Lécio Resendo:“Exame da OAB é uma exigência descabida. Restringe o direito de livre exercício cujo título universitário habilita”, dias depois, pasme, isentou desse exame os bels. em direito oriundos da Magistratura, do Min.Público e de Portugal. E com essas tenebrosas discriminações essa excrescência é constitucional¿ Fim urgente do caça-níqueis
Não vá o sapateiro além dos sapatos. Essa regra deveria ser observada pela OAB-FEDERAL. Não deveria se imiscuir em questões de alta política se não tem isenção. Isso porque no caso, sua intervenção nos faz inferir apoio ao PT e governo, pois se assim não fosse deveria manifestar-se publicamente a favor do impedimento de Dilma Vana. Mas não, agindo de forma insensata e estúpida formula pedido de afastamento do Presidente da Câmara. Pensei que essa nova diretoria fosse mais habilidosa que a anterior. Ledo engano.
A comparação com o fato de não ter a OAB se manifestado pelo afastamento da Presidenta da República não tem razoabilidade. São situações completamente distintas. O Presidente da Câmara enfrenta indícios de recebimento de propinas e da prática de graves crimes. Não há nada disso contra a Presidenta da República.
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Por outro lado, não parece fazer parte da missão constitucional e legal da OAB requerer o afastamento do Presidente da Câmara, diante da suposta prática de crimes e desvios os mais variados. Isso cabe ao Ministério Público que, por sinal, já o fez, faltando apenas deliberação do STF sobre o tema.
É difícil nessa quadra ter orgulho da OAB.
Resolveram se curvar ao partidarismo petista e não há limites para pararem.
Só por uma questão de isonomia deveriam pedir o afastamento dos demais, tal como Dilma et caterva!
E ficamos todos achincalhados pelo povo que nos identifica como "OAB".
OAB, tu me envergonhas!
Essa conduta da Oab não tem respaldo legal, se mostram favorável à cassação do presidente da câmara em virtude do projeto de Lei n. 2159/2011 apresentando por Efuardo Cunha que prevê o fim do exame de ordem. Embora ter sido aprovado no exame de ordem na primeira vez que fiz, dou totalmente contra esse absurdo. Virou uma máquina de fazer dinheiro esse exame é sempre que tem alguém que se posiciona contra é claramente perseguido pela cúpula da Oab.
E muito, contra a presidente da república
em relação à qual nenhuma manifestação se originou da OAB. Nesse sentido, e dentre muitos exemplos, destacam-se como mais relevantes apenas dois, por suficientes: o primeiro "legalmente" previsto e consumado para alijá-la do cargo: Crime de Responsabilidade Fiscal, comprovado, e outro de cunho ético, "não cogente" mas igualmente sério: Estelionato Eleitoral. Se pelo segundo " jamais pedirá para sair a presidente" , já que desprovida de reserva moral ou de caráter, ainda que em quantidades mínimas (está governando para 8% da população e se acha representante da população brasileira) então finquemo-nos, apenas, no primeiro exemplo, que independe da sua vontade (dela). Já no que toca a Cunha não há mais nada para se falar e nem como "classificá-lo" : É que" bandido é bandido", dispensa comentários e nada há de se esperar desse tipo de gente, exceto a própria bandidagem.
o presidente do conselho de ética deu entrevista dizendo que pedia socorro a OAB. A OAB, não a procuradoria, ou aos comentarista do Conjur. Gostem vocês ou não.
Preclaro [ serás que o és mesmo ? ] Procurador Federal; pois Procurador deve o sê-lo. Esqueçamos o passado " Nefasto " e " Sombrio " [ o que de fato não o podermos, pois em nossas memórias ficará enquanto vivos estivermos e para a História da Nação, o nosso" BRASIL " , lá estarão escritos eternamente ], de " Terrorista " que era por opção própria, pois lutava por seus " ditos " ideais e não se encontrava no poder. Porém e sempre há e haverá um porém em nossas vidas; a vida segue dia após dia, e as coisa mudam; como se diz: " AS COISAS AGORA SÃO OUTRAS "; portanto não nos esqueçamos de todas as " mazelas " que tem tanto feito com o " ESTAR NO PODER "; quer como " Ministro de Estado de Minas e Energia " [ o principal, o " Caso Refinaria de Pasadena ", um prejuízo eterno e irreparável para a Nação, que carece de tantos bens para si, seu desenvolvimento, para ser uma das potencias do/no mundo, e para com seus habitantes, dos benefícios de que tanto precisam e pagam por táis, dia após dia em forma de tributos; quer na compra de algum bem ou quer no pagamento de seus encargos sociais " IRPF ", " ISS ", " ICMS ", " ETC... ", pois a lista é extensa, e o Sr. por certo deve conhece-lá ] e principalmente no cargo de " Presidente da República ", sobejamente conhecidos e noticiados; Presidente de uma Nação chamada Brasil, tanto minha, quanto sua e de tantos outros brasileiros, assim como de tantos outros, estrangeiros que por aqui aportaram/aportam e ajudaram/ajudam a construí-lo e seus familiares. Pergunto para o Sr. George Rumiatto Santos como cidadão comum, não como profissional Procurador Federal, se sente verdadeiramente diante dos fatos; pois como diz o velho ditado " Contra fatos não há argumentos "?.
Pergunto para o Sr. George Rumiatto Santos como cidadão comum, não como profissional Procurador Federal, se sente verdadeiramente diante dos fatos [ " Mas como NÃO HÁ - I ? " ]; pois como diz o velho ditado " Contra fatos não há argumentos " ?.
Outrossim, como Procurador da República, o Sr. com certeza deve conhecer a terminologia " Crime de Lesa-Pátria ", não?; onde então no contexto dos fatos se posiciona ou se posicionaria ?.
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