OAB divulga lista das 139 faculdades recomendadas pela entidade

A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou nesta quarta-feira (13/1), durante a premiação da 5ª edição do Selo de Qualidade, a lista das 139 faculdades de Direito recomendadas pela entidade.

O selo é entregue a cada três anos e leva em consideração a aprovação de alunos no Exame de Ordem e o desempenho no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Segundo o presidente do Conselho Federal, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, os critérios de seleção são objetivos: ter ao menos 20 alunos participantes em três edições do Exame de Ordem, com peso 4 na avaliação, e também no Enade, com peso 1. As faculdades com nota acima de 7, em escala de 0 a 10, recebem o selo.

“O selo não vai contra faculdades que não o recebem, é, na verdade, um estímulo para que todas possam um dia recebê-lo. Não agrada à OAB ter apenas 139 cursos merecedores. Queremos que mais cursos possam chegar a esse padrão”, disse Marcus Vinicius. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Veja a lista das 139 faculdades de Direito recomendadas pela OAB:

ACRE
RIO BRANCO — UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE (UFAC)
ALAGOAS
MACEIÓ — UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL)
AMAPÁ
MACAPÁ — UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ (UNIFAP)
AMAZONAS
MANAUS — UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS (UEA)
MANAUS — UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS (UFAM)
BAHIA
CAMAÇARI — UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB)
FEIRA DE SANTANA — FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA (FAN)
FEIRA DE SANTANA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)
ILHÉUS — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ (UESC)
JUAZEIRO — UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB)
SALVADOR — FACULDADE BAIANA DE DIREITO E GESTÃO
SALVADOR — UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB)
SALVADOR — UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
SALVADOR — UNIVERSIDADE SALVADOR (UNIFACS) — CAMPUS IGUATEMI
VALENÇA — UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB)
VITÓRIA DA CONQUISTA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA (UESB)
CEARÁ
CRATO — UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI (URCA)
FORTALEZA — CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
FORTALEZA — FACULDADE FARIAS BRITO (FFB)
FORTALEZA — FACULDADE SETE DE SETEMBRO (FA7)
FORTALEZA — UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ (UFC)
SOBRAL — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO VALE DO ACARAÚ (UVA)
DISTRITO FEDERAL
BRASÍLIA — CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA (UNICEUB)
BRASÍLIA — CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL (UDF)
BRASÍLIA — FACULDADE PROCESSUS (PFD) — CAMPUS I
BRASÍLIA — UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UNB)
ESPÍRITO SANTO
VILA VELHA — UNIVERSIDADE VILA VELHA (UVV)
VITÓRIA — FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA (FDV)
VITÓRIA — FACULDADES INTEGRADAS ESPÍRITO SANTENSES (FAESA I)
VITÓRIA — UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (UFES)
GOIÁS
GOIÂNIA — UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS (UFG)
GOIÁS — UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS (UFG)
MARANHÃO
IMPERATRIZ — UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO (UFMA)
SÃO LUÍS — UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DOM BOSCO (UNDB)
SÃO LUÍS — UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO (UFMA)
MATO GROSSO
CÁCERES — UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO (UNEMAT)
CUIABÁ — UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO (UFMT)
MATO GROSSO DO SUL
CAMPO GRANDE — UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL (UFMS)
DOURADOS — FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS (UFGD – FADIR)
DOURADOS — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL (UEMS)
NAVIRAÍ — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL (UEMS)
MINAS GERAIS
BELO HORIZONTE — CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA (NEWTON PAIVA)
BELO HORIZONTE — ESCOLA SUPERIOR DOM HELDER CÂMARA (ESDHC)
BELO HORIZONTE — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC MINAS) — UNIDADE PRAÇA DA LIBERDADE
BELO HORIZONTE — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC MINAS) — CAMPUS CORAÇÃO EUCARÍSTICO
BELO HORIZONTE — UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) — CAMPUS DIREITO
BELO HORIZONTE — UNIVERSIDADE FUMEC (FUMEC)
FRUTAL — UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS (UEMG)
JUIZ DE FORA — FACULDADE METODISTA GRANBERY (FMG)
JUIZ DE FORA — FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR (FIVJ)
JUIZ DE FORA — UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA (UFJF)
LAVRAS — CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS (UNILAVRAS)
MONTES CLAROS — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS (UNIMONTES)
NOVA LIMA — FACULDADE DE DIREITO MILTON CAMPOS (FDMC)
OURO PRETO — UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO (UFOP)
PATOS DE MINAS — CENTRO UNIVERSITÁRIO DE PATOS DE MINAS (UNIPAM)
PADRE LEOPOLDO — FACULDADE DE DIREITO DE PEDRO LEOPOLDO (FADIPEL)
PONTE NOVA — FACULDADE DINÂMICA DO VALE DO PIRANGA (FADIP)
UBERLÂNDIA — ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO, MARKETING E COMUNICAÇÃO DE UBERLÂNDIA (ESAMC DE UBERLÂNDIA)
UBERLÂNDIA — UNIVERSIDADE DE UBERABA (UNIUBE) — CAMPUS DIREITO/ADMINISTRAÇÃO
UBERLÂNDIA — UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA (UFU)
VIÇOSA — FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (UFV)
PARÁ
BELÉM — CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ (CESUPA)
BELÉM — UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)
MARABÁ — UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)
SANTARÉM — UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ (UFOPA)
PARAÍBA
CAMPINA GRANDE — UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA (UEPB)
JOÃO PESSOA — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB)
JOÃO PESSOA — UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB) —CAMPUS I – JOÃO PESSOA
SOUSA — UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE (UFCG)
PARANÁ
ARAPONGAS — UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ (UNOPAR)
CASCAVEL — FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE CASCAVEL (UNIVEL)
CURITIBA — CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA (UNICURITIBA)
CURITIBA — CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO DO PARANÁ (FAE)
CURITIBA — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ (PUC-PR)
CURITIBA — UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
CURITIBA — UNIVERSIDADE POSITIVO (UP)
JACAREZINHO — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ (UENP)
LONDRINA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL)
MARECHAL CÂNDIDO RONDON — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ (UNIOESTE)
MARINGÁ — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)
PONTA GROSSA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA (UEPG)
PERNAMBUCO
RECIFE — FACULDADE DAMAS DA INSTRUÇÃO CRISTÃ (FADIC)
RECIFE — UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO (UNICAP)
RECIFE — UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)
PIAUÍ
TERESINA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ (UESPI)
TERESINA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ (UESPI) — CAMPUS CLÓVIS MOURA
TERESINA — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ (UESPI) — CAMPUS POETA TORQUATO  NETO
TERESINA — UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ (UFPI)
TERESINA — INSTITUTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS PROFESSOR CAMILLO FILHO
RIO DE JANEIRO
MACAÉ — UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF)
NITERÓI — UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF)
RIO DE JANEIRO — ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO (FGV)
RIO DE JANEIRO — FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS (IBMEC)
RIO DE JANEIRO — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO (PUC-RIO)
RIO DE JANEIRO — UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UERJ)
RIO DE JANEIRO — UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO)
RIO DE JANEIRO — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ)
RIO GRANDE DO NORTE
CAICÓ — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
MOSSORÓ — UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE (UERN)
NATAL — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
RIO GRANDE DO SUL
BAGÉ — UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA (URCAMP)
PASSO FUNDO — UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO (UPF)
PELOTAS — UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPEL)
PORTO ALEGRE — ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO (ESMP/FMP)
PORTO ALEGRE — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS)
RIO GRANDE — UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE (FURG)
SANTA CRUZ DO SUL — FACULDADE DOM ALBERTO (FDA)
SANTA MARIA — UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (UFSM)
RONDÔNIA
CACOAL — FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA (UNIR)
PORTO VELHO — FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA (UNIR)
SANTA CATARINA
BLUMENAU — UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU (FURB)
FLORIANÓPOLIS — COMPLEXO DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA (CESUSC)
FLORIANÓPOLIS — UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC)
JOINVILLE — UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE (UNIVILLE)
ORLEANS — CENTRO UNIVERSITÁRIO BARRIGA VERDE (UNIBAVE)
TUBARÃO — UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA (UNISUL)
XANXERÊ — UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA (UNOESC)
SÃO PAULO
CAMPINAS — FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS (FACAMP)
CAMPINAS — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS (PUC-CAMPINAS)
CAMPINAS — UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE)
FRANCA — FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA (FDF)
FRANCA — UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO (UNESP)
PRESIDENTE PRUDENTE — CENTRO UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO EUFRÁSIO DE TOLEDO DE PRESIDENTE PRUDENTE (FIAETPP)
RIBEIRÃO PRETO — CENTRO UNIVERSITÁRIO UNISEB
RIBEIRÃO PRETO — UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO (UNAERP)
RIBEIRÃO PRETO — UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
SANTOS — ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO, MARKETING E COMUNICAÇÃO DE SANTOS (ESAMCS)
SANTOS — UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS (UNISANTOS)
SÃO BERNARDO DO CAMPO — FACULDADE DE DIREITO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO (FDSBC)
SÃO PAULO — ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO (DIREITO GV)
SÃO PAULO — FACULDADE DE DIREITO PROFESSOR DAMÁSIO DE JESUS (FDDJ)
SÃO PAULO — PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA (PUC)
SÃO PAULO — UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
SÃO PAULO — UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE (MACKENZIE)
SÃO PAULO — UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU (USJT) — UNIDADE BUTANTÃ
SÃO PAULO — UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU (USJT) — UNIDADE MOOCA
SERGIPE
SÃO CRISTÓVÃO — UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE (UFS)
TOCANTINS
PALMAS — FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS (UF)
Fernando José Gonçalves disse:
13 de janeiro de 2016 às 15:11

Às que não conseguiram o "SELO" é só passar na agência do correio mais próxima e adquirir à vontade.

Julio Campos. disse:
13 de janeiro de 2016 às 15:50

As outras mil continuarão funcionando normalmente. OAB omissa, só aplicando medidas pontuais e ineficazes.

Ciro C. disse:
13 de janeiro de 2016 às 16:05

Este 'SELO" é irrelevante.
Aliás, se perguntar em uma sala de aula quantos alunos querem ser advogados e quantos querem passar em um concurso (qualquer um. Nível médio, fundamental ou alfabetizado). Talvez um ou dois optem por ser advogados. O resto está "andando" para a OAB.

Luiz Gustavo Marques disse:
13 de janeiro de 2016 às 16:27

Minha faculdade não está entre as recomendadas. Como devo proceder? Devolvo o diploma? Peço reembolso da especialização e Mestrado cursados e concluídos, porque eles admitiram alguém em seus quadros que não possui selo de qualidade OAB? Os processos que atuei são nulos?
Quer saber de uma coisa OAB: vai cuidar da classe (que está em frangalhos, de quatro perante o Poder Judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público por exemplo) que vocês ganham mais.
E para finalizar, OAB, nós, advogados sérios, não lhe damos selo de qualidade por sua atuação.

Julio Campos. disse:
13 de janeiro de 2016 às 16:37

Certeiro em seu comentário.
Os advogados que labutam todos os dias por baixos salários, usurpação de todo e qualquer direito trabalhista, além de outros inúmeros problemas não reconhecem na OAB um órgão representativo.

Wagner Göpfert disse:
13 de janeiro de 2016 às 18:30

Soma-se doi e dois e faz-se um fato político. Grande coisa. É realmente esta a forma da OAB contribuir para melhoria do ensino jurídico no país? Lamentável! o marqueting barato só convence os incautos e os que se lixam para essas questões.

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
13 de janeiro de 2016 às 20:53

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Esse selo da vergonha da OAB não passa de um jogo de cena dos mercenários da OAB para continuarem chuchando as tetas dos seus escravos contemporâneos. Isso é vergonhoso uma entidade usurpar papel do Estado (MEC) para impor suas vontades. Vamos parar de pregar o medo o terror e a mentira. Não é preciso ser operador do direito para saber que não é da alçada da OAB e de nenhum sindicato legislar sobre exercício profissional; não tem poder de regulamentar leis, nem avaliar ninguém. Em que artigo da Constituição tem essa entidade amparo para emitir tal selo da vergonha? Não é por que a violência do trânsito está aumentando que o Presidente da OAB e seus conselheiros doravante irão parar o seu carro para exigir teste de bafômetro. Isso é papel dos agentes do trânsito. Da mesma forma que não é papel da OAB avaliar ninguém isso é papel do Estado MEC Justifico isso com argumentos jurídicos. Qual¿ Leia-se Art.209 da CF diz que compete ao poder público avaliar o enisno. OAB segundo o ex-Presidente do STF Joaquim Barbosa é uma entidade privada. Ela muda de cor de acordo a conveniência para não prestar contas ao TCU. Não é da alçada da OAB e de nenhum sindicato avaliar ninguém. A Lei nº 10.861, de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Sinaes, não possui nenhum dispositivo permitindo a interferência das corporações no processo avaliativo, este da competência exclusiva do MEC para as IES que integram o sistema federal de ensino.Parem de pregar o medo, o terror e mentira. (Principais armas dos tiranos).Há vinte anos OAB vem se aproveitando dos governos corruptos para impor essa excrecência.Vendem-se dificuldades para colher facilidade$$, triturando sonhos e diplomas.Até quando ?

Alppim disse:
14 de janeiro de 2016 às 05:09

Conheço faculdade da lista cujos 90% formandos não sabem fazer o "ó" com o copo.

Alppim disse:
14 de janeiro de 2016 às 05:09

Conheço faculdade da lista cujos 90% formandos não sabem fazer o "ó" com o copo.

TOD Abdalla disse:
14 de janeiro de 2016 às 06:41

Isso é um tiro no pé

Gabriel Cabral Parente Bezerra disse:
14 de janeiro de 2016 às 07:21

Corro o risco de acabar fazendo o papel de orgulhoso junto a colegas, no entanto fiquei mais incomodado do que talvez devia com esta reportagem. Porquanto, irei comentar para incentivar o debate e estabelecer o contraditório.

A discricionariedade e arbitrariedade de avaliação e emissão do selo é da OAB. Ok, esse tópico não se discute. Mas qual é exatamente o critério de avaliação? Qual é a ponderação e o julgamento da OAB em laurear estas instituições? Os números frios do índice de sucesso no Exame de Ordem?

Vejamos um exemplo real que posso exemplificar, oportuno ao caso. Resido e fui domiciliado a vida inteira em Brasília. Uma das instituições premiadas com tal honraria no DF é famosa por ser, sendo franco e direto, ruim. Não irei nominá-la aqui por segurança, mas qualquer um que tenha vivência em Brasília saberá qual instituição estou me referindo. Não posso afirmar em minha honra a veracidade destes boatos já que não estudei lá, porém, esses rumores são antigos, e persistem ao longo do tempo. Isso por si só faz com que os alunos naturalmente se afastem da faculdade.

É uma faculdade pequena, com a estrutura aparentemente decadente e corpo docente com rotatividade elevada. Como, então, ela conseguiu tal selo de qualidade por parte da Ordem que supostamente pretende orientar o ensino jurídico, manifestado em milhares de palestras e artigos que se reportam à qualidade jurídica média e do ensino jurídico no país? É incoerente, não faz sentido.

Gabriel Cabral Parente Bezerra disse:
14 de janeiro de 2016 às 07:23

Rezam os rumores que a referida não passa de um cursinho preparatório para a OAB desde o 1° semestre. Se isso for verdade, não posso deixar de refletir o quanto isso se deve em detrimento de um ensino jurídico apropriado. Ora, reflitamos por um momento: Se a faculdade sabe certeiramente por qual parâmetro ela será analisada, basta focar naquele ponto em específico, ainda que às custas de todo o resto, e mesmo assim ela se sairá bem.

Não me parece a melhor maneira de fiscalizar o ensino jurídico do país. Com toda a sinceridade, não me importo que haja um excesso de faculdades de Direito, ou de qualquer curso que seja, Medicina, Engenharia, etc. É apenas natural que um curso seja mais visado que o restante, dependendo das circunstâncias do país. Um exemplo: Nos EUA, onde o Estado é mínimo, é natural que o curso mais visado seja o de Administração de empresas, afinal, é a iniciativa privada a engrenagem que avança o país. É apenas natural que as pessoas queiram fazer parte disso tudo. No Brasil, que parece ser mais socialista que a União Soviética jamais foi, aonde o Estado está em todo o lugar, é o intermediário para tudo, e a Constituição, com suas garantias infinitas e sua burocracia compulsória, abrange todas os aspectos possíveis na vida de um indivíduo, as pessoas naturalmente irão querer ter o conhecimento para lidar com tudo isso.
É a lei da oferta e procura. Normal.

Gabriel Cabral Parente Bezerra disse:
14 de janeiro de 2016 às 07:24

O problema, a meu ver, é diluir o mercado com porcaria. Ora, senhores, a meritocracia, não obstante deva ser sempre perseguida, é um fenômeno praticamente utópico. Em outras palavras, simplesmente ser o melhor e mais bem preparado advogado do mercado não significa muita coisa, em termos concretos. Uma hipótese exagerada apenas para efeito de exemplo, mas não acho impossível que um cliente deixe de ir a um escritório X somente porque o escritório Y é mais perto de onde ele se encontra. Ou seja, o cliente médio (frisando o termo “médio”) não costuma levar em consideração a expertise técnica do advogado. Ele simplesmente vai lá e contrata, às vezes apenas por que ouviu falar dele por indicação de algum conhecido. Isso basta na maioria dos casos. Ora, então qual é o estímulo para o profissional estudar, praticar e se preparar de maneira geral cada vez mais se a tendência é que isso não se reverterá em resultado nenhum?

Particularmente, é isso que me irrita. E ainda não paramos pra considerar a saúde do Direito como um todo.

Ao laurear faculdades que exatamente contribuem para esse tipo de atitude esvazia o discurso da OAB. Uma coisa é a postura do MEC, que possui a palavra final na abertura de cursos. Ok, podemos criticar a imperícia do MEC e suspeitar as razões pela qual a razão dessa postura subsiste, sendo ela claramente danosa ao país, especialmente a longo prazo. Outra coisa muito diferente é a entidade diretamente afetada endossar essa postura pela sua própria via.

Lamentável.

Fernando José Gonçalves disse:
14 de janeiro de 2016 às 11:04

Não é bem assim colega. A OAB não é uma simples entidade de classe; é uma AUTARQUIA FEDERAL com características próprias. Outra coisa: esse SELO também não é uma chancela oficial de qualidade e nem pretende usurpar a atividade do MEC (se é que o MEC tem alguma) no sentido de fiscalizar as faculdades mas tão somente evidencia a constatação empírica na verificação do índice de aprovação dos candidatos e suas respectivas faculdades. Não cabe a OAB decidir, em síntese, se esta ou aquela "fábrica de alunos" deveria ou não existir, mas apenas alertar aos incautos sobre a sua existência. Por fim, GRAÇAS A DEUS que temos uma entidade que, contra tudo e contra todos, ainda mantém o seu exame como requisito básico ao postulante da carteira de advogado (as demais entidades profissionais -todas elas- deveriam fazer o mesmo) evitando ou reduzindo o número de picaretas, engenheiros, médicos, contadores, etc. etc. Não sou favorável a quase nada que emana da OAB, nem tenho procuração (nem quero ter) para defendê-la, mas o faço por conta e risco e tão somente nesse ponto: O NECESSÁRIO, INDISPENSÁVEL, SALUTAR E EXEMPLAR método de triagem do "joio e do trigo". Aos que exorcizam o exame, dou uma sugestão: estudem um pouco mais, se esforcem um pouco mais e critiquem um pouco menos. Qdo. advogados habilitados, defenderão a mesma bandeira, não por questões outras "menores", mas apenas para orgulhar-se com a constante preocupação de valorização da classe, ao menos no que tange a qualidade profissional mínima, exigida dos seus integrantes.

E.T. Acho estranhíssimo alguns bacharéis opinantes referirem-se a possuir pós graduação e mestrado, sem ter conseguido sequer passar num simples exame da OAB. (se bem que n/se sabe onde esses pós graduados se "pós graduaram"). Sds.

Eli Martins disse:
14 de janeiro de 2016 às 11:48

Esse rol das universidades aprovadas pela OAB empurra os advogados que ser formaram em outras instituições para a marginalização, pois dificulta a colocação no mercado de trabalho ou quando contratados têm que se submeterem a salários irrisórios, desvalorizando ainda mais a profissão. A OAB esquece que só advoga quem é aprovado no exame exigido por ela, logo se o bacharel foi aprovado, tendo se formado na universidade "x" ou "y", presume-se apto a exercer a profissão. Ademais, há alguns anos atrás não existia a infinidade de instituições que existem hoje e quem conseguia cursar qualquer uma já era motivo de orgulho para todos, assim porque discriminar essas pessoas agora. Conhecimento se adquire dia após dia e não apenas nos bancos das universidades. Sou favorável que sejam criadas regras para a submissão dos profissionais a exames periódicos/ reciclagem e não apenas pela OAB mas para médicos, engenheiros e outros.

Luiz Gustavo Marques disse:
14 de janeiro de 2016 às 13:04

Quem aqui disse que cursou especialização e mestrado sem ter passado na OAB.
Acho meio difícil isso!!!

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
14 de janeiro de 2016 às 19:52

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista.Nobre causídico Dr. Fernando respeito o seu ponto de vista porém discordo totalmente. Agradeço pela sua postura e educação, sem ofensas ou golpes baixos. Minha preocupação maior é respeitar o primado do trabalho, a Constituição a Declaração Universal dos Direitos Humanos, enfim abolir de vez a última ditadura a escravidão contemporânea da OAB. Há vinte anos OAB, vem se aproveitando da omissão, fraqueza e irresponsabilidade dos nossos governantes.
Assim como no passado a elite predatória não aceitava o fim da escravidão se utilizando dos mais rasos e nefastos argumentos, tipo: Sem a escravidão, os ex-escravos ficariam fora de controle, roubando, estuprando, matando e provocando o caos generalizado”.
Hoje essa mesma elite não aceita o fim da escravidão contemporânea da OAB, o fim do caça – níqueis Exame de Ordem plantando o medo o terror e a mentira.Não é porque a violência lá fora está pipocando (risco iminente) que OAB irá criar sua polícia.Isso é papel do Estado e não de conselho de fiscalização.O fim dessa excrescência, (Exame da OAB), significa: mais emprego, mais renda, mais cidadania e acima de tudo maior respeito à Declaração Universal dos Direitos Humanos, um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinado em 1948. Nela estão enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Está previsto Artigo XXIII -1 -Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, à justas e favoráveis condições de trabalho e à proteção contra o desemprego.Se para ser ministro do Eg STF não precisa ser adv; se para ocupar vagas nos Tribunais Superiores OAB se utiliza de listas de apadrinhados via Quinto dos apadrinhados)? Por quê para ser adv.o bel. tem que submeter a esse terrorismo?

Ricardodireito disse:
15 de janeiro de 2016 às 09:16

Absurdo esta lista. Já que a OAB quer dar pitaco com relação à qualidade das universidades, tornando sua posição pública acharia muito bom acabar com o exame da ordem, afinal se somente estas instituições são boas isto deve ser amplamente divulgado para que os clientes só procurem profissionais que estudaram em tais universidades.
90% do bom profissional do direito se dá com a transpiração pessoal de cada um com relação aos estudos, a universidade e os mestres dão o caminho apenas.

Lamentável OAB!!!!!

Fernando José Gonçalves disse:
15 de janeiro de 2016 às 12:24

E eu igualmente respeito as opiniões de todos os que aqui se expressaram.Quanto a indagação do Dr. Luiz, não sei se nesta matéria em específico, mas houve um ou dois bacharéis reclamando e inclusive perguntando "quem lhes devolveria o dinheiro pelos cursos de pós e mestrado realizados sem que, ainda assim, tenham conseguido passar no exame da OAB". No que tange a opinião do Colega, Dr.Vasco Vasconcelos, referindo-se a abolição da ditadura e escravidão atentatórias a Declaração Univ.dos Direitos Humanos, etc., lembro-me de já ter lido exatamente isso de comentários seus em matérias análogas neste sítio. No que toca a essa "suposta escravidão" imposta pela OAB (como afirma), desculpe-me discordar. Não vejo dessa forma. Temos que ter em mente que outras profissões, por exemplo, agem mais ou menos da mesma forma. Tomemos por exemplo os médicos que, nada obstante já formados, devem trabalhar por 2 anos em regime de residência onde lhes são vetados certos procedimentos clínicos/cirúrgicos, exceto se na presença e sob a supervisão de outro profissional mais antigo. Seria da mesma forma uma ditadura do CRM ou uma escravidão ainda não abolida? Um engenheiro aeronáutico que está impedido de assinar "sozinho" um projeto, antes de cumprida a fase de 1 ano após formado também é mais um exemplo de escravidão a ferir de morte os Dir. Humanos? Não, claro que não. Até por que, em face de um"direito individual"supostamente violado, no mais das vezes deve-se proteger igualmente o "direito coletivo", no caso dos advogados o de ser assistido por alguém que entenda o que esteja fazendo e "entender o que se está fazendo" n/significa apenas e tão somente empunhar um diploma estéril no lugar do conhecimento, nem uma caneta sem saber o que vai com ela escrever. SDS.

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
16 de janeiro de 2016 às 01:07

Por vasco Vasconcelos,escritor e jurista.
O nobre causídico foi muito feliz ao explicitar a importância da residência médica.Isso sim é qualificação profissional.Só o exemplo é fonte da verdadeira inspiração.Creio que seria de bom alvitre substituir o famigerado caça-níquies exame da OAB por RESIDÊNCIA JURÍDICA.Concordo plenamente com o Senhor.Mas OAB não tem interese, só tem olhos p/bolsos dos seus escravos.Quanto maior reprovação maior o faturamento.Não é verdade que abolindo a escravidão contemporânea ela lucraria muito mais com o ingresso desses operadores em seus quadros. Há seccionais que o número de inadimplentes com anuidades se aproxima de qase 30%. No caça-níqueis o cidadão desempregado é obrigado a pagar altas taxas. Os resultados do número de adv.votantes nas últimas eleições da OAB não me deixam mentir. OAB não pode insistir num exame excludente como esse. A missão da OAB está em defender a CF, os direitos humanos e justiça social. Nenhum jornal nacional até hoje teve a coragem de fazer uma reportagem séria para revelar os prejuízos incomensuráveis que o caça-níqueis da OAB vem causando ao país e qual o destino dos quase R$ 1,0 Bilhão que OAB faturou nos últimos vinte anos, sem computar os seus satélites (cursinhos, livrarias). Concordo com a Residência Jurídica JÁ. Se a preocupação da OAB é colocar no mercado profissionais gabaritados, com experiência forense, creio que essa é a melhor solução.Senhores Deputados Federais e Senadores da República, Senhor Procurador Geral da República, existem alternativas inteligentes e humanitárias: tipo estágio supervisionado e/ou residência jurídica.
Aprendi na terra do meu saudoso conterrâneo Ruy Barbosa, que “A bove majore discit arare minor” (O boi mais velho ensina o mais novo a arar).

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