Nos últimos anos, aumentou o interesse dos escritórios de advocacia pelas mídias sociais. Entretanto, ainda há receio de advogados porque o Provimento 94/2000 e o Código de Ética da OAB deixam bem claro que qualquer serviço relacionado a propaganda e publicidade deve ser feito “com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em conjunto com outra finalidade”.
Mas nos dias de hoje é possível ficar fora das mídias sociais? A resposta é não. Além disso, as regras mencionadas não vedam esse tipo de exposição.
Os mais conservadores, acostumados com a mídia impressa (revistas e jornais), geralmente são contra o uso de redes sociais. Consideram-nas perda de tempo. Mas é preciso olhar para o futuro e imaginar o escritório daqui a 10 ou 20 anos lidando com os hoje jovens empreendedores e possíveis clientes.
Sim, a safra de futuros empreendedores é uma geração antenada e muito conectada, que utiliza as mídias sociais para fazer negócios e encontrar informações de novos parceiros. Então, o jeito é se adequar e colocar essa plataforma como parte da estratégia de se tornar visível para os clientes.
Ter boa presença nas mídias sociais é fundamental para qualquer negócio ou empreendedor. Elas são muito importantes para promover sua marca ou mesmo ampliar e movimentar sua rede de contatos. Há diversos relatos de escritórios que foram contatados por clientes em potencial via essas redes.
Os grandes escritórios perceberam esse movimento e estão marcando presença. O TozziniFreire Advogados, por exemplo, já tem mais de 16 mil seguidores. A forma de trabalhar é simples. Os advogados aproveitam essa plataforma para disseminar conteúdo em que o escritório foi fonte na imprensa. Outros escritórios também fazem o mesmo e ainda compartilham informações como participações em eventos e prêmios nacionais e internacionais conquistados.

Estar presente nas mídias sociais facilita as relações entre as empresas e os usuários e, principalmente, quebra barreiras físicas e culturais. Mas não basta estar lá. É preciso saber utilizar essas ferramentas e otimizá-las para seus objetivos.
Uma boa assessoria de imprensa pode ajudá-lo nessa tarefa. A seleção de notícias e a frequência das publicações é algo a se adequar aos objetivos do escritório. Assim como a linguagem a ser adotada, já que cada rede social tem suas regras e limitações.
E onde aparecer e interagir? Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter, Medium, Tumblr, Youbube, Google+ e assim por diante são redes que têm, cada uma, seu perfil e sua demanda de trabalho. Não faltam plataformas, e cada é uma voltada para um público e para um objetivo.
Vamos falar das mídias com maior apelo empresarial: LinkedIn, Facebook e, se bem usado, Twitter.
O Facebook é conhecido por ser a maior rede social do mundo, com 1,5 bilhão de usuários. É muito usado para compartilhamento de diversas informações e por grandes marcas para fazer campanhas institucionais e de vendas. No artigo "Como o Facebook pode promover seu escritório de advocacia?", Ricardo Orsini dá o caminho das pedras: (http://www.arquivodireito.com.br/facebook-pode-promover-seu-escritorio-de-advocacia/).
O Twitter tem quase 290 milhões de usuários no mundo. Somente no Brasil são 41,2 milhões de internautas postando textos, links, imagens e vídeos com até 140 caracteres. Se bem usada, é uma boa plataforma para compartilhamento de conteúdo relevante e direcionamento de seguidores para o site do escritório.
O LinkedIn é a mídia social queridinha de quem quer fazer networking e manter contato com pessoas relevantes do mercado sem precisar ser oficialmente apresentado. São 400 milhões de usuários, sendo mais de 20 milhões só no Brasil.


As observações tecidas pela profissional chamam nossa atenção para um novo mercado, o qual tem como influência direta a sociedade da informação.
Muitos advogados ainda resistem ao apelo da tecnologia, o que é ruim para a categoria. No entanto, precisamos tratar as novas tecnologias com cuidado e atenção, pois embora sejam nossas aliadas no aspecto comercial, também podem tornar-se nossas piores inimigas, principalmente quando falamos de segurança jurídica nas ações judiciais. Parabéns pelo texto.
As observações tecidas pela profissional chamam nossa atenção para um novo mercado, o qual tem como influência direta a sociedade da informação.
Muitos advogados ainda resistem ao apelo da tecnologia, o que é ruim para a categoria. No entanto, precisamos tratar as novas tecnologias com cuidado e atenção, pois embora sejam nossas aliadas no aspecto comercial, também podem tornar-se nossas piores inimigas, principalmente quando falamos de segurança jurídica nas ações judiciais. Parabéns pelo texto.
Uma corja de políticos corruptos contratando um mesmo escritório de advocacia. Infalível. A partir daí a banca será lembrada pelo resto da vida; vai faturar muito e ainda será homenageada pelos "malfeitos" á sociedade (que pagará os honorários dos seus representados até com certo prazer e admiração) além de carrear muito dinheiro sujo para o caixa da banca. Nem é preciso ser efetivamente bom. Basta ser lembrado pelos páreas engravatados e por eles ser indicado e contratado. Nesse contexto, e a partir dele, terá início uma jornada nas estrelas onde o céu é o limite. Ninguém melhor do que um político para dar o mesmo dinheiro fácil, roubado, a um escritório de advocacia, em troca muitas vezes apenas de boas amizades nas passarelas ornamentadas com tapete vermelho.
.... dos seus representantes e não representados.
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