OAB deve liderar advocacia mundial, diz conselho espanhol

Ao reunir-se com a diretoria do Conselho-Geral da Advocacia Espanhola nesta terça-feira (19/1), o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ouviu do colega espanhol Carlos Carnicer que “a OAB deve liderar a advocacia no mundo, porque é a entidade que melhor defende os direitos dos cidadãos e, portanto, dos advogados”.

No encontro, as entidades acertaram iniciativas para proteção das garantias fundamentais para a preservação do Estado de Direito. A OAB também entregou o Prêmio Raymundo Faoro de Mérito da Advocacia à entidade espanhola.

Julio Campos. disse:
19 de janeiro de 2016 às 16:42

A grande massa de advogados prestando desesperadamente qualquer concurso público, até de nível fundamental, é sinal de uma boa defesa dos advogados pela OAB?

Bruno César Cunha disse:
19 de janeiro de 2016 às 17:40

Pior do que deixar os advogados jogados às traças, é essa mentira que propagam ao redor do mundo, afirmando que essa OAB é uma instituição séria. Quando as entidades da advocacia vão perceber isso e começar a dizer verdades e não piadas como a dita pelo tal advogado espanhol.

Bruno César Cunha disse:
19 de janeiro de 2016 às 17:40

Pior do que deixar os advogados jogados às traças, é essa mentira que propagam ao redor do mundo, afirmando que essa OAB é uma instituição séria. Quando as entidades da advocacia vão perceber isso e começar a dizer verdades e não piadas como a dita pelo tal advogado espanhol.

Kelsen da Silva disse:
19 de janeiro de 2016 às 18:15

Só mesmo alguém proveniente de outro país que não faz ideia da nossa realidade para passar esse vexame. Pobre homem.

Augusto Filho disse:
20 de janeiro de 2016 às 13:55

Os brasileiros deveriam ficar orgulhosos de um órgão de tamanha credibilidade internacional. Infelizmente, os vira-latas tem sempre algo para falar de mal.

TGVDS disse:
20 de janeiro de 2016 às 16:39

Só espanhol para ter uma opinião desta.....Manda ele vir pra cá tentar exercer a advocacia, garanto que muda de opinião em um piscar de olhos

O IDEÓLOGO disse:
20 de janeiro de 2016 às 19:17

O problema da Ordem dos Advogados não é a Ordem, mas os próprios advogados.
A atuação do advogado é dependente de agentes externos ao seu agir. A sua formação escolar continua sendo positivista, e acredita que as leis mudarão o mundo e não consegue entender que este é que influencia o arcabouço normativo.
O jurista Roberto A. R. Aguiar diz que o advogado preconiza a neutralidade, a equidistância, o combate à metafísica (que constitui uma nova metafísica), a busca de uma ciência com objeto e método são características dessa corrente.
O referido pensador aponta que o generalismo da formação, a ambiguidade de valores e a estreiteza do textualismo desembocaram na superficialidade. Os trabalhos jurídicos tendem a ser genéricos no fundamento e detalhistas no âmbito normativo. Acrescenta que os advogados integram uma categoria alienada, visto que, apesar de as condições de trabalho se revelarem adversas para a categoria dos advogados, ela não se mobiliza com tanta facilidade, pois as marcas individualistas e voluntaristas são difíceis de se remover. Assim, a categoria dos advogados corre o risco de alhear-se de si mesma, não conseguindo articular uma consciência para si, mesmo em condições objetivas propícias.
"Vive o causídico contradições e paradoxos que dificultam o enfrentamento profissional do mundo. Grande parte dos advogados é pobre, mas tem de viver segundo padrões materiais e sociais consentâneos com a imagem que os advogados pensam que a sociedade tem deles. Esse problema pode gerar vidas difíceis e tensas, sempre esperando que uma grande causa venha iluminar suas vidas e decretar sua aposentadoria gloriosa(in "A Crise da Advocacia no Brasil, p. 136/137; 139-140).

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