Quase metade das advogadas sofre assédio sexual na Inglaterra

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (12/7) mostrou que quase metade das mulheres advogadas na Inglaterra já sofreu algum tipo de assédio sexual ou discriminação. Dessas, a metade resolveu ficar calada com medo de ser prejudicada na carreira caso reportasse o assédio.

A pesquisa foi conduzida pela Bar Standard Board, que regulamenta o trabalho dos barristers, aqueles advogados habilitados a fazer sustentação oral nos tribunais. Quase um quarto de todas as barristers na Inglaterra respondeu ao questionário, feito online.

analucia disse:
13 de julho de 2016 às 12:24

meio exagerado este dado, precisa ser mais aprofundado...

Professor Edson disse:
13 de julho de 2016 às 12:26

Se fosse no Brasil seria a Cultura do assédio, bater em cachorro morto é fácil.

Cesar Chagas disse:
13 de julho de 2016 às 15:22

Basta a notícia ter o mínimo de verniz ideológico que a Conjur já publica. Que informação pobre é essa? Que dados são esses que não mostram números, além do "quase um quarto das mulheres". Além do mais não qualifica o que entende-se por assédio sexual. Enfim, omissões desonestas.

Cesar Chagas disse:
13 de julho de 2016 às 15:22

Basta a notícia ter o mínimo de verniz ideológico que a Conjur já publica. Que informação pobre é essa? Que dados são esses que não mostram números, além do "quase um quarto das mulheres". Além do mais não qualifica o que entende-se por assédio sexual. Enfim, omissões desonestas.

Decio Mota disse:
13 de julho de 2016 às 19:07

Acho salutar a divulgacao da informação supra. Infelizmente pecou por não trazer os dados da pesquisa, mas e extremamente importante que situações como esta sejam divulgadas para que as pessoas possam se concretizar das lesões e abusos que ocorrem na sociedade, ate mesmo no meio jurídico e encontrar meios de coibi-las. O assedio sexual e uma forma primitiva do ser humano conseguir favores sexuais em face do poder e influencia que exerce sobre o outro decorrente, no geral de alguma relação de trabalho. E determinada conduta deve ser recharcada. E um abuso querer forcar alguém mesmo que seja sutilmente a ter contato sexual contrario a sua vontade. Não se coaduna nem um pouco com os valores do direito. Aqueles que conhecem o direito e possuem formação jurídica devem lutar para proteger as pessoas e os direitos e não acarretar lesões e traumas na vida das pessoas.

RAFAEL ADV disse:
14 de julho de 2016 às 11:45

Até o CONJUR vai se render a estes grupinhos MIMIZENTOS????????????????

Chenonceaux disse:
14 de julho de 2016 às 14:01

Inglaterra: o barqueiro fortão que leva turistas passear no Tâmisa aponta orgulhoso a ponte construída por pedreiras mulheres, na II Guerra. E ainda emenda que fizeram um bom trabalho. Ao lado das Casas do Parlamento, um jardim com estátuas de bronze de figuras notáveis da política britânica. Entre elas, uma de Emmeline Pankhurst, líder sufragista. Agora, a ordem inglesa faz pesquisa sobre um problema que leva a sério e divulga os resultados. Cá no Brasil, toda agressão à mulher é minimizada e quem quer que a denuncie, agredida. A quem desqualificou a pesquisa da inglesa, peço coerência: não ponham os pés em Westminister. Tomem uma cachaça no Rio, na Maré.

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