A Confederação Nacional da Indústria rebate a afirmação feita em artigo publicado pela revista eletrônica Consultor Jurídico de que seu presidente, Robson Braga de Andrade, defendeu a jornada de 80 horas semanais.
Segundo a nota, também não consta das propostas da entidade para a modernização das relações de trabalho medida no sentido de alterar a Constituição Federal para ampliar a jornada semanal de 44 horas.
Leia a íntegra da nota:
Em seu artigo “Princípio que veda retrocesso social impede ataque aos direitos do trabalhador”, o excelentíssimo senhor juiz do Trabalho Renato da Fonseca Janon discorre que o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, “defendeu, abertamente, a jornada semanal de até 80 horas de trabalho e a jornada diária de 12 horas”. Ao contrário do relato feito na abertura do referido artigo, o presidente da CNI jamais defendeu ou sugeriu que o Brasil altere a Constituição Federal para ampliar a jornada semanal de 44 horas, como mostra a retificação da notícia publicada erroneamente. Tampouco consta das propostas da CNI para a modernização das relações de trabalho medida com tal teor ou finalidade.

O Brasil levou séculos para se desvencilhar da escravidão mas a sua elite empresarial continua seguindo a cartilha do capitalismo vociferante de exploração e exclusão de trabalhadores. Nesses mundo contemporâneo, de intensos avanços tecnológicos, o robô a cada dia rouba mais o emprego e o trabalho dos humanos. Diante de tantas crises que afetam as esperanças de emprego e trabalho, uma das poucas alternativas compensatórias seria a redução da jornada de trabalho para 6 horas e no máximo 30 horas semanais. Você pode até pensar que eu sou um sonhador, mas não sou o único. Na Europa, alguns países e indústrias já adotaram esta alternativa e comemoram os resultados positivos.
O Brasil levou séculos para se desvencilhar da escravidão mas a sua elite empresarial continua seguindo a cartilha do capitalismo vociferante de exploração e exclusão de trabalhadores. Nesses mundo contemporâneo, de intensos avanços tecnológicos, o robô a cada dia rouba mais o emprego e o trabalho dos humanos. Diante de tantas crises que afetam as esperanças de emprego e trabalho, uma das poucas alternativas compensatórias seria a redução da jornada de trabalho para 6 horas e no máximo 30 horas semanais. Você pode até pensar que eu sou um sonhador, mas não sou o único. Na Europa, alguns países e indústrias já adotaram esta alternativa e comemoram os resultados positivos.
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