O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, defendeu a corte durante sessão da 3ª Turma nesta quinta-feira (17/3). O julgador afirmou que o STJ não é covarde e que julga com imparcialidade os casos da "lava jato".
As afirmações de Noronha são uma resposta às opiniões do ex-presidente e atual ministro da Casa Civil, Luiz Inácio Lula da Silva, divulgadas nos áudios apresentados pela Justiça Federal nessa quarta-feira (16/03).

Segundo Noronha, os trechos das conversas do ex-presidente que foram divulgados são “estarrecedores”. “Repilo as palavras de Lula quando ele diz que esta casa está acovardada”, disse.
Para o magistrado, o STJ cumpre o dever constitucional de zelar pela independência da Justiça Federal e pela aplicação da lei a todos, sem diferença. Ele justificou que não se tratava de uma intervenção ao longo da sessão de julgamentos, mas de uma defesa institucional diante da gravidade das acusações feitas ao tribunal.
Noronha ainda elogiou a atuação do juiz Sergio Moro na condução dos processos da operação “lava jato” e também por retirar o sigilo sobre as investigações da 24ª fase da operação, denominada aletheia.
De acordo com o ministro, o sigilo nas operações não é devido à proteção do réu ou de outra parte, mas para preservar a ordem pública. Ao retirar o sigilo da operação, afirmou Noronha, Moro contribui para desvelar “a podridão que está por trás do poder”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Deveria ser dada a palavra aos ministros do STJ nomeados por Lula e por Dilma. Talvez teriam muito a dizer, já que o critérios de nomeação foram puramente políticos.
A maneira desrespeitosa como o ex presidente Lula se reportou as instituições do país, como o Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal, como se fosse uma extensão de sua casa ou como dono fosse, preocupa ainda mais, se revelando que o governo PT é, de fato, uma cleptocracia.
Como educação vem de berço e carater do DNA, coisa que, tudo indica, o ex presidente da república não teve e nem tem.
O min. Noronha rebateu a altura o descaso que um ex presidente da república trata as instituições do país.
O juiz Sérgio Moro está escrevendo seu nome na história do Brasil, e quiçá, do mundo, como o magistrado que fez a maioria da parcela da sociedade brasileira acreditar num poder judiciário até então desacreditado. Inclusive de incentivar e motivar outros juízes às práticas republicanas no exercício da função. Até quando isso irá perdurar não sabemos, mas espero que seja para sempre, pois a sociedade brasileira agradece.
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