Um ator negro vítima de assalto no centro de São Paulo foi agredido pelos criminosos após ter ajuda negada por seguranças do terminal Parque Dom Pedro II. De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, Cintra teve o celular e dinheiro roubados quando voltava para casa. Mas enquanto tentava pedir socorro, os criminosos convenceram os seguranças de que a vítima era o ladrão.
"Sempre que eu tentava falar algo, o segurança me mandava calar a boca. Assumindo logo de cara que eu era o culpado, ele me entregou pros caras, que me arrastaram para fora da estação, e lá do lado de fora eu fui ESPANCADO por eles. O segurança chegou a perguntar o que eles iam fazer comigo, e disseram que iam me levar pro 'rio'", relatou Cintra em sua conta no Facebook junto a imagens de ferimentos causados pelas agressões.
O ator contou que foi atacado por cães que pertenciam ao grupo e só conseguiu escapar depois que uma menina que acompanhava o grupo pediu para para pararem. "Por pouco, eu não fui morto por uma injustiça e por conta de um ato racista", contou Diogo. "Por que diabos automaticamente o segurança assumiu que eu era o bandido e que os outros caras estavam falando a verdade?"
Segundo a Folha de S.Paulo, que teve acesso às imagens da estação, o vídeo confirma o relato de Cintra: os seguranças nada fizeram para impedir a agressão ao ator. Alguns agressores estão com os rostos escondidos por capuzes, mas ao menos dois deles podem ser identificados. Também de acordo com as imagens, os passageiros que esperavam ônibus nas plataformas não esboçam qualquer reação.

Afastamento
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, todos os seguranças que aparecem em imagens das câmeras de segurança no momento em que o ator pediu ajuda vão ficar longe do trabalho até o fim das investigações. A pasta não soube precisar o número de funcionários afastados.
O ator disse que irá registrar um boletim de ocorrência por conta do episódio. "O negro foi libertado da escravidão, mas não foi inserido na sociedade. Fomos jogados para as periferias. Hoje em dia temos mais direitos, o racismo é crime, mas não quero viver só de direitos. Quero poder ir ao supermercado e não receber olhares mal-encarados”, afirmou Cintra à Folha de S.Paulo.

Roubaram a pobre vítima, espancaram, humilharam e fizeram parecer o bandido, na minha humilde opinião isso é passivo de pena de morte, criminosos dessa natureza perderam totalmente o direito de uma segunda chance.
Roubaram a pobre vítima, espancaram, humilharam e fizeram parecer o bandido, na minha humilde opinião isso é passivo de pena de morte, criminosos dessa natureza perderam totalmente o direito de uma segunda chance.
A meu ver, o caso parece excessivamente simplificado ao se tributar o infortúnio à cor da pele da vítima. No brasil as relações de promiscuidade entre agentes de segurança em geral, inclusive públicos, e os criminosos, é uma triste realidade, faltando investigações séries e descompromissadas para encontrar a verdade.
O livro, com o referido título, de autoria do professor Florestan Fernandes, estuda a situação do negro e do mulato na sociedade brasileira, vista a partir de São Paulo. Centrado na preocupação com a supremacia da “raça branca” e o controle do poder que ela exerce em nossa sociedade, o livro ajuda a avaliar a situação real do negro na sociedade brasileira".
É Doutor Marcos Alves Pintar, como V.Senhoria leva a vida como um "branco", é fácil falar.
O seu discurso é aquele da velha elite brasileira, que massacra pretos e pardos, desde a época da escravidão.
Você quer um exemplo?
Verifique quem é a maioria dos presidiários? E quer mais? Em longa extensão? Vá nas cidades do Estado de Minas Gerais e verifique quem trabalha colhendo produtos nas fazendas.
Veja quantos juízes pretos e pardos temos? E promotores e procuradores de justiça? E empregadas domésticas?
Desculpem-me os colegas, se estou sendo muito cético quanto ao “causo” contado pelo jovem “ator” desconhecido. É muito difícil de concebermos a atuação de um grupo de ladrões, munidos de paus e cães bravos, assaltando na entrada do metro Paulista. Pior fica a “estória”, quando aceitamos o fato de que os ladravazes, ainda descontentes com a pilhagem recém empreendida, ainda decidiram, perseguir a suposta vítima para espanca-la. Sem dúvida alguma, o “causo” merece uma simples e honesta investigação antes de qualquer CONDENAÇÃO.
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