O Movimento de Defesa da Advocacia, com sede em São Paulo, lançou nesta terça-feira (5/6) sua primeira “filial”, em Campinas. Segundo o presidente da entidade, Rodrigo Monteiro de Castro, o objetivo é intensificar a atuação para a defesa das prerrogativas da classe e a valorização da profissão.

do MDA Campinas, na terça-feira (5/6).
Divulgação
César Eduardo Temer Zalaf assumiu a presidência da seccional do MDA Campinas.
O evento ocorreu na sede da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no mesmo município e contou com palestra do professor Modesto Carvalhosa, sobre o futuro da categoria e da Constituição Federal.
Também participaram do evento o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa; o presidente da seccional da Ordem em Campinas, Daniel Blikstein, e o presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo (Caasp), Braz Martins Neto.

Existe a OAB. Para criar um Movimento de Defesa das Prerrogativas em Campinas (MDPC), a situação dos advogados campineiros está muito ruim. Teve até o caso do advogado que deu um cheque sem fundo para uma trabalhadora do Jardim Itatinga, porque o serviço não foi bem feito. É a crise ética, econômica, política, administrativa, social e organizacional, que, atingindo o Estado, se projeta sobre os advogados.
Existe a OAB. Para criar um Movimento de Defesa das Prerrogativas em Campinas (MDPC), a situação dos advogados campineiros está muito ruim. Teve até o caso do advogado que deu um cheque sem fundo para uma trabalhadora do Jardim Itatinga, porque o serviço não foi bem feito. É a crise ética, econômica, política, administrativa, social e organizacional, que, atingindo o Estado, se projeta sobre os advogados.
Falam sobre valorizar a advocacia, mas e quanto ao esquecido "associado" que sequer tem seus direitos trabalhistas respeitados?
Este seria um bom caminho para alavancar a valorização da advocacia.
A iniciativa é ótima. Porque será que somente em Campinas isso ocorreu?
O TCU X “JUS ISPERNIANDI” DA OAB
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista .
Se Karl Marx fosse nosso contemporâneo, a sua célebre frase seria:” Sem sombra de dúvida, a vontade da OAB, consiste em encher os bolsos, o mais que possa. E o que temos a fazer não é divagar acerca da sua vontade, mas investigar o seu poder, os limites desse poder e o caráter desses limites. Ufa! Com alegria tomei conhecimento do ACÓRDÃO Nº 1114/2018 que o Egrégio TCU, irá exigir da – OAB, a prestação de contas . Tudo isso a exemplo dos demais Conselhos de Fiscalização da Profissão. Qual a razão do “jus isperniandi” (esperneio ) da OAB? Qual o medo da OAB prestar contas ao TCU? Como jurista, estou convencido que OAB a exemplo dos demais conselhos de fiscalização de profissões tem a obrigação sob o pálio da Constituição, prestar contas ao TCU, os quais também arrecadam anuidades e taxas de seus filiados. Tudo isso em sintonia ao parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal, “ in-verbis” “Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária".
Estima que nos últimos vinte e dois nos só OAB, abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovação em massa, cerca de quase R$ 1,0 bilhão de reais, sem nenhuma transparência, sem nenhum retorno social e sem prestar contas ao TCU. Não existe no nosso ordenamento jurídico nenhuma lei aprovada pelo Congresso Nacional dispondo que OAB é entidade sui-generis? “Data-Vênia “ o Egrégio STF não tem poder de legislar. É notório que OAB gosta de meter o bedelho em tudo. Respeite o art. 37 CF
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