Veja a programação do evento, promovido pela ConJur:
9h: A Constituição Federal e a Administração Pública
Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal
Artur Marques, desembargador e vice-presidente do TJ-SP
Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União
Igor Tamasauskas, advogado
Questionador: Luís Inácio Adams, ex-Advogado-Geral da União
10h45: A Constituição Federal e a Justiça
João Otávio de Noronha, ministro do Superior Tribunal de Justiça
Cláudio Mello, corregedor-geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Ives Gandra Martins, jurista
Marcos Joaquim, advogado
Questionador: Cesar Asfor Rocha, ex-presidente do STJ
14h30: A Constituição Federal e a Economia
Luis Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça
José Marcos Lunardelli, desembargador do TRF-3
Sebastião Tojal, advogado
Igor Mauler Santiago, advogado
Questionador: Márcio Chaer, diretor da ConJur
16h30: A Constituição Federal e os Direitos Fundamentais
Maria Thereza Moura, vice-presidente do STJ
Sebastião Reis, ministro do Superior Tribunal de Justiça
Carlos Eduardo Cauduro Padim, presidente do TRE-SP
Ney Bello, desembargador do TRF-1
Pierpaolo Bottini, advogado
18h30: Encerramento com o ministro Ricardo Lewandowski
Excelente iniciativa ! Grata por disponibilizar o link para acompanhar o Seminário em tempo real.
Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre os 300 mil cativos da OAB 3/pagina/24
Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo
OPINIÃO DIÁRIO DA MANHA-GO DE 03.09.2018
disponível: http://impresso.dm.com.br/edicao/2018090
“Aqueles que negam liberdade aos outros não a merecem para si mesmos.” (Abraham Lincoln).
Alô Senhores candidatos a Presidente da República Federativa do Brasil, não podemos brincar com o desemprego que assola o país, nem fingir de moucos aos abusos praticados por entidades que só tem olhos para os bolsos dos seus cativos, gerando fome, desemprego, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas, quais são suas propostas para abolir de vez o trabalho análogo a de escravos, a escravidão contemporânea da OAB, rumo a resgatar cerca de 300 mil cativos devidamente qualificados pelo omisso Estado (Ministério da Educação – MEC), jogados nas cavernas do desemprego pelos mercenários da OAB?
(...) No último dia 7 de setembro foiá comemorado o 197º da Independência do Brasil. Foi indubitavelmente um dos fatos históricos mais importantes do nosso país .(...)
Mas que liberdade é essa que decorrido todo esse tempo (197º da Independência do Brasil), e 130º da República e 130º da abolição da escravidão, ainda hoje o país depara com a vergonhosa escravidão contemporânea de uma elite que não aceita a ascensão de filhos de pessoas humildes nos quadros da advocacia? Sendo obrigados a submeter ao famigerado exame caça-níqueis da OAB, ou seja ser obrigado a decorar cerca de 181 mil leis, haja vista que nesse certame não existe conteúdo programático, uma prova calibrada não para medir conhecimentos e sim para reprovação em massa. Quanto maior reprovação maior o .
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