Moro é celebridade em governo de civis quase racionais, diz revista

"Moro é uma celebridade em um governo lotado de militares e civis sem experiência ou quase racionais." A análise é da revista britânica The Economist, que publica um perfil do ministro da Justiça, Sergio Moro, na edição desta semana. Para a publicação, a ida de Moro para o governo de Jair Bolsonaro (PSL) para ocupar um superministério é um risco, "tanto para sua reputação quanto para o Brasil".

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Bolsonaro precisa mais da fama de Moro que o contrário, diz Economist
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

De acordo com a revista, Bolsonaro precisa mais da popularidade de Moro que o contrário. O ex-comandante da "lava jato" seria a grife que controlaria Bolsonaro, que já mostrou não ser grande apreciador da lei, no entendimento da Economist.

O texto destaca que a nomeação de Moro foi arriscada para ele e para o país. Antes mesmo de o presidente se recuperar de uma cirurgia, Moro anunciou um pacote de medidas "anticrime", criticado por abrir precedentes para que a polícia brasileira mate ainda mais. 

A revista avalia, no entanto, que os principais desafios de Moro são mais complexos do que o projeto. O combate à criminalidade, afirma, "envolve mais do que leis mais duras. É necessário melhorar o policiamento e trabalhar junto às comunidades nas favelas". O presidente, no entanto, não parece interessado nesses "preciosismos", ainda de acordo com a Economist.

A revista lembra que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente, está envolvido em suspeitas de corrupção e teve o nome ligado a milícias no Rio de Janeiro. 

WLStorer disse:
14 de fevereiro de 2019 às 22:59

Resta saber se quem assina a matéria é racional, pois tudo indica que sequer é quase racional.

Marcos Alves Pintar disse:
15 de fevereiro de 2019 às 14:42

Pode ser mesmo, prezado WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária), que o Autor da matéria citada seja quase racional. Afinal, se olharmos bem a questão, veremos que a revista "The Economist" foi fundada bastante recentemente, em setembro de 1843, e contando com apenas quase duzentos anos, não deve estar à altura do jornalismo que temos aqui no Brasil. Por outro lado, a sede da Empresa é na Inglaterra, país que apresenta uma cultura e conhecimento técnico atrasado considerando a realidade aqui da terra da bananeira. Para agravar, quase metade dos exemplares da revista é vendida em outro país extremamente atrasado em termos culturais, chamado de EUA (será que alguém já ouviu falar?). Certamente, dado todo esse subdesenvolvimento, devem ter entregado a reportagem a alguém despreparado, incapaz de compreender a nossa complexa realidade e a dimensão sideral do ministro Sérgio Moro.

ABCD disse:
15 de fevereiro de 2019 às 15:34

O artigo da revista "The Economist" sugere que a nomeação de Moro é um risco, "tanto para sua reputação quanto para o Brasil". Então, quem seria melhor para ocupar o cargo? Uma estocadora de vento? Alguém que tem dor de cabeça ao ler livros? Um sociólogo formado pela USP? Poupe-me...

José Aldo disse:
16 de fevereiro de 2019 às 07:36

Todos sabemos a quem essa revista serve, pois desde as campanhas eleitorais ela tenta macular a imagem de Bolsonaro. Mas quero deixar uma pergunta à revista: quem são os políticos experientes q deveriam estar no lugar de Sérgio moro? O bando de corrupto q por aí passaram? Ou os ministros q afundaram o país na crise etica, moral e econômica q estamos?
O Conjur também não passa embaixo, pois basta ver as suas colunas q amenizam a roubalheira do PT, a clemência com a prática abusiva de ministros do STF, como a de Ricardinho, q mandou prender o advogado no avião. Neste último caso, esse site publicou uma nota de repúdio em desfavor do advogado, q estava exercendo seu direito como cidadão.
Conjur, prove q vc é imparcial, publique uma matéria do jornalista Marcos Antônio vilas, da jovem pan, a qual ele faz referência aos privilégios dos 11 ministros do STF. Uma vergonha, Essa matéria. Ah, apesar de a maioria dos ministros serem "incipientes" no cargo, o Brasil está voltando a ter o respeito Internacional e nacional q há muito perdera, coisa q foi jogada da lata do lixo pelos políticos "experientes". Matéria vergonhosa e tendenciosa com um governo q está colocando o país nos "eixos".

Rogério galo disse:
16 de fevereiro de 2019 às 10:17

Não bastassem as idiotices ditas pela imprensa e revistas deste paizinho tupiniquim, ainda repetem as idiotices de fora.

Almanakut Brasil disse:
16 de fevereiro de 2019 às 13:54

A imprensa britânica não sabe onde enfiar a cara por causa do Brexit e mantém o topete alto.

Ivete Maria Caribé da Rocha disse:
17 de fevereiro de 2019 às 21:20

Moro só é celebridade para quem não leu suas decisões e não entendeu os seu propósitos torpes de colaborar na entrega das riquezas naturais e das grandes empresas do Brasil ao capital internacional e ferir mortalmente o sistema de justiça e a soberania do País!

O IDEÓLOGO disse:
18 de fevereiro de 2019 às 10:19

"A matriz teórica de Hegel foi sem dúvida o criticismo kantiano , criando um racionalismo diferenciado representando um verdadeiro marco intelectual da modernidade.
Destaca-se também o realce conferido por Hegel à Revolução Francesa que teve a grande influência na reestruturação das relações humanas da época.
Hegel foi o primeiro pensador a ter consciência completa de que a modernidade haveria de se tornar objeto de reflexão e justificação e o contexto da modernidade( definido pela trama da Revolução Francesa, o Iluminismo e da Reforma).
A Filosofia do Direito de Hegel passará, então, a representar um desafio no sentido dos indivíduos, entre a ordem e a liberdade, com vistas na construção de uma estrutura institucional sendo simultaneamente funcional e ética(onde há a proteção das liberdades individuais uma das maiores conquistas da modernidade).
"O que é real é racional, o que é racional é o real", é a máxima do idealismo racional hegeliano. Todo real só é real pois é conhecido por um sujeito que lhe identifica como real, e, nessa medida, aquilo que já foi conhecido, já se tornou racional.
Só conhecemos, o que se converte em pensamento. O ser para o idealista, é uma idéia, é um ser pensado (https://www.monografias.com/pt/trabalhos904/hegel-direito/hegel-direito2.shtml).

Ivo Lima disse:
18 de fevereiro de 2019 às 10:50

com o que esse panfleto ideológico tem a dizer sobre o Moro?

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