A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta quarta-feira (12/6) dois ofícios ao diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Leite Valeixo, solicitando investigação de ataques hacker contra membros do Ministério Público Federal.

No documento, a PGR afirma que considera necessário adotar uma linha de investigação que possa esclarecer, "além do modo de atuação criminoso, os motivos e eventuais contratantes de um ataque cibernético sistemático contra membros do MPF, principalmente aqueles que atuam na operação 'lava jato' do Rio de Janeiro e de Curitiba".
Em um segundo ofício, Raquel Dodge solicita à PF a instauração de inquérito policial para apurar uma possível invasão ao celular do conselheiro Marcelo Weitzel, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
No intuito de dar celeridade às investigações, a procuradora-geral da República encaminhou à Polícia Federal cópias de documentos para subsidiar a apuração desses crimes. Ela também solicitou ao diretor-geral informações sobre o atual estágio das investigações relativas à invasão das contas dos membros no aplicativo Telegram.
Em maio, a tentativa de invasão aos celulares institucionais dos membros do MPF foi comunicada à PGR pelos membros que atuam no Paraná e no Rio de Janeiro. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF.

As investigações terão início e andamento. Mas além dela, outras coisas precisão ser investigadas também.
Existem coisas mais graves do que a ilegalidade dos "ataques cibernéticos". E essas coisas estão vindo cada vez mais à tona.
O Intercept publicou mais conteúdo neste dia 12 de Junho de 2019 às 21h48: /06/12/chat-sergio-moro-deltan-dallagnol -lavajato/
https://theintercept.com/2019
A forma de terrorismo está mudando. A era digital está criando um tipo de terrorismo que poderá aniquilar pessoas apenas com um clic.
O que foi divulgado, de maneira seletiva e propósitos escusos, não compromete o processo e muito menos as autoridades envolvidas. Pelo contrário, as conversas divulgadas deixam claro o relacionamento profissional, entre juiz e promotor/procurador. Para o juiz a verdade material que é fundamental para o veredito.
Para este caso poderia ser aplicada a LSN, o que desestimularia os vigaristas cibernéticos e os maus profissionais do jornalismo quando tratar-se de assunto que possa comprometer a segurança nacional ou mesmo de repercussão social intencional para confundir a população e desestabilizar governos e instituições públicas.
Este tipo de prática, divulgando matéria de maneira gratuita que sabe inverídica e obtida ilicitamente, evidentemente, não é jornalismo, e sim terrorismo cibernético. Não há o que se cogitar da garantia ou direito do sigilo da fonte. A hipocrisia tem limite.
É o mesmo que comprar peças de um carro roubado, após um desmonte. Entretanto, no caso em discussão, além de obter as informações ilícitas, ainda as divulgou de maneira seletiva e distorcida, tendenciosa, para confundir o leitor.
Interessante ponto de vista, se não vivêssemos em um Estado Democrático de Direito, em que os fins não devem e não podem justificar os meios e não pode existir a "vingança privada".
Por outro lado, os "representantes" do Estado podem tudo, até cometer crimes, para elucidar outro?
Cuidado com a defesa...
Prezado J. Ribeiro
Bom dia
Seletivo foi o Juiz / Ministro de piso, que, em conluio com a globo grampeou a presidência da republica e ainda divulgou o áudio sem autorização superior. Que punição haveria se tal procedimento ocorresse em países democráticos da Europa e até USA? Publicitar o combate a corrupção seletivamente é a maior vergonha de nosso país. Lembre-se, ele foi o titular do caso Banestado, aquele sim, o maior escândalo de corrupção da republica (134 BI de Dolars - quase Meio Trilhão de Reais enviados para o exterior via contas CC-5), porém, como envolvia a nata do corrupto empresariado brasileiro, que banca e coopta a política, foi devidamente abafado. O Brasil não é pra amadores. Abração
Prezado J. Ribeiro
Bom dia
Seletivo foi o Juiz / Ministro de piso, que, em conluio com a globo grampeou a presidência da republica e ainda divulgou o áudio sem autorização superior. Que punição haveria se tal procedimento ocorresse em países democráticos da Europa e até USA? Publicitar o combate a corrupção seletivamente é a maior vergonha de nosso país. Lembre-se, ele foi o titular do caso Banestado, aquele sim, o maior escândalo de corrupção da republica (134 BI de Dolars - quase Meio Trilhão de Reais enviados para o exterior via contas CC-5), porém, como envolvia a nata do corrupto empresariado brasileiro, que banca e coopta a política, foi devidamente abafado. O Brasil não é pra amadores. Abração
Senhora procuradora geral, o que é preciso é apurar as tramoias elaboradas pelos seus subordinados que agiram ao arrepio da lei.
Tome alguma providência, por favor.
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