OAB-SP desagrava advogada detida por usar absorvente interno

Uma advogada foi detida em presídio durante visita a um cliente por usar absorvente interno. Ela conta que passou pelo escaneamento corporal e não recebeu qualquer explicação sobre o motivo da detenção.

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OAB-SPConselho seccional da OAB de São Paulo desagrava advogada que foi detida em presídio durante visita a um cliente

"Em nenhum momento me informaram que era sobre o absorvente íntimo, só me mantiveram presa, detida, dizendo que eu tinha que aguardar. Eu fiquei sentada sem o direito de ir e vir. Ou seja, presa", narrou a advogada Lucieli Regina da Silva.

Por aclamação, a OAB de São Paulo aprovou desagravo à advogada Lucieli Regina da Silva nesta segunda-feira (27/5).

A relatora do caso, vice-presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB, Ana Carolina Moreira Santos, considerou o ato uma grave violação. "Esse tipo de escaneamento é constrangedor porque faz uma leitura do corpo e, muitas vezes, é realizado por alguém do gênero masculino", disse.

A partir do caso, o conselho aprovou a criação de um grupo de estudos para analisar a propositura de ação civil pública e a apuração das responsabilidades dos agentes penitenciários. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SP.

O IDEÓLOGO disse:
29 de maio de 2019 às 20:36

Nome: LUCIELI REGINA DA SILVA
Tipo: ADVOGADO
Inscrição:363668
UF:SP<br/>Eminente e culta advogada. Combativa.
Não merecia ataque, infantil, do Estado-Leviatã.

O IDEÓLOGO disse:
29 de maio de 2019 às 20:36

Nome: LUCIELI REGINA DA SILVA
Tipo: ADVOGADO
Inscrição:363668
UF:SP<br/>Eminente e culta advogada. Combativa.
Não merecia ataque, infantil, do Estado-Leviatã.

Paulo Moreira disse:
29 de maio de 2019 às 22:09

Meus préstimos a todos os colegas que foram aviltados no exercício da profissão.

Direito e Justiça ou Justiça e Direito disse:
30 de maio de 2019 às 10:41

Compartilho meu sentimento de repulsa ao ocorrido. No entanto, não posso deixar de registrar que o caso é mais revelador do que se imagina. Revela a ignorância dos agentes que trabalham com esses equipamentos, pois não há treinamento adequado para a perfeita compreensão das respostas advindas. É como os vigilantes dos estabelecimentos bancários que também não tem expediência suficiente para o uso dos equipamentos e a qualquer sinal sonoro prendem o sujeito na máquina até que tudo seja esclarecido. Ora bolas! Vivemos na era da tecnologia e ainda temos ignorantes manipulando as máquinas que foram projetadas para dar segunrança, mas que dão na verdade situações vexatórias e humilhantes.

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