CNJ vai apurar participação de magistrados em ato para Lula

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou a investigação sobre a participação de magistrados no ato "Boa noite, presidente Lula", que aconteceu nesta quinta-feira (21/3), na sede da Polícia Federal, em Curitiba. 

Luiz Silveira / Agência CNJ

Luiz Silveira / Agência CNJHumberto Martins quer saber quais magistrados participaram de ato para ex-presidente Lula

A Corregedoria informou que vai adotar providências com relação aos magistrados que, ao participarem do ato, violaram a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) e o Código de Ética da Magistratura. O nome dos magistrados não foi divulgado.

Humberto Martins recebeu um documento sobre o ato em que constam nomes de magistrados. Com isso, pediu informações para verificar quais magistrados estiveram ali, já que podem ter tanto juízes ativos quanto aposentados. "É necessário fazer essa distinção, uma vez que os magistrados inativos não se submetem ao Conselho Nacional de Justiça", disse. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

S.Bernardelli disse:
23 de março de 2019 às 01:35

O Senhor, Ministro lembra o que fez com SERGIO MORO E BRETAS nas eleições? Que eu saiba não castigou os mesmos castigou? Eles Também Violaram A Lei Loman Ou Não? LEMBRA O QUE FEZ? ARQUIVOU O PROCESSO... POR CASO A LEI NÃO É PARA TODOS? Pelo menos é o que todos vocês cantam aos quatro cantos...

J. Ribeiro disse:
23 de março de 2019 às 05:21

Imaginem um grupo de policiais e promotores protestando em frente a uma penitenciaria contra a prisão de bandidos condenados e por liberdade.
Pelo andar da carruagem não sera surpresa

O IDEÓLOGO disse:
23 de março de 2019 às 07:42

contra Juízes violadores da lei que fazem proselitismo político, é necessária.

André Pinheiro disse:
23 de março de 2019 às 20:05

Este é um caso claro que a democracia morreu sem nascer no Brasil. Vimos um espetáculo de juízes camisa da CBF e uma enxurrada de ações impopulares serem julgadas momentaneamente e instataneamente, quando os juízes acreditaram que as manifestações seriam plurais foram para as ruas em defesa que acreditavam. Só que o fascismo brasileiro tinha uma resposta para esses desavisados. A lei era só para eles.

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