Na véspera do Natal, dia em que famílias estavam unidas, revestidas de bondade e compaixão, amando-se uns aos outros, buscando a paz nestes tempos difíceis, fomos todos surpreendidos pela trágica notícia do feminicídio que vitimou a juíza de Direito Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, brutalmente esfaqueada pelo ex-marido e pai de suas três filhas menores.
Trata-se de um crime hediondo, que se caracterizou por uma forma extrema de crueldade, cometido por um homem tomado pelo ódio que, possivelmente, achava que havia perdido sua “propriedade”.
“Toda mulher tem direito a uma vida livre de violência” – com essa bandeira, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, através de seus órgãos administrativos e, sobretudo, de seus magistrados, vem ratificar o seu compromisso de fortalecimento da rede estadual de enfrentamento à violência contra a mulher neste estado, cujo trabalho em equipe com diversos órgãos parceiros vem permitindo um efetivo acesso à Justiça aos casos de violência doméstica e feminicídio.
Números do Observatório Judicial da Violência contra a Mulher (banco de dados criado pelo TJ-RJ) mostram que, no ano de 2019, 143 novos casos de feminicídio chegaram ao conhecimento da Justiça fluminense e, em 2020, 68 novos casos. Cada um deles traz uma história de vida de uma mulher, de uma vítima, que não pode ficar impune!
Que o crime que vitimou a juíza Viviane seja um divisor de águas, iniciando-se a maior campanha de todos os tempos contra a violência doméstica e familiar contra a mulher erradicando-se, de uma vez por todas, essa chaga do nosso Brasil!
Por fim, na qualidade de presidente do tribunal, ecoando a voz de todos os magistrados e servidores, presto sinceras homenagens à juíza Viviane, tida como uma pessoa de docilidade que transparecia a todos, mãe e magistrada exemplar, colocando-me ao lado das filhas menores para todo o apoio que se fizer necessário no âmbito institucional.
Que Deus possa nos abençoar!
O reflexo social de um poder corrupto e inconsequente que um dia imaginou que essa violência não sairia do baixo clero, que isso seria doença de pobres e estúpidos analfabetos. Uma sociedade doente, onde o judiciário é corrupto e conivente, que trata o crime com saidinhas de natal e outras formas de mimos, onde quem furta o erário que extorque o cidadão, quem comete barbaridades do colarinho branco está sempre impune, cria no subconsciente das pessoas um descrédito as leis, uma sensação de impunidade, esse é o reflexo que por mais que pareça que não tem nada haver com esse feminicida, mas tem tudo haver. A cultura do rigor as leis, do respeito aos padrões sociais de base, estão sendo ignorados e os resultados são esses terríveis acontecimentos. É preciso voltar no tempo, impor as normas 'sociais de convívio' dos anos 40 não confundir progresso tecnológico que é muito bom e necessário a humanidade com anarquia, com a promiscuidade de genero. Ha uma conexão na formação do caráter do ser humano que muitas vezes não percebemos, um comportamento fora do padrão, como uma simples palavra, uma forma de se manifestar, uma atitude considerada moderninha pode ser um sintoma de doença progressiva que contamina tanto ou mais que um virus. Estamos virando zumbis !!! (LuizPCarlos)
O bandido matou a juíza a facadas, nas frentes das filhas que imploraram pra ele parar, ficou no local e foi preso em flagrante, resultado: solto e vai responder em liberdade, com todo respeito ao autor do texto, mas este não conhece a realidade do nosso ordenamento jurídico...
Palavras, manifestações de autoridades, protestos e discursos inflamados não mudam a realidade da violência em que estamos inseridos. pebarrosoficial/videos/432867854555081
Fato profundamente lamentável.
Ninguém está a salvo, infelizmente.
O Direito Penal não cumpre o seu objetivo de prevenir o crime. Afinal, quem tem a personalidade voltada para o crime não teme o Direito Penal. Necessário registrar que a jurisprudência altamente pró-delinquentes (bandidólatra) do STF e STJ, têm contribuído muito para isso. Os delinquentes apostam na impunidade, pois que, esta é a regra. Mesmo na remota hipótese de virem a ser condenados, a pena é muito branda, e as benesses da execução penal acabam por não gerar temor algum naqueles que dispõem de predisposição para fazerem o mal a seus semelhantes. #SupremoÉOPovo #SenadoDerrubaAlexandre
Saidinha de Natal:
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Os benefícios da lei conhecemos, o cumprimento da pena conhecemos, mas vale lembrar que em relação a prisão preventiva, pela periculosidade, risco social, forma premeditada na execução e total desapreço a vida humana a preventiva se torna ABSOLUTAMENTE constitucional nesses casos, então se a constituição for respeitada ele responderá PRESO pelo crime hediondo.
Até na desgraça o PJ é seletivo. Há vitimas todos os dias de mulheres faveladas de seus algozes e não um um pio sequer.
Acordem magistrados/advogados e asseclas positivistas. o estado de direito foi abolido e vocês são os culpados pois deixaram isso acontecer, vocês se subordinam á 11 donos do poder encravados no STF planalto central que atuam para abolir o direito á vida, liberdade e propriedade privada. E vocês continuam obedecendo quem mantem todas as pessoas de bem presas e soltam bandidos e portanto vai depender de quanto o assassino tem para comprar o judiciário que o irá julga-lo.
A leniente resposta institucional ao crime no país - da corrupção ao homicídio - é, em si, fator criminógeno. Sob o biombo do inconsequente “garantismo”, ainda conseguimos, a cada lei ou nova interpretação, piorar o q já é péssimo. Ninguém está a salvo!
Que o assassinato da juíza Viviane. = = = = O e no Brasil, já há de muitos anos o povo está cada Vez Mais, Percebendo que Ordem, Disciplina, Comando, Educação, Respeito ETC, Não Existe Mais, Acabou, Está Pior do que ***** e que ninguém respeita mais nada. A Culpa Maior Disso São Dos Deputados Federais, dos Senadores, das Pessoas de Projeção Pública do STF, STJ, dos TJs dos Estados, Pois, o Legislador Faz Leis Para Protegerem a Si Mesmo e a seus Parentes, Não Responderem Criminalmente, e, em Seguida, o Judiciário, em se tratando especialmente de Políticos, Quando Aplica, Determina a Menor Pena Possível. Quanto ao Povo, ao ver tantos Desmandos, Já estavam Praticando a Desobediência Civil e Penal, pois, estão cansados de pagarem a Conta Para Manter Tamanho Número de Corruptos e Corruptores no Brasil, Bando de Sanguessugas e Parasitas. Bem, para não alongar, quando a Polícia Que Ganha Mísero Salário é chamada para Intervir e Resolver e Impor a Ordem e a Disciplina, é Recebida a Pedradas e Pauladas, e, quando se defende é Acusada de Exorbitar no modo de Agir.
Agora, nessa Porcaria desse País Chamado Brasil, o Crime Violento de toda ordem continua sendo praticado, Não Apareceu e Não Aparece o Legislativo a Propor a Pena de Morte para Crimes Violentos. Então, penso, o Povo Não Necessita desses Políticos, Não Devemos Continuar a Pagar Impostos Absurdos para Tratar Esse Tipo de Políticos "Que Nada Produzem e Muito Ganham" Não Necessitamos mais desse Número dessas pessoas que Brincam de Trabalhadores. O Brasil, Não Prestou No Passado, Não Presta Hoje e Com Absoluta Certeza Não Prestará No Futuro.
O assassinato da juíza é de extrema crueldade e revela um perfil primitivo da pessoa humana. Isso é verdade.
Contudo, pela manifestação do articulista, foi preciso que um membro do Poder Judiciário fosse atingido para sensibilizar aqueles que decidem e julgam. Quantas outras mulher do povo morreram nas mesmas condições cruéis e ninguém do Poder Judiciário se manifestou no sentido de se estabelecer um divisor de águas. É essa falta de compromisso com as demandas da sociedade que permite essa desordem social que nós vivemos, da qual a violência contra a mulher é uma das manifestações.
Também não entendi porque o assassino foi solto, pois seu ato preenche os critérios da prisão preventiva. Estou contigo, professor.
Bem o que penso e vou ser breve, é que estão no avã de uma resposta rápida e espetacularizada é tentar aumentar pena etc. Também a sociedade está sendo dividida entre dois polos o mundo dos homem e os das mulheres. Cada dia mais é estimulada e insulflada essa dicotomia homem mulher e zero de educação para ambos (a mulher pra identificar o que chama de violência inicial) e o homem naturalmente pra entender que agressão nao leva a nada e que a sociedade mudou. Com isso, e os estudiosos do criminal sabem, vêm aumentando penas e leis e os crimes tendem a ficarem cada vez mais bárbaros e destemidos, justamente pq já se sabe de antemão que será severamente punido.... A solução disso, passa por EDUCAÇÃO e tb de planejamento familiar.. Simplesmente aumentando lei e aplilcando duramente está criando ainda mais distanciamento e qualquer atrito de índole familiar pode desencadear uma ação penal e com isso a instituição FAMÍLIA uma vez ruída nunca mais tende a se consertar....
Solução é educar os meninos de hoje e evitar punição no futuro.
Obrigado.
Infelizmente o que aconteceu com a juíza, acontece todos os dias com mulheres anônimas tanto da periferia como dos grandes centros, muitas não são noticiados pela grande mídia, enquanto não for endurecidas as leis vamos continuar assistindo cenas lamentáveis como essas
Quem sabe agora, com a violência urbana que aflige o dia a dia do cidadão contribuinte comum, apenas um jurisdicionado, batendo as portas dos doutos "membros de governo", as milhares de leis que existem nesse país sejam efetivamente cumpridas como tal foram criadas e se deixe de a cada sentença criar uma tese nova a margem do direito e do espírito do legislador, pois é a certeza da impunidade que indubitavelmente vem reforçando o perfil delinquente daqueles que já tem propensão a agir ofensivamente e estimulando os demais expectadores de tragédias rotineiras a agir criminosamente.
O caráter brasileiro, extremamente leniente com o erro alheio, a tudo e a todos perdoa, inclusive os insensatos, pusilânimes, perniciosos e pacóvios rebeldes primitivos.
Produto de interesses insanos e contraditórios, a Constituição de 1988 elegeu os direitos como prioridade legal, esquecendo-se dos deveres.
Aproveitando-se dessa deturpação, os rebeldes primitivos, que não são bobos, não hesitaram em fustigar a sociedade, desequilibrando a equação entre agressor e vítima, com o auxílio de pensadores apoiados em juristas alienígenas, que elaboraram os seus "burilados conceitos" em realidades sociais, jurídicas, econômicas, éticas e políticas, totalmente distintas.
O precário equilíbrio social fez que com a Democracia, já de baixa qualidade, se tornasse propícia à justificação dos ilícitos criminais, com reação tardia do STF na quebra, antes da coisa julgada, da presunção de inocência.
Contra esse "estado de coisas", foi eleito um Militar, a representação máxima do desconforto de boa parte da população contra parte da "intelligentsia" (do russo, интеллигенция) que advoga a tolerância com os despossuídos criminosos, estendendo-a aos perniciosos bandidos argentários.
Não sou da área do direito,porém vejo com outro olhos a situação! Deve sim cumprir a pena o rapaz,porém quantas mulheres estão de certa forma criando esses monstros! Pois vejo constantemente, e por ela ser juíza, mulheres inventando várias coisas inclusive que o pai e louco, e drogado, e o mais cruel! Acusar um pai de estupro das filhas ou filhos! Então,vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos! Não quero aqui ser a favor do caso,mas vejo que mulheres que fazem isso deveriam ficar presas também! E não acontece nada!
O autor do texto foi presidente do tjrj ate pouco tempo. Ele é a realidade da jurisprudência hipocrita que organiza nosso pais separando entre "juizas assassinadas" e "mulheres assassinadas".
O TJRJ (a exemplo dos outros tribunais) usa temas como esse para motivar encontros e seminarios. Lindo ... Sqn. Na pratica so funciona quando um deles é atingido. O povao mesmo que se exploda. Lei pra quem, se a Jurisprudência a interpreta ao gosto do cliente?
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