O desembargador Amado Cilton Rosa, do Tribunal de Justiça do Tocantins, foi condenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à aposentadoria compulsória com proventos proporcionais, por organizar um esquema de venda de sentenças em seu gabinete.

O magistrado foi denunciado durante a operação maet, deflagrada em 2010, e estava afastado das suas funções desde 2011. Os 16 acusados da investigação na venda de sentenças e fraudes em cobranças de precatórios no TJ-TO.
De acordo com Luiz Fernando Keppen, relator do processo, Amado teria nomeado parentes como assessores no gabinete e montada um núcleo de venda de cisões judiciais.
A defesa do desembargador havia pedido a suspensão do processo até o julgamento da ação penal, e alegado que o magistrado foi inocentado em algumas acusações na ação civil. Mas Alcides Martins, subprocurador-geral da República, entendeu que as provas eram claras e portanto o processo administrativo deveria ser concluído pela aposentadoria. Com informações da assessoria do CNJ.




O servidor público vende sentenças e é condenado à pena máxima de aposentar-se com proventos integrais de desembargador.
Como é bom ser magistrado e promotor nesse país.
Que maravilha!
Fui ver no sítio do TJTO o perfil do ilustre Desembargador, e está bloqueado.
Talvez para evitar exposição pública.
Mas, a condenação, definitiva, dele, foi pública.
Não entendo a restrição.
Venda de sentença punida com aposentadoria compulsoria? Onde? Como? Isto e fake. Nunca vi nada parecido nos jornais do mundo.
Num mundo perfeito ele seria demitido sem direito a nem um centavo do dinheiro do pagador de impostos; infelizmente, ainda estamos longe de alcançar essa fantasia. As muralhas do castelo do Judiciário ainda são muito altas
Na verdade ele integra uma quadrilha que praticava fraudes . A venda de sentença era apenas mais um ato do tipo. SEM JUDICIÁRIO INDEPENDENTE E ELEITO PELO VOTO DOS CIDADÃOS NUNCA HAVERÁ DEMOCRACIA NEM O FIM DA ROUBALHEIRA DISTORÇÕES E CORRUPÇÃO... VEJAM QUE O JUDICIÁRIO QUANDO FALA, DEIXA A DESEJAR.
Este é o país da impunidade. Se uma pessoa comum rouba, vai preso e se isto acontece na condição de empregado, dispensado COM JUSTA CAUSA sem qualquer indenização.
Um Juiz ROUBA
JUIZ que ROUBA neste país recebe PRÊMIO PELO ROUBO e não punição exemplar.
Isto tem que acabar, pois quem rouba não pode ser agraciado com uma aposentadoria polpuda. O pobre se aposenta com um salário mínimo. Dê aos juízes uma aposentadoria de um salário mínimo e os demais pensarão muitas vezes antes de cometer crimes.
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