O Grupo Prerrogativas manifestou apoio à desembargadora Simone Schreiber, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, após uma discussão agressiva com o desembargador André Fontes na última semana, durante um julgamento na 1ª Seção Especializada.

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Na ocasião, Fontes se irritou com um esclarecimento de Schreiber a respeito de seu voto e afirmou que ela não teria "autoridade constitucional" ou "competência" para criticá-lo. Ele também acusou a colega de insultá-lo e desqualificá-lo em sessão. Já a desembargadora afirmou que o magistrado apenas se comportaria de tal forma com relação a ela.
De acordo com o Prerrogativas, Fontes atuou "de forma desrespeitosa e incompatível com a função que desempenha". O episódio seria uma manifestação de machismo e misoginia, que reforçaria um "sentimento de desconsideração, hostilidade e desrespeito ao trabalho feminino".
Além disso, o desembargador, "assumindo uma postura nitidamente autoritária", teria violado seu código de ética ao elevar a voz contra a colega e usar "palavras nada polidas".
O grupo também lamenta que os colegas da seção tenham ficado em silêncio durante o ocorrido: "Todos têm o dever de agir com firmeza para não só colocar ordem, mas fundamentalmente exteriorizar repulsa ao acontecido a olhos nus".




Hoje em dia, segundo alguns, não se pode mais haver discordancias. tudo é lacração. tudo é "machismo". Ora bolas, visoes diferentes sobre determinado assunto sempre haverá! Ainda mais em sessoes de julgamento.
Mulheres estão sempre certas? claro que NÃO!
Homens são passiveis de erro? claro que SIM!
Menos mimimi. Mais informação!
Ora ora, o fato de os demais desembargadores ou mesmo o procurador de justiça não terem feito nada apenas reforça o quão machistas são, isto sem desconsiderar que a omissão configurou inequívoca covardia. Coragem, destemor, voz grossa só mesmo com pretos e pobres. Com relação a estes S. Exas. são umas feras.
A falta de urbanidade, respeito e sobriedade é repudiável a qualquer magistrado porque viola todas as disposições básicas de sua atuação ética que a Lei dispõe.
Poderia dizer que o fato de um desembargador se desentender, elevar o tom de voz e usar palavras fortes seria machismo se isso ocorresse apenas no trato de homens com mulheres. Se for assim, qualquer discordância com oposição de sexos será vista como machismo - o que beira o absurdo.
Não é porque alguém é alvo de uma discussão que isso é machismo. É porque o infrator rebaixa uma pessoa pelo fato de ela ser mulher, o que no caso mostrado não ocorreu.
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