Cerimônia de premiação do 18º Prêmio Innovare será nesta terça (7/12)

O Prêmio Innovare apresentará nesta terça-feira (7/12) os ganhadores e homenageados de sua 18ª edição. A cerimônia, que acontece no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal, começa a partir das 11h e será transmitida ao vivo pelo canal do Innovare no Youtube.

Divulgação

Instituto InnovareCerimônia de premiação do 18º Prêmio Innovare será nesta terça-feira (7/12)

Dois trabalhos já foram escolhidos como vencedores do Prêmio Destaque (com o tema Defesa da Igualdade e da Diversidade) e da Categoria CNJ/Tecnologia. A cerimônia da terça-feira vai revelar os ganhadores das categorias Tribunal, Juiz, Ministério Público, Defensoria Pública, Advocacia e Justiça e Cidadania.

Os finalistas são de oito estados, além do Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Goiás, Minas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao todo, mais de 630 práticas concorreram à seleção pela comissão julgadora do Prêmio Innovare. São Paulo (119), Rio Grande do Sul (51) e Minas Gerais (39) foram os três estados que mais inscreveram práticas para essa edição e todos têm iniciativas na final.

Em seus 18 anos de existência, o Innovare já premiou mais de 240 práticas, entre mais de sete mil trabalhos, em diferentes áreas da atuação jurídica. Todas as iniciativas selecionadas são incluídas no banco de práticas do Innovare, que pode ser consultado no site do instituto. 

"Resolvemos realizar a cerimônia no mesmo formato do ano anterior, online, por conta dos riscos de contágio de Covid-19, já que a pandemia ainda ameaça. Desta forma, não haverá cerimônia presencial para autoridades. Apenas os membros da diretoria do Instituto Innovare estarão, com a equipe técnica e o mestre de cerimônias no Salão Branco do STF", explicou a coordenadora do Prêmio Innovare, Raquel Khichfy.

Sobre o Prêmio Innovare
Desde sua criação, em 2004, o Prêmio Innovare vem trabalhando para identificar e colocar em evidência iniciativas que trazem inovações e contribuem para o aprimoramento da Justiça. Os trabalhos selecionados são verificados individualmente pelos consultores do Innovare e do Datafolha.

A escolha dos participantes observa as regras do edital de seleção divulgado durante o período de inscrições, geralmente entre os meses de março e abril de cada ano. O prêmio conta com o apoio de instituições parceiras que colaboram para a credibilidade e prestígio da premiação. Com informações da assessoria de imprensa do Instituto Innovare.

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
04 de dezembro de 2021 às 21:18

Por Vasco Vasconcelos,escritor, jurista e abolicionista contemporâneo. OAB não tem nenhum interesse em melhorar o ensino jurídico. O negócio é encher os bolsos a custa do desemprego dos seus cativos. Trata-se da única indústria que em plena crise da COVID-19 continua lucrando. E o MPT, fica em silêncio com a exploração dos nossos jovens e idosos, jogados ao banimento, num verdadeiro desrespeito, ao direito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana. VIVA O TRABALHO ANÁLOGO A DE ESCRAVOS A ESCRAVIDÃO MODERNA DA OAB, graças as omissões do subserviente Congresso Nacional, que se curva perante a tais abusos, gerando, fome, desemprego, depressão ,síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas, uma chaga social que envergonha o país, dos desempregados. Temos que extirpar esse câncer rumo inserir no mercado de trabalho cerca de 400 mil cativos da OAB, aptos para o mercado de trabalho. Segundo dados extraídos do CONJUR, “O Tribunal Superior de Utah, nos EUA, proibiu a realização do próximo exame de ordem, que estava marcado para julho de 2020, por causa da pandemia de coronavírus. A solução encontrada pelo tribunal para solucionar o problema dos bacharéis formados em maio e junho de 2020 é bastante simples: conceder aos bacharéis licença para advogar sem exame de ordem. Mas aqui no Brasil o negócio da OAB é grana, mesmo. Quem lucra com o trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna não tem nenhum interesse em abolir essa excrescência. Depois que no último caça -níqueis exame OAB/FGV, serem, FLAGRADAS PLAGIANDO vergonhosamente questões de outra Banca, perdeu de vez a credibilidade. UFA!...

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
04 de dezembro de 2021 às 21:18

Por Vasco Vasconcelos,escritor, jurista e abolicionista contemporâneo. OAB não tem nenhum interesse em melhorar o ensino jurídico. O negócio é encher os bolsos a custa do desemprego dos seus cativos. Trata-se da única indústria que em plena crise da COVID-19 continua lucrando. E o MPT, fica em silêncio com a exploração dos nossos jovens e idosos, jogados ao banimento, num verdadeiro desrespeito, ao direito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana. VIVA O TRABALHO ANÁLOGO A DE ESCRAVOS A ESCRAVIDÃO MODERNA DA OAB, graças as omissões do subserviente Congresso Nacional, que se curva perante a tais abusos, gerando, fome, desemprego, depressão ,síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas, uma chaga social que envergonha o país, dos desempregados. Temos que extirpar esse câncer rumo inserir no mercado de trabalho cerca de 400 mil cativos da OAB, aptos para o mercado de trabalho. Segundo dados extraídos do CONJUR, “O Tribunal Superior de Utah, nos EUA, proibiu a realização do próximo exame de ordem, que estava marcado para julho de 2020, por causa da pandemia de coronavírus. A solução encontrada pelo tribunal para solucionar o problema dos bacharéis formados em maio e junho de 2020 é bastante simples: conceder aos bacharéis licença para advogar sem exame de ordem. Mas aqui no Brasil o negócio da OAB é grana, mesmo. Quem lucra com o trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna não tem nenhum interesse em abolir essa excrescência. Depois que no último caça -níqueis exame OAB/FGV, serem, FLAGRADAS PLAGIANDO vergonhosamente questões de outra Banca, perdeu de vez a credibilidade. UFA!...

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
04 de dezembro de 2021 às 21:21

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 30 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 3.0 BILHÕES DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" ."Já não escravos".

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
04 de dezembro de 2021 às 21:21

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 30 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 3.0 BILHÕES DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" ."Já não escravos".

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