Há quem entenda que o mundo está marchando para a adoção de uma Constituição global, em função da globalização de pessoas, capitais e mercadorias. No entanto, a ideia não é vista com bons olhos por um dos países mais beneficiados por esse processo: a China, que segue milenarmente seus próprios interesses.

A análise é de Carlos Blanco de Morais, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL). À ConJur, ele ressaltou que os países europeus e os Estados Unidos foram os grandes "perdedores" da globalização, pois passaram a ter balanças comerciais deficiárias.
Blanco participou nesta semana do Fórum de Integração Brasil-Europa (Fibe), evento que ocorre em Lisboa e na internet e debate "Os Desafios do Desenvolvimento: O Futuro da Regulação Estatal".
O professor ainda comentou a tentativa de criação de uma Constituição europeia no início do século. O processo derrapou quando a França e a Holanda rejeitaram a proposta. Blanco destacou que "a Europa é constituida por velhas nações, que não querem perder sua identidade".
Clique aqui para assistir à entrevista ou veja abaixo:
Seja o primeiro a comentar.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login