A Justiça 4.0 ajuda o Direito, a advocacia e a sociedade como um todo, mas também é necessário um contato físico entre as partes, em prol dos direitos humanos.

Esse é o entendimento do advogado Robson de Oliveira, do Demarest Advogados. Ele esteve no lançamento da 12ª edição do Anuário da Justiça São Paulo, no início de novembro, na sede do TJ-SP.
Oliveira lembra que, antes da implantação das novas tecnologias, os advogados precisavam viajar muitos quilômetros para participar de audiências.
Mesmo assim, ele não abre mão de certos elementos do modelo tradicional. "A meu ver, pelo menos a audiência de instrução e julgamento deveria ser presencial."
O advogado ainda destacou um dos grandes gargalos no sistema de Justiça atualmente: a morosidade na fase de execução dos processos. Oliveira elogiou o Sniper, uma ferramenta que o Conselho Nacional de Justiça está lançando para eliminar essa demora e permitir um melhor atendimento da sociedade.
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