STF envia à PGR pedido para apurar ida de Carlos Bolsonaro à Rússia

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, enviou ao procurador-geral da República, Augusto Aras, o pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de que sejam apuradas as circunstâncias da viagem da comitiva presidencial à Rússia, em especial dos integrantes do chamado “gabinete do ódio”, e seus reflexos sobre a integridade das eleições deste ano.

O pedido foi apresentado no âmbito do Inquérito (INQ) 4.874, que investiga as milícias digitais antidemocráticas. Aras tem cinco dias para se manifestar sobre o requerimento.

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ReproduçãoMinistro envia à PGR pedido de senador para investigar ida de Carlos Bolsonaro à Rússia

No pedido, o senador afirma que, para a viagem oficial à Rússia e à Hungria, iniciada no último dia 14/2, a comitiva foi reduzida a pedido do país anfitrião, e três ministros deixaram de integrá-la.

No entanto, sustenta que foram mantidas “presenças questionáveis”, como a do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro e do assessor da Presidência Tercio Arnaud, que teriam cumprido agendas “bastante estranhas em solo russo”. Segundo Randolfe, Arnaud é conhecido como articulador de fake news.

Para o parlamentar, é necessário investigar os reais objetivos da viagem à Rússia “em momento internacional tão delicado, com uma comitiva sui generis, no início do ano eleitoral”. Com informações da assessoria do STF.

INQ 4.874

O ESCUDEIRO JURÍDICO disse:
24 de fevereiro de 2022 às 01:34

Esses filhos do "Mito" somente dão problema ao pai, aos brasileiros e aos cofres públicos.
Vade retro Bolsonaro e filhos!

Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco disse:
24 de fevereiro de 2022 às 09:17

Isto é a verdadeira face do lawfare contra o Presidente. A comitiva presidencial, por lei, é composta pelo próprio e por seus convidados, sejam quais forem. Lula levava a madame Rosemary Noronha, e nunca ninguem falou nada, nem o STF, nem a imprensa amigaa, e agora fica aí de mimimi contra o Presidente levar o filho. Leva quem quiser, filho, pai, mulher, amigos, parça, mano, etc. É direito do dito, e a lei lhe dá o respaldo para levar quem desejar. Melhor que as instituições se concentrem em fazer o que é certo, e não fazer o que lhes convém.

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