O título acima é meio medieval, porque, uma vez lido, já dá para entender a história.
Este texto é uma homenagem a todos os juízes do Brasil que respeitam os advogados e suas prerrogativas!
O advogado Robson da Silva Dantas teve suas prerrogativas violadas pela juíza Eva Lobo Dias Jorge, em uma audiência. Em São Paulo. Haverá desagravo! Justo!
Ele, polidamente, queria que se cumprisse um dispositivo do CPP. A juíza indeferiu. Ele quis fazer uma questão de ordem e ela tascou: indefiro, agora em diante vou indeferir tudo. Ele, polidamente, volta a pedir e ela: indefiro, indefiro, indefiro. E assim foi.
O causídico invocou prerrogativa, disse que não havia hierarquia e ela ironizou: ah, não doutor? Então o senhor estuda e senta aqui.
Bom, eu não sabia que para ser juiz a pessoa estuda mais do que advogado. E onde está a hierarquiza?
Desculpem minha dureza nesta escrita. Mas isso já passou dos limites Brasil afora.
O caso Robson é o retrato do autoritarismo. Dos donos do poder, no próprio sentido estamental trazido por Raimundo Faoro, por sinal presidente da OAB, quem escreveu esse clássico (Os Donos do Poder — que poucos leem, mas citam um monte).
Onde foi que erramos? Juíza e promotora em Santa Cataria cometem violência-assédio institucional contra uma criança estuprada.
Desembargador dá lições para advogado, dizendo que, se fizesse a sustentação daquele jeito, prejudicaria o cliente.
Juíza no Rio de Janeiro manda advogados se sentarem. De forma parecida com a juíza Eva Lobo.
Na justiça do trabalho há acórdãos que trazem assédio institucional a advogados, ameaçando com litigância de má-fé em caso de embargos oferecidos que sejam indevidos. Ao ler a "advertência", o causídico já treme todo.
Durante a pandemia, uma juíza se jactava em não usar máscara, até ensinando como escamotear o seu uso. E assim por diante.
Isso tudo no espaço de pouco tempo.
Todos os dias ouvimos relatos de prerrogativas violadas. Claro, as vezes a coisa vem a lume.
Isso tudo tem origem no modo de recrutamento. E antes disso, nas faculdades de direito, onde até os júris simulados multiplicam as formas autoritárias de exercício de poder.
Olhando os vídeos do caso do advogado Robson, percebe-se que, além de ter se perdido a empatia, perdeu-se também a educação.
Não gostam de advogados? Mudem de profissão. Não há um direito fundamental a ser juiz ou membro do MP; e não há dever fundamentar de ser juiz ou MP. É uma profissão. Importante. Mas o fato de ser profissão-função importante não quer dizer que "é mais do que os outros". Juiz e promotor não fazem favor à sociedade. Sei bem disso. Estive no MP por quase três décadas. Sei do que falo.
Se achar que advogados atrapalham, tentem outra profissão em que não há essa "raça de gente" que pede questão de ordem.
Isso. Kill all the Lawyers, disse Dick, o açougueiro, em Henrique 6º. Os advogados seriam os primeiros a serem eliminados.
Por que os advogados são a última trincheira, ainda hoje? Porque a próxima vítima pode ser você. E quem irá defendê-lo? Tiranos e advogados não combinam!
Stoik mujic. O advogado apanha e se levanta. Apanha e se levanta. Por isso sobrevive. Se ficar deitado, morre.
E, de novo: aqui, a contrario senso da crítica dura, vai a homenagem aos magistrados e membros do MP que não concordam com essas arbitrariedades.
Defender e cumprir a Constituição é, hoje, uma atitude revolucionária!
Texto mais que necessário. Não obstante o autoritarismo não seja algo novo no Brasil, na onda recente do país, este perdeu a vergonha dentro das instituições. Não precisa mais usar farda para ser autoritário.
Como muito bem disse o professor Lenio, não existe dever fundamental de ser juiz, promotor, delegado ou seja lá o que for. É apenas uma profissão como tantas outras e participar de um "quiz-show jurídico de luxo" não torna ninguém melhor que ninguém.
Os advogados devem ser respeitados dentro de suas prerrogativas que são garantias fundamentais do Estado Democrático de Direito, tal qual as garantias do MP ou da magistratura.
Defesa necessária dos profissionais que zelam pelos direitos na nossa democracia.
https://br.noticias.yahoo.com/jovem-reco nhecido-apenas-por-porte-fisico-e-conden ado-a-sete-anos-de-prisao-184309011.html
Não tenho certeza se é a mesma autoridade porque há apenas um sobrenome a mais... De toda a forma (coincidência ou não), a ampla defesa está sendo muito relativizada...
Um caso =Xjmsc-UIrPI =GkRnMXdG5VE&t=5s
https://www.youtube.com/watch?v
E no TJRJ
https://www.youtube.com/watch?v
Triste, lastimável, é ver pessoas inscritas na OAB como advogados defenderem essas aberrações.
Existem profissionais qualificados(as) e desqualificados(as) em qualquer atividade. Curioso é que os(as) mesmos(as) magistrados(as), promotores(as) e procuradores(as) ao sofrerem processos disciplinares contratam advogados(as) para defendê-los(as). Será que também são arbitrários(as) com vossos causídicos(as)?
"No século XIX, a advocacia era uma profissão aberta para o mercado. Não havia decretos estipulando o tipo ou mesmo a duração da formação que um indivíduo deveria possuir para exercer a advocacia. Nenhuma lei restringia nenhuma pessoa de ofertar seus serviços nesta área. Os únicos que reclamavam eram aqueles advogados que queriam forçar "padrões mais elevados" sobre o mercado.
[No Brasil, o Instituto dos Advogados do Brasil foi criado em 1843. O IAB exigia a formação acadêmica, mas não tinha poderes para fiscalizar e não obrigava os formandos a se cartelizar para poder exercer sua profissão. Em 1930, Getulio Vargas, por meio do Decreto n.º 19.408, de 18 de novembro de 1930, institui a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidade que passaria a ser quem efetivamente daria o aval para que a pessoa pudesse ou não exercer a profissão advocatícia.
Entretanto, até a década de 1970, ainda era possível exercer a advocacia sem se possuir formação acadêmica, sendo esse profissional pejorativamente chamado de Rábula. Foi a partir dos anos 1970 que a OAB começou a endurecer, culminando com uma lei de 1994, decretada pelo governo federal, declarando que a advocacia seria prerrogativa exclusiva dos bacharéis em Direito aprovados no exame de ordem da OAB. Ou seja, o advogado é o único profissional que, ao terminar a sua graduação, deve obrigatoriamente se submeter a um teste para poder exercer sua profissão. Criou-se assim a mais poderosa guilda do Brasil; uma reserva de mercado extremamente eficiente para restringir a oferta de serviços e, com isso, encarecer os preços ao mesmo tempo em que derruba a qualidade, pois a concorrência é extremamente restrita. (continua)
"Tão poderosa é essa guilda, que ela se tornou a única entidade corporativista citada em um texto constitucional. Como bem disse Roberto Campos: "A OAB conseguiu a façanha de ser mencionada três vezes na 'Constituição besteirol' de 1988. É talvez o único caso no mundo em que um clube de profissionais conseguiu sacralização no texto constitucional."
Atualmente, a advocacia é uma área restrita exclusivamente àqueles que podem bancar as amplamente inúteis e altamente custosas etapas exigidas para se obter uma licença, tudo graças ao lobby dessa associação de advogados. Você não pode "advogar" — um conceito extremamente vago — a menos que possua uma licença concedida pela guilda que opera sob a proteção do estado. E você não consegue obter uma licença sem passar pela tortura extremamente dispendiosa das faculdades de direito e, principalmente, pelo próprio exame da Ordem. A "prática não autorizada da advocacia" (uma regra jurídica) protege da concorrência esse cartel legitimado pelo estado (todo cartel só funciona quando sancionado pelo estado).
Ao elevar artificialmente o custo de entrada no mercado, a Ordem reduz sobremaneira a quantidade de concorrentes. Aqueles que conseguem entrar nesse mercado altamente cartelizado estão livres para cobrar preços muito mais altos, sem temor de concorrência. Nos EUA, ocorreu uma situação cômica: a própria American Bar Association (a OAB americana) publicou vários estudos que concluíram que um grande número de cidadãos americanos não conseguia bancar os honorários de advogados, o que significava que havia uma grande parcela de cidadãos que simplesmente não tinha condições de contratar um bom advogado para nada. Porém, ao invés de seguir a lógica e defender um livre mercado para a advocacia, (Continua)
a ABA passou a fazer lobby para que o governo americano começasse a subsidiar os pobres para que estes pudessem bancar os caríssimos honorários dos advogados. Ou seja, na prática, não satisfeita com seu cartel chancelado pelo estado, a ABA queria também receber dinheiro diretamente do governo.
Em 1987, o presidente da Legal Services Corporation (entidade privada e sem fins lucrativos que busca garantir acesso igualitário à justiça para todos os americanos que não podem bancar advogados), W. Clark Durant, fez um discurso na sede da ABA pedindo a abolição de sua própria agência e de todas barreiras à concorrência, pedindo um livre mercado para a advocacia. No dia seguinte, o presidente da ABA pediu que Durant fosse demitido.
A Ordem é extremamente vigilante e ciosa de seu mercado restrito, sempre intimidando e processando advogados "não-autorizados". Quando instada a defender suas medidas, ela apenas diz que está tentando "proteger" os consumidores contra 'provisionados' destreinados e incompetentes. Porém, tal justificativa não faz sentido. Consumidores que porventura fossem prejudicados por um advogado sem formação poderiam facilmente processá-lo, e sem dúvida contariam com os ávidos e entusiásticos préstimos de um advogado formado.
Outro exemplo americano muito ilustrativo vem da cidade de Portland, no estado do Oregon. Robin Smith havia trabalhado como técnica jurídica em um grande escritório de advocacia por vários anos, mas estava enojada com o fato de que os advogados de seu escritório cobravam altos honorários de seus clientes por um trabalho que era todo feito por ela, e honorários que a maioria das pessoas mal podia pagar. Sendo assim, ela se demitiu e abriu um negócio próprio, a People's Paralegal, Inc (continua)
(algo como Assistência Jurídica do Povo). Durante vários anos, seu empreendimento se expandiu continuamente, oferecendo a baixo custo serviços que eram amplamente demandados, tal como esboço de testamentos e papelada para divórcios. Ela sabia que tinha de fornecer serviços de alta qualidade para poder ser aprovada pelo teste que realmente importa, o teste do mercado — e assim, ela se esforçou para fazer um bom trabalho, um trabalho que satisfizesse seus clientes. E ela de fato se saiu muito bem. =1055).
Porém, o sucesso é perigoso e a guilda é furiosa e temerosa da concorrência trazida pelo livre mercado. A Ordem dos Advogados do Oregon entrou com um processo contra Smith por violação do estatuto da "prática não autorizada da advocacia" e o veredito foi aquele totalmente previsto para um cartel legalizado. Não apenas a People's Paralegal foi coagida a jamais "violar a lei" novamente, como também Smith foi obrigada a ressarcir à Ordem todos os custos que a mesma incorreu na ação judicial contra Smith! Os cidadãos do Oregon perderam uma fonte alternativa e de baixo custo para assistência jurídica e Robin Smith e seus empregados perderam a liberdade de servir pessoas que voluntariamente procuravam seus serviços.
A guilda não vai atrás apenas daqueles indivíduos que têm a audácia de concorrer contra ela no mercado; ela também vai atrás de qualquer pessoa que ouse publicar livros que forneçam informações para aqueles que queiram lidar sozinhos com seus próprios problemas jurídicos. Nos EUA, ficou famoso o caso da Ordem dos Advogados de Nova York agitando contra Norman Dacey, autor do livro "How To Avoid Probate!" (Como Evitar a Inventariação!). (vide continuação em https://www.mises.org.br/Article.aspx?id
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Todos os PLs de interesse da OAB são votados e aprovados toque de caixa. E os contrários arquivados. Quais os segredos? Alô Senhores membros da OIT, OEA, TPI e ONU, MPF, e os omissos e subservientes Deputados e Senadores, até quando os Senhores vão aceitar: Lesões à ordem jurídica e a direitos constitucionalmente garantidos relacionados a FRUSTRAÇÃO AO EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITOS DOS TRABALHADORES? (CAÇA-NÍQUEI$ DA OAB? O trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB? E também a fraude da Lei nº8.906/94 (Estatuto da OAB), a qual não foi votada nas comissões de praxe do Congresso Nacional, não foi debatida com a sociedade, fatos estes denunciados pela Associação Nacional dos Bacharéis em direito – ANB, junto ao MPF, Congresso Nacional e até junto ao Egrégio Supremo Tribunal Federa. O projeto de Lei 2.938/1992 que deu origem ao Estatuto da Advocacia Lei n° 8.906/1994 foi aprovada mediante fraude. Não foi votada pelo Plenário da Câmara Federal e nem pelo Senado Federal como exige o Regimento Interno e a Constituição Federa. A Lei 8.906/1994 tem grave vicio formal e material insanável. Trata-se de uma fraude. A ANB Associação Nacional dos Bacharéis em Direito, Ajuizou a ADI 6278/2019 no STF questionando a referida Lei, mas?
É notório que as desigualdades sociais neste país dos desempregados e aproveitadores são por causas de indivíduos, sindicatos e entidades inescrupulosas que fazem o “RENT SEEKING” uma espécie de persuadir os governos débeis, omissos e o enlameado Congresso Nacional a conceder favores, indecentes, benefícios e privilégios a exemplo do jabuti, o pernicioso caça- níquei$ exame da OAB.CRIAM-SE DIFICULDADES P/ COLHER FACILIDADE$$$$$. Até quando quando vai essa exploração?
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Todos os PLs de interesse da OAB são votados e aprovados toque de caixa. E os contrários arquivados. Quais os segredos? Alô Senhores membros da OIT, OEA, TPI e ONU, MPF, e os omissos e subservientes Deputados e Senadores, até quando os Senhores vão aceitar: Lesões à ordem jurídica e a direitos constitucionalmente garantidos relacionados a FRUSTRAÇÃO AO EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITOS DOS TRABALHADORES? (CAÇA-NÍQUEI$ DA OAB? O trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB? E também a fraude da Lei nº8.906/94 (Estatuto da OAB), a qual não foi votada nas comissões de praxe do Congresso Nacional, não foi debatida com a sociedade, fatos estes denunciados pela Associação Nacional dos Bacharéis em direito – ANB, junto ao MPF, Congresso Nacional e até junto ao Egrégio Supremo Tribunal Federa. O projeto de Lei 2.938/1992 que deu origem ao Estatuto da Advocacia Lei n° 8.906/1994 foi aprovada mediante fraude. Não foi votada pelo Plenário da Câmara Federal e nem pelo Senado Federal como exige o Regimento Interno e a Constituição Federa. A Lei 8.906/1994 tem grave vicio formal e material insanável. Trata-se de uma fraude. A ANB Associação Nacional dos Bacharéis em Direito, Ajuizou a ADI 6278/2019 no STF questionando a referida Lei, mas?
É notório que as desigualdades sociais neste país dos desempregados e aproveitadores são por causas de indivíduos, sindicatos e entidades inescrupulosas que fazem o “RENT SEEKING” uma espécie de persuadir os governos débeis, omissos e o enlameado Congresso Nacional a conceder favores, indecentes, benefícios e privilégios a exemplo do jabuti, o pernicioso caça- níquei$ exame da OAB.CRIAM-SE DIFICULDADES P/ COLHER FACILIDADE$$$$$. Até quando quando vai essa exploração?
Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.. .
Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.. .
A tempos venho observando essa soberba qdo ha em um membro do judiciário e Ministério Público. Em muitos fica visível transtorno de comportamento desviante, que precisaria de intervenção psiquiátrica ou psicológica, e em outros uma sombra que esconde uma personalidade oculta. Infelizmente o modo de perceber a realidade interfere, ainda que não queira, no julgar e no acusar. Se agentes políticos fizessem terapia, como vasos, muitos trincariam e quebrariam.
O texto só relata aqui que tenho certeza (e nunca vai mudar): no Brasil juiz está acima de Deus.
Via de regra, meu conhecimento jurídico - pequeno perto do dele - me faz discordar desse articulista, dessa vez, assino embaixo.
Hoje, é difícil encontrar um advogado que não tenha presenciado/vivenciado atrocidades como esta que o colega, lamentavelmente, teve de suportar com a honra da profissão que lhe garante a Constituição Federal.
Fico a imaginar como é que "alguns juízes", a exemplo do estilo desta juíza, e sabemos que não são todos os juízes que agem desta forma, apenas "alguns muitos", conseguem advogar sem qualquer remorso e constrangimento depois que se aposentam, sendo que em sã consciência, cá para nós, já seria e é até absurdo, um contrassenso descambarem para esta profissão.
Mas, se conseguem, deve ser porque ao fim e ao cabo reconhecem a grandeza da advocacia. Grandeza esta da qual não serão verdadeiramente dignos!
Precisa ser penalizado de forma mais ostensiva. O mero desagravo logo é abafado pela Associação de Magistrados com nota de apoio. Uma penalização criminal é o mais adequado, pois, o Juiz, mais que todos, está adstrito a Lei. Quando se desrespeita deliberadamente a Lei, seja um Estatuto ou um CPP, tem que haver punição, só assim serão educados e terão respeito.
Aprecio muito a riqueza dos artigos do Dr. Lenio. Mas, já fui um leitor mais devotado. De uns tempos para cá - sobretudo, depois que o "vale-tudo" constitucional e o "direito da conveniência" passou a imperar no Brasil -, tendo, lamentavelmente, como um dos seus ardorosos defensores, esse eminente jurista gaúcho, não somente diminui a leitura dos seus textos, mas, em verdade, deixei de lê-los simplesmente. Ouso, agora, fazer esse modesto comentário porque o caso ora retratado no sobredito artigo é emblemático, atual, recorrente e absolutamente danoso ao escorreito funcionamento do Judiciário e a própria Democracia, está última palavra tão em voga no Brasil de hoje. Ora, agressões de toda ordem a Lei, a Jurisprudência e ao Estado dito de Direito "pulularam aos borbotões" do STF, invertendo a lógica de fatos e pretendendo criar verdades absolutas à custa da espoliação, do descrédito e da desmoralização da Carta Magna e do Poder Judiciário, sob o silêncio omisso e conivente de notáveis figuras do meio jurídico tupiniquim. Aliás, mais do que silentes, fortaleceram às injustiças e toda a sorte de arbitrariedades praticadas diuturnamente ao bom direito e em detrimento da população jurisdicionada. O que dizer do "inquérito do fim do mundo?", das prisões e condenações ilegais por crimes que sabidamente não demandariam qualquer privação do sagrado direito a liberdade? Das medidas espartanas, draconiana e ditatoriais travestidas de lícitas e constitucionais, voltadas para silenciar opiniões e manifestações contrárias à entidades que se julgam onipotentes, onipresentes e oniscientes? Os arroubos que agora assistimos - e decerto recidivas outras estão por vir - são árvores daninhas que brotam das sementes que foram adredemente regadas no Poder Judiciário.
Em Uberaba/MG, um Juiz mandou prender (e TORTURAR...) um Advogado, porque ele reclamou contra a falta de prestação jurisdicional, e exigiu que o Magistrado, cumprisse o que manda a Lei. O pior, é que a OAB não fez nada...
Bela matéria, mas fica aqui a pergunta? Desagravo serve para alguma coisa? Antes eram apenas aquelas decisões absurdas e parciais. Agora são agressões verbais com perfis ditatoriais. O Estado precisa agir contra esses funcionários públicos desqualificados punindo de forma correta e justa. A sociedade brasileira precisa cobrar isto do Estado. Urgente.
Existem as Escolas da Magistratura, Escolas do Ministério Público, Escolas da Advocacia.
E deveriam ocupar-se, em primeiro lugar, da capacitação e profissionalização de magistrados, promotores/procuradores e advogados para o exercício cotidiano das respectivas profissões, no âmbito forense, cada qual ciente e consciente das próprias prerrogativas e das prerrogativas dos outros e todos juntos com grande respeito aos direitos dos serventuários e jurisdicionados. Tenho visto abusos tanto de magistrados, quanto de promotores/procuradores e advogados. A impunidade dessas três categorias profissionais vai acabar por desacreditar a própria democracia. Os profissionais das três carreiras que agem no cumprimento de seus deveres devem atentar para essa questão com urgência antes que outras forças externas ao meio forense resolvam "botar ordem na casa".
Infelizmente, isso continuará acontecendo enquanto a OAB não cumprir com o seu papel e deixar de defender somente as pautas de Ideologia, principalmente as da esquerda que serve somente para corromper a cultura do povo e não defende e não contribui em anda aos advogados. Essa estúpida Juíza deveria ter sido Presa por Abuso de Autoridade e imediatamente ser conduzida a um Distrito Policial e Aberto Processo Disciplinar na Corregedoria do TJSP e no CNJ para garantir a punição. Ela sim, deveria estudar para ser uma profissional da área jurídica, porque a postura criminosa dEla não condiz com nenhum profissional, mormente da área jurídica. E os advogados devem ficarem atentos, porque agora isso irá acontecer com veemência, ante a postura adotada por alguns Ministros do STF.
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