Lenio Streck segue na comissão de estudos constitucionais da OAB

O jurista Lenio Streck, advogado e colunista da ConJur, foi novamente nomeado membro da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Ele integra o grupo desde 2019.

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Lenio Streck continuará na comissão de estudos constitucionais da OAB
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Procurador de Justiça aposentado, Lenio Streck é pós-doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Lisboa (Portugal) e doutor e mestre em Direito do Estados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional, é professor de pós-graduação em Direito da Unisinos (RS) e da Unesa (RJ).

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
14 de março de 2022 às 17:16

Ajude-nos abolir urgente a exploração dos bacharéis em direito (Advogados) devidamente qualificados pelo omisso e subserviente MEC jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho num verdadeiro desrespeito ao direito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana .Pelo fim urgente do trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna da OAB. O fim dessa EXCRESCÊNCIA significa inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB
Como esses cativos vão poder pagar empréstimos do Fies se não tem direito ao primado do trabalho?
https://www.gazetams.com.br/noticia/30535/excel-ncias-isso-e-sui-generis-por-vasco-vasconcelos-escritor-jurista-e-abolicionista-contemporaneo-brasiliadf Artigo
EXCELÊNCIAS! ISSO É SUI GENERIS? - Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo – Brasília-DF
OAB/FGV PLAGIANDO QUESTÕES DE OUTRA BANCA EXAMINADORA PARA FERRAR AINDA MAIS SEUS CATIVOS E AUMENTAR O FATURAMENTO? Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo Chegou o limite de tolerar o intolerável e suportar o insuportável. Não há tortura aceitável. A escravidão no Brasil foi abolida há 134 (cento e trinta e quatro anos), Mas até hoje as pessoas são tratadas como (RES) coisas, e/ou mercadorias, para delas tirarem proveitos econômicos. Refiro-me a exploração dos milhares de bacharéis em direito, (advogados), o trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna da OAB. Criam-se dificuldades para colher facilidades.
“Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
14 de março de 2022 às 17:16

Ajude-nos abolir urgente a exploração dos bacharéis em direito (Advogados) devidamente qualificados pelo omisso e subserviente MEC jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho num verdadeiro desrespeito ao direito ao primado do trabalho e a dignidade da pessoa humana .Pelo fim urgente do trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna da OAB. O fim dessa EXCRESCÊNCIA significa inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB
Como esses cativos vão poder pagar empréstimos do Fies se não tem direito ao primado do trabalho?
https://www.gazetams.com.br/noticia/30535/excel-ncias-isso-e-sui-generis-por-vasco-vasconcelos-escritor-jurista-e-abolicionista-contemporaneo-brasiliadf Artigo
EXCELÊNCIAS! ISSO É SUI GENERIS? - Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo – Brasília-DF
OAB/FGV PLAGIANDO QUESTÕES DE OUTRA BANCA EXAMINADORA PARA FERRAR AINDA MAIS SEUS CATIVOS E AUMENTAR O FATURAMENTO? Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo Chegou o limite de tolerar o intolerável e suportar o insuportável. Não há tortura aceitável. A escravidão no Brasil foi abolida há 134 (cento e trinta e quatro anos), Mas até hoje as pessoas são tratadas como (RES) coisas, e/ou mercadorias, para delas tirarem proveitos econômicos. Refiro-me a exploração dos milhares de bacharéis em direito, (advogados), o trabalho análogo a de escravos a escravidão moderna da OAB. Criam-se dificuldades para colher facilidades.
“Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?

O ESCUDEIRO JURÍDICO disse:
14 de março de 2022 às 22:28

Parabéns pela participação na comissão de estudos constitucionais da OAB. Eu o reputava integrante da comissão de "Metafísica jurídica".

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