Bolsonaro tenta se desvincular de violência de seus seguidores

"Autoexilado" nos Estados Unidos desde o fim do mês passado, antes mesmo do fim de seu mandato na Presidência da República, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por meio do Twitter, falou sobre os atos de vandalismo terrorista cometidos por seus seguidores neste domingo (8/1).

Alan Santos/PR

Bolsonaro, atualmente nos EUA, negou qualquer vínculo com violência em Brasília
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O ex-presidente procurou se desvincular dos atos e, como costuma fazer, fez acusações à esquerda, em geral, e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em particular.

"Manifestações pacíficas, na forma da lei, fazem parte da democracia. Contudo, depredações e invasões de prédios públicos, como ocorridos no dia de hoje, assim como os praticados pela esquerda em 2013 e 2017, fogem à regra", disse ele. "Ao longo do meu mandato, sempre estive dentro das quatro linhas da Constituição, respeitando e defendendo as leis, a democracia, a transparência e a nossa sagrada liberdade."

Bolsonaro deu uma resposta direta a Lula, que se referiu a ele como responsável pela violência vista em Brasília neste domingo (8/1).

"No mais, repudio as acusações, sem provas, a mim atribuídas por parte do atual chefe do Executivo do Brasil." 

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