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Juiz Francisco Codevila lança livro sobre lavagem de dinheiro em 14/10, em Brasília

O juiz federal Francisco Codevila lança o livro Lavagem de capitais: aspectos político-criminais e jurídico-dogmáticos (Amanuense) em 14 de outubro, em Brasília.

Divulgação

Obra aborda novos aspectos do crime de lavagem de dinheiro

O lançamento ocorrerá a partir das 19h no IDP Asa Sul, que fica na SGAS II, Setor de Grandes Áreas Sul 607, Asa Sul, na capital federal.

A obra é uma análise crítica sobre o crime de lavagem de dinheiro, unindo teoria e prática judicial, que revela seus impactos no combate ao crime organizado no contexto do Direito Penal moderno.

Francisco Codevila é juiz federal em Brasília, pós-doutorando (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), doutor (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), mestre (Universidade Católica de Brasília) e bacharel (Universidade de Brasília) em Direito. Também é professor do IDP.

No prefácio, o advogado Pierpaolo Cruz Bottini, professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo, afirma que o livro combina a experiência prática de Codevila como magistrado reflexões teóricas.

“Há perspectivas originais e instigantes, como a relação entre a expansão do Direito Penal na sociedade de risco – com a progressiva proteção de bens coletivos e a antecipação da tutela penal nos crimes de perigo abstrato – e a abordagem legislativa e jurisprudencial do crime de lavagem de dinheiro, e a conexão entre a importância desse delito nas políticas de combate ao crime organizado e as pressões internacionais, protagonizadas pelos Estados Unidos da América, para a persecução da ocultação de capitais, como instrumento de enfrentamento do tráfico de drogas e do terrorismo”.

“Para o autor, isso que tem por consequência uma ‘americanização’ do Direito Penal, em especial no campo do Direito Penal econômico, que interfere na redação e na interpretação das normas, e na incorporação de alguns institutos estranhos à tradição jurídica continental, como a equalização entre atos de conspiração, tentativa e consumação, ou a supressão das diferenças entre autores e partícipes”, diz Bottini.

Clique aqui para ler o prefácio

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