As Polícias Civis de São Paulo e do Rio de Janeiro prenderam, nesta segunda-feira (2/2), 15 pessoas suspeitas de planejarem ataques nas capitais dos dois estados. Os possíveis alvos incluíam a Avenida Paulista e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Avenida Paulista era um dos alvos dos ataques planejados em São Paulo
De acordo com as autoridades paulistas, o grupo, armado com bombas caseiras e coquetéis molotov, “não tinha pauta” definida e buscava apenas causar tumulto, incitar violência e causar pânico. A organização para o ato teria acontecido em uma comunidade virtual de alcance nacional.
Já a polícia fluminense, que também apreendeu bombas caseiras e coquetéis molotov, afirmou que os ataques à Alerj estavam nos planos de um grupo apartidário e anticorrupção, com organização online das manifestações antidemocráticas.
Em São Paulo, 12 pessoas foram presas. No Rio, foram três prisões, além dos mandados de busca e apreensão. Todos os alvos são participantes ou administradores de grupos na internet, investigados por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo.
A ação no Rio foi conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), e os mandados foram cumpridos em endereços na capital, na região metropolitana do Rio e no interior do estado. Segundo a polícia, o grupo se intitula Geração Z e, apenas na capital fluminense, conta com 300 integrantes. Com informações da Agência Brasil.
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