Com a participação de magistrados e autoridades dos três poderes, o corregedor-geral da Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Cláudio Brandão de Oliveira, tomará posse como presidente do Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil.

Cláudio Brandão é corregedor-geral da Justiça do Rio de Janeiro
A cerimônia será no Plenário Ministro Waldemar Zveiter, no Tribunal da Justiça do Rio de Janeiro, na próxima terça-feira (10/5). Entre as presenças confirmadas está a do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça.
Brandão foi eleito presidente do colégio por aclamação, durante o 96º Encontro Nacional de Corregedoras e Corregedores-Gerais da Justiça do Brasil, em outubro do ano passado, no Rio.
Nova gestão
A Comissão Executiva do colegiado para 2026 será formada também pelos desembargadores Marcus da Costa Ferreira, corregedor-geral da Justiça do Estado de Goiás, que assumirá a 1ª Vice-Presidência; e Ana Lúcia Lourenço, corregedora da Justiça do Foro Extrajudicial do Tribunal de Justiça do Paraná, a 2ª vice-presidente.
Na mesma solenidade, serão empossados o presidente do Fórum Fundiário Nacional, desembargador Anderson Máximo de Holanda, corregedor da Justiça do Foro Extrajudicial do Tribunal de Justiça de Goiás; e a vice-presidente, desembargadora Maria Elvina Gemaque Taveira, corregedora-geral da Justiça do Estado do Pará.
O colegiado
Fundado no Rio, em 1994, o Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil tem como missão o aperfeiçoamento da prestação dos serviços judicial e extrajudicial no âmbito do primeiro grau de jurisdição dos estados e do Distrito Federal.
Entre suas atribuições, estão a fixação de diretrizes, uniformização de métodos e critérios administrativos, respeitada a autonomia e as peculiaridades regionais; o incentivo e o intercâmbio de boas práticas adotadas pelas corregedorias gerais; o estudo e o aprofundamento das questões relacionadas à atividade correicional; o debate de problemas e a proposição de soluções à Corregedoria Nacional de Justiça; e a defesa da autonomia administrativa e financeira das corregedorias gerais.
Com foro em Brasília, o colegiado tem sede administrativa na capital do estado no qual o presidente exerce a magistratura. Com informações da assessoria de imprensa do TJ-RJ.
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