A inteligência artificial (IA) não pode substituir o ser humano. É preciso usá-la para melhorar o trabalho e o aprendizado, mas sem que isso substitua o pensamento e a razão humanos.

Luiz Rodrigues Wambier, professor de Direito Processual Civil, no XIV Fórum de Lisboa
Essa é a opinião de Luiz Rodrigues Wambier, professor de Direito Processual Civil. Ele tratou do assunto em entrevista à revista eletrônica Consultor Jurídico durante o XIV Fórum de Lisboa, neste mês.
Na visão do docente, o uso das ferramentas tecnológicas precisa ser organizado sob bases éticas para que funcione a favor das pessoas. Para ele, esses cuidados devem ser tomados desde a elaboração dos prompts (comandos inseridos na IA para executar suas ações).
“Nós temos que nos apoiar nesses instrumentos para melhorar o nosso trabalho, aumentar o nosso aprendizado, sem, porém, substituir a voz humana, o pensamento humano, a razão humana pela inteligência artificial”, afirmou.
Clique aqui para ver a entrevista ou assista abaixo:
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