'crises e guerras'

GGN promove seminário sobre o papel do Brasil em disputas globais

O Jornal GGN vai promover, no dia 16 de maio, o seminário Crises e Guerras. O evento, que contará com a participação de Luís Nassif e Pedro Costa Júnior, será realizado no auditório da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), das 9h às 12h.

GGN

seminário crises e guerras GGN

O seminário conta com a participação de Luís Nassif e Pedro Costa Júnior

Segundo a organização, o seminário pretende ir além da análise conjuntural e debater o futuro do Brasil em meio às tensões geopolíticas e aos conflitos que redesenham o mundo.

A proposta parte do entendimento de que 2026 não é um ano eleitoral comum, ao contrário: trata-se de um momento em que as eleições brasileiras e norte-americanas se entrelaçam com disputas globais de poder, exigindo do público uma compreensão mais sofisticada das forças em jogo.

O evento abordará como a nova doutrina de segurança e política externa dos Estados Unidos, as guerras no Oriente Médio, as pressões sobre a América Latina e a crescente rivalidade com a China — especialmente em torno de minerais críticos — não são fenômenos distantes, mas elementos que incidem diretamente sobre o futuro político e econômico do Brasil.

A análise internacional ficará a cargo de Pedro Costa Júnior, doutor em Ciência Política, pesquisador especializado na política externa dos Estados Unidos e profundo conhecedor das dinâmicas de poder global. Sua trajetória acadêmica e atuação como analista de Relações Internacionais o credenciam como uma das vozes mais consistentes para interpretar o reposicionamento estratégico das grandes potências e seus impactos sobre países periféricos como o Brasil.

Já o cenário doméstico será destrinchado por Luís Nassif, premiado jornalista com mais de cinco décadas de atuação, reconhecido por sua leitura sofisticada da economia e da política brasileira e fundador do Jornal GGN. Com uma carreira marcada por análises que antecipam movimentos estruturais do país, Nassif deverá expor como fatores internos — como o risco de uma nova onda de lawfare, o fortalecimento da extrema direita, as incertezas institucionais e as fragilidades da campanha governista — se combinam com pressões externas, criando um quadro de elevada instabilidade. Com informações da GGN.

Clique aqui para fazer a inscrição.

Seja o primeiro a comentar.

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também