Coluna publicada na edição deste domingo (17/2) dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo
O Superior Tribunal de Justiça rebarbou uma lista de seis nomes enviados pela Ordem dos Advogados do Brasil para o preenchimento de uma vaga aberta na corte. Fez isso com astúcia, dando a impressão de que nenhum doutor do plantel conseguiu o quórum de 17 votos. Foi mais diplomático que o Tribunal de Justiça de São Paulo. No ano passado ele devolveu, por inepta, uma lista da OAB local. Um de seus candidatos a desembargador havia sido reprovado nove vezes em concursos para juiz de primeira instância. No Rio, há alguns anos, um dos nomes oferecidos pela Ordem anexara documentos falsos ao seu processo.
O que parece ser uma crise institucional entre um tribunal superior e a OAB é mais um episódio de desgaste de uma instituição coberta por glórias de outrora. Houve a Ordem dos Advogados de Vitor Nunes Leal, Miguel Seabra Fagundes e Raymundo Faoro. Sua história confundiu-se com a defesa das instituições, das prerrogativas dos advogados e os direitos dos indivíduos. E só. Seu mérito esteve na militância restrita.
Passou o tempo, e a Ordem acumulou atividades. Tornou-se administradora de imóveis, colônias de férias e mesmo parceira em programas de geração de emprego. Sustentada por contribuições compulsórias dos advogados, ela movimenta mais de R$ 100 milhões por ano e blinda suas contas ao exame externo.
Até aí, sorte do advogados, pois são eles quem elegem os dirigentes da OAB nos Estados e nos municípios. O que fazem com os mandatos que recebem é outra questão.
No ano passado, a OAB de São Paulo tornou-se carro-chefe do movimento “Cansei”. Em Foz do Iguaçu, o presidente da Ordem local classificou de “violação dos direitos humanos” as filas provocadas pela fiscalização da Receita Federal sobre os muambeiros do pedaço.
Valendo-se do santo nome da Ordem, há doutores que condenam a transposição do rio São Francisco. Podem ter toda razão, mas certamente há muitos outros inscritos na OAB que pensam diferente. O mesmo aconteceu quando a instituição associou seu nome a projetos de reforma política, flertando com os plebiscitos que seriam celebrizados pelo chavismo.
Nos anos 70, Raymundo Faoro reergueu a Ordem centralizando sua ação na defesa do restabelecimento do habeas-corpus. Soube, como ninguém, dispensar a toga de Catão de Geladeira, aquele que começa a discursar quando a luzinha se acende.
Em 2005, depois da absolvição do deputado cearense José Nobre Guimarães pela Assembléia Legislativa, o presidente da OAB federal classificou a decisão de “escárnio”. Tudo bem, pois um assessor de Nobre havia sido apanhado com US$ 100 mil na cueca. Contudo, o companheiro fora defendido pelo presidente da Ordem do Estado. Havia duas OABs, a escarnecida e a escarnecedora.
Uma Ordem de Advogados não é tribunal de última instância para grandes (e pequenos) itens da agenda nacional. Quando uma guilda assume esse papel, deformam-se os poderes republicanos e acaba-se mal. A marca da OAB transformou-se numa franquia desconexa. Diluiu sua autoridade, indo a um varejo no qual muitas vezes é confundida com os projetos dos profissionais no exercício de mandatos recebidos de seus pares. Há advogados comprometidos com a democracia e o bem público mas, como em qualquer profissão, há os que nada têm a ver com eles. Francisco Campos, autor da carta ditatorial de 1937, e Luis Antonio da Gama e Silva, pai do texto do Ato Institucional nº 5, eram grandes advogados, convencidos de que tinham o melhor a dar ao Brasil. “Gaminha” chegara a dirigir a Faculdade de Direito de São Paulo.
Se a Ordem não conseguiu fazer uma lista aceitável pelo Superior Tribunal de Justiça, que contrate bons advogados. Até lá, o melhor que se poderia fazer seria anunciar uma recomendação expressa aos titulares de cargos na OAB para que evitem misturar certezas, causas e objetivos individuais com o mandato que a guilda lhes deu. Se a Ordem não fala em nome de toda (ou quase toda) a comunidade de advogados, ouvi-la é perda de tempo.
A falada desordem da OAB nada mais é que a desordem e a falencia do Estado brasileiro. Hoje o portal terra anunciou:
"O Primeiro Comando da Capital (PCC), que já distribui cestas básicas e paga os custos das visitas dos familiares aos detentos, faz agora papel de Polícia e da Justiça organizando "tribunais" paralelos. De acordo com escutas telefônicas da polícia, os líderes julgam, condenam e punem pessoas que desrespeitam as regras da facção ou cometem crimes. Os tribunais, que antes eram exclusivos para militantes e simpatizantes da facção, começam a ganhar simpatia de moradores nas periferias das pequenas e grandes cidades do Estado de São Paulo".
Só falta o PCC instituir o "quinto" da OAB nos seus tribunais. Enquanto isso, a lerdeza e a indolencia continuam sendo "virtudes" no Judiciário oficial.
Os comentários do articulista não justificam a lamentável atitude do STJ, pois, não consta na Ata da fatídica Sessão qualquer fato que respalde a rejeição dos nomes apresentados pela OAB.
O Estado Democrático não pode conviver com fundamentos ou justificativas obscuras, razão pela qual, a fim de dar legitimidade à rejeição, deveriam, como corajosamente fez o TJ-SP, expressar as razões de seu inconformismo, para permitir, inclusive, que os supostos responsáveis se defendam.
Se imaginarmos ter razão o autor do artigo, estaríamos admitindo a perversa lógica de se atacar os dirigentes da OAB, cassando os direitos e prerrogativas de toda categoria representada pelo Conselho.
O colunista, neste deboche a OAB - Instituição que representa os Advogados Brasileiros, legitimamente e democraticamente eleita - deveria, também, dedicar algumas linhas aos JORNALISTAS E COLUNISTAS, do passado e do presente, que não fizeram e não fazem, de sua pena, instrumento de aluguel para causas e interesses, que respeitam seus leitores e não particularizam seus próprios rancores da vida.
Sei que a Imprensa não precisa ser justa, mas independente; porém menos, Seu Elio, devagar com o andor, porque V.Sa. escreveu bobagens, talvez a mando, talvez por "ouvir o galo cantar", talvez por antipatia, talvez por ignorância, talvez, até, porque não havia nada melhor, nenhum assunto pautado, afinal o papel aceita tudo.
Esse Elio Gaspari é um M A L A. Os seus livros parecem aquela série de terror da Sexta-feira 13. "A ditadura envergonhada, a ditadura desmascarada" e por aí vai. Igual musica do Jorge Ben. So muda o título. O problema no Brasil é que existem pessoas sem a menor importância, mas com amigos na mídia...
Fala Ministro SUNDA, como está sua campanha para STJ? E os despachos escaneia/sacaneia...e posturas prediletas...Sunda para ministro STJ!
ÉLIO GASPARI é craque.
E faz afirmações contundentes, de quem se debruçou sobre o tema.
A principal delas:
'Sustentada por contribuições compulsórias dos advogados, ela movimenta mais de R$ 100 milhões por ano e blinda suas contas ao exame externo'.
E mais:
'Se a Ordem não fala em nome de toda (ou quase toda) a comunidade de advogados, ouvi-la é perda de tempo'.
São questões recorrentes neste espaço.Nem sempre a OAB de tantas lutas está na defesa dos interesses da sociedade.
Embora usem o passado de lutas como escudo, esquecendo os esqueletos no armário, as chefias de hoje, definitivamente, não são Raymundo Faoro.
(continuação - parte 4)
Se se abrir o precedente de interferência na escolha privativa do Ministério Público e da Ordem dos Advogados do Brasil, rasgada estará a Constituição Federal, além do que, também o Poder Executivo poderá rejeitar as listas encaminhadas pelos tribunais com 3 nomes, o que significaria a degeneração total e completa do quanto instituído pela Carta Magna e, no final das contas, o Poder Executivo arvorar-se-ia na condução das escolhas, dando margem para um dirigismo que nega o fundamento material que está na base do artigo 94 e seu parágrafo único, que visa a manifestação plural das forças jurídicas vigentes na Nação.
Por esses fundamentos, se há alguém que violou as regras nesses episódios, foram o Superior Tribunal de Justiça, no caso mais recente, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e o do Rio de Janeiro, nos demais casos, já que a estes incumbe tão somente escolher 3 dos 6 que lhes são apresentados pela Ordem dos Advogados do Brasil, e não dizer ou determinar a esta como escolher dentre os seus membros os que comporão a lista sêxtupla. O critério de escolha dos seis nomes que devem entrar nesta lista é prerrogativas exclusiva da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público, quando a vaga destine-se a membros dessa última instituição.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista
sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou
sergioniemeyer@ig.com.br
(continuação - parte 3)
Nós, advogados, divergimos, sim, mas com vista a alcançarmos um patamar mais elevado de discernimento. E é divergindo que nossas forças convergem para a consecução do aperfeiçoamento das instituições democráticas, entre as quais se insere a do quinto constitucional.
A propósito do tema, recomendo aos que se interessarem a leitura do art. 94 da Constituição Federal, o qual reza, “litteratim”:
“Art. 94. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais dos Estados, e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros, do Ministério Público, com mais de dez anos de carreira, e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional, indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. Parágrafo único. Recebidas as indicações, o tribunal formará lista tríplice, enviando-a ao Poder Executivo, que, nos vinte dias subseqüentes, escolherá um de seus integrantes para nomeação.”
O “caput” determina que um quinto dos lugares seja ocupado por membros do MP e por advogados. Já o parágrafo único, ORDENA aos tribunais que escolham 3 dentre os 6 nomes que lhe são submetidos e envie a lista tríplice ao Poder Executivo, o qual escolherá 1 dentre esses 3. Não há nada nesse dispositivo constitucional, ou em qualquer outro, que autorize os tribunais a rejeitar integralmente a lista que lhes é apresentada pela OAB ou pelo MP. Admiti-lo significaria burlar a Constituição para aceitar uma interferência na própria elaboração dessas listas na origem, o que é francamente contrário ao espírito da Norma Ápice.
(continua abaixo)
(continuação-parte 2)
É o artigo 94 da Carta da República que preordena o modo como devem ser escolhidos aqueles que ingressam pelo quinto constitucional. E nesse dispositivo a Lei Maior não deixa a cargo de nenhum tribunal a possibilidade de interferir nos critério de escolha dos membros que devem compor a lista sêxtupla a ser apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil ou pelo Ministério Público. Aos tribunais cumpre somente escolher, ou pinçar, três dentre os seis nomes indicados por cada uma daqueloutras entidades.
Segundo, é falsa a conclusão subjacente às letras do artigo sob exame de que a Ordem dos Advogados do Brasil não tem legitimidade representativa dada a divergência de opiniões entre seus representantes e ou afiliados. Nesse ponto o articulista confunde representatividade e legitimidade com democracia. A Ordem dos Advogados do Brasil é uma entidade democrática, que preza o debate e a pluralidade de opiniões. E não poderia ser diferente, ou não teria condições de defender as instituições democráticas, caso no seu seio não praticasse os princípios da democracia.
Ademais, a advocacia constitui-se de uma classe de profissionais aos quais se deve conceder a presunção de erudição. No mínimo, os advogados possuem erudição jurídica, o que os coloca num patamar de intelectualidade singular, já que é inerente à atividade do foro a dialética. Ora, não há espaço para se desenvolver a intelectualidade se não se admitir a possibilidade de divergência. Numa palavra, a divergência é ínsita a toda intelectualidade. Divergir é a base da dialética. Nem por isso a divergência pode ser tomada como esgarçamento da força de coesão de uma classe.
(continua abaixo)
Dada à limitação imposta pelo Conjur, este comentário é dividido em 4 partes, iniciando no mais recente e terminando no mais antigo.
Elio Gaspari foi muito infeliz no seu artigo. Misturou alhos com bugalhos e, como não poderia deixar de ser, perdeu-se num discurso prenhe de sofismas, próprio dos que se imiscuem em matéria para a qual não passa de um perfeito neófito.
Primeiro, as vagas destinadas aos advogados e aos membros do Ministério Público nos tribunais, sejam os estaduais, sejam os superiores, exceto o Supremo Tribunal Federal, não derivam de nenhuma condescendência de quem quer que seja para que o articulista a elas se referisse como uma concessão da guilda. Ao contrário, é a Constituição Federal, promulgada por uma Assembléia Constituinte em que intervieram as mais diversas forças políticas da sociedade brasileira, inclusive aquelas que se originaram na ditadura militar, tão adulada pelo articulista (autor de uma obra que exige fôlego profundo para ser lida, a qual conta a história da ditadura militar em 4 volumes a partir da proximidade que ele tinha com um dos, se não o líder mais proeminente daquele regime, o General Golbery do Couto e Silva), que predetermina a exigência daquilo que vulgarmente se chama de o quinto constitucional. O quinto constitucional consiste em que um quinto das cadeiras na composição dos Tribunais deve ser ocupado por advogados e membros do Ministério Público.
Há um fundamento material para tal provisão constitucional: a oxigenação dos tribunais com os ares da advocacia e do Parquet, cuja experiência na atuação do direito é totalmente diferente daquela vivenciada pelos magistrados, já que a perspectiva de atuação de cada uma dessa profissões do direito não se confundem em nada.
(continua abaixo)
A prepotência dos dirigentes da OAB, federal e seccionais, e o desrespeito à constituição, não a legitimam dizer o que é inconstitucional ou não. Democracia vale para os outros, não para ela. O Estatuto da OAB está acima da Constituição, na mentalidade medíocre daqueles dirigentes. O quinto constitucional tem que acabar. O Sr. Elio Gaspari está correto. A OAB já teve grandes dirigentes. Hoje, os que a dirigem, só pensam na promoção pessoal. São muito pequenos.
sem discutir o mérito da decisão do STJ, deve-se aproveitar a oportunidade e rediscutir a OAB, redefinir seus objetivos, pois é certo que a política (no sentido pejorativo) muitas vezes substitui aquilo que deveria ser a missão da ordem.
Normalmente, criador e criatura se confundem!
No caso vertente, ELIO GASPARI e EREMILDO O IDIOTA!!!!!!!!!!!!!!
Já não á primeira vez que Gaspari "bate" na OAB. Sempre que pode o faz, parece perseguição querendo colocá-la descredito.
Ano passado, em um artigo dominical, no O Globo, questionava a "legitimidade" da Ordem em questionar a constitucionalidade de leis. Ele escrevia algo como: "quem é OAB para questionar a constiucionalidade dessa lei (a lei objeto do artigo), ela (OAB) é apenas uma guilda profissional como outra qualquer".
Gaspari com o seu "brilhantismo" intelectual, de quem teve a pretensão de colocar um ponto final na história ditatorial brasileira (1964-1985), em sua série de livros, expondo a "verdade", se esqueceu da outorga que a própria Constiuição da Republica faz a Ordem o Advogados do Brasil.
Há determinados gêneros de provocação que se visam um fim, provocam outro resultado totalmente diferente. Coloco neste rol o artigo de Elio Gaspari, o STJ e a lista séxtupla, e idem o TJESP e a recusa da lista da OAB.
Primeiro, o tão douto jornalista Elio Gasparia seria bem recebido para assistir a algumas votações de promoção para Desembargador de vagas de Juízes de Carreira nos Tribunais? Deixariam ele assistir e registrar o que acontece em tais reuniões dos Conselhos da Magistratura?
Segundo, a OAB merecia, seria melhor dizer que precisava destas provocações. Não um merecer pejorativo, mas uma necessidade de causar entropia, desestabilizar de um eixo de equilíbrio para outro, não há desenvolvimento e crescimento e grandes transformações sem desestabilizações e alguma dose de entropia.
Fato, eu não apostaria na OAB como uma estrutura paquidérmica e incapaz de se mover de outro modo que não seja muito lentamente, pelo contrário.
A estrutura da OAB é muito mais flexível que da maioria das Instituições Públicas, por ter diretorias eleitas e não donos, as opiniões são cambiantes, se alternam e mudam do mesmo modo que mudam não apenas os ocupantes das direções, nacional inclusive, como a própria renovação da advocacia.
E o Constituinte Original de 1988 não foi ingênuo em garantir a OAB prerrogativa de acionar o STF em ADIN e ADF.
O Conselho Federal de Medicina é uma guilda? Ou uma necessidade de proteger a sociedade?
No mais espero que a OAB leve a questão STJ e TJESP para o STF, e coloque-se logo os parâmetros da Estrita Legalidade, ficando claro até onde vai a "liberdade por inexistência de crime de hermenêutica" por parte dos Tribunais.
Convém também ir ao STF a questão do Exame de Ordem. Quem se desmoralizará ao fim?
O jornalista Gaspari estudou tanto os personagens Geisel e Golbery, que ficou seus fã. Relata isso expressamente. Agora, deu para bater em algumas instituições e alisar outras. Na época da redentora, não me lembro da sua verve na defesa dos direitos da cidadania. Hoje é fácil soar democrático.
Há um movimento para desacreditar as instituições, servidores públicos, os poderes constituidos, etc. Só não enxerga quem não quer! Vamos aos fatos:
1. O Poder Legislativo foi corrompido pelo Executivo, principalmente através do Mensalão e outras benesses, logicamente sem antes ocorrer uma avalanche de denúncias por parte de emissoras de televisão que mostravam o plenário vazio. (As comissões funcionando não interessava mostrar).
2. Os funcionários públicos há anos tem os seus salários achatados, aí incluídos os militares, os professores, etc.
3. Os jornalistas foram/são calados, ou, só falam o que interessa ao governo.
4. O Poder Judiciário está sendo "domado" pelo CNJ e denúncias e mais denúncias.
5. Agora chegou a vez da OAB! Os Tribunais não aceitam os advogados indicados.
Quem lucra com isso? O Poder Executivo, sim, legisla por MPs, quer afastar o Judiciário da cobrança e execução dos devedores, não quer ser incomodado por ninguém. Para isso enfraquece os outros Poderes e instituições. Se eu estiver errado, por favor, me avisem.
Repito: bater ou avacalhar instituições na democracia é fácil e soa bonito para os oportunistas e desinformados. Gaspari não tem um texto - um só, combatendo a época das trevas. É como estão dizendo os promotores: na época da ditadura não tínhamos prerrogativas e direitos. Como se para combater os canalhas fosse preciso prerrogativas...
Para o Sunda Hufufuur
Fala o Rodolpho
(continuação)
PROPOSIÇÃO
Sou matemático profissional e ganho a vida e sustento a família porque me pagam para ser matemático.
Sou advogado, formado pela USP, e entendo que todos têm o direito de opinar sobre tudo, inclusive sobre o Quinto.
Como matemático, o que posso fazer é dar aulas a você. Eu lhe ensinarei a História do Cálculo Diferencial e Integral, a História dos Números Transcendentais, que são os irracionais, não algébricos. O número (pi) é um transcendental.
Eu lhe darei aulas de LÓGICA, desde Aristóteles, passando por Leibniz, e chegando na PRINCIPIA MATEMATICA, de Bertrand Russell.
Se você não tiver se desintegrado nesse ponto, então chegaremos em Willard Van Orman Quine, que, a propósito foi PROFESSOR VISITANTE da Escola Livre de Sociologia e Política da Universidade de São Paulo, de junho a setembro de 1942.
Quem sabe a sua paranóia aguda poderá arrefecer após essas aulas.
O Helío Gaspari é um jornalista profissional que é regiamente pago para escrever, pois o público paga para ler o que ele escreve.
Você é um jornalista frustrado, complexado, que as pessoas PAGAM PARA NÃO LER, pois você só escreve asneiras e sandices.
Eu, da minha parte, abomino o Quinto, que deve ir para os quintos dos infernos. Dizer que é constitucional é não dizer nada, pois a presunção de inocência é constitucional e os Tribunais Estaduais e Superiores gargalham diante dessa garantia! O Quinto é um lixo, uma excrescência, uma abominação!
Sunda, o seu estilo cretino e imbecil faz lembrar o programa do Ratinho. Aqui não é o SBT, cara, aqui é o CONJUR. Pare de ser palhaço. Você vive defecando pela boca.
Para o Sunda Hufufuur
Fala o Rodolpho
Coelho Louco para Alice: “Tome mais uma xícara de chá”
Alice: “Mas como posso tomar mais uma xícara de chá, se ainda não tomei nenhuma?”
Coelho Louco: “É sempre possível tomar mais, o que não é possível é tomar menos”
(“Alice no País das Maravilhas” – Lewis Carroll)
TEOREMA 1
Sunda, seus ataques enlouquecidos e cretinos e idiotas ao Gaspari assemelham-se aos absurdos do Coelho Louco.
DEMONSTRAÇÃO
Você esculhamba com o Gaspari, proibindo-o de questionar o Quinto porque ele não é advogado.
Com isso você defecou pela boca, pois, não sendo jornalista, não pode deitar doutrina sobre jornalismo a um jornalista.
Está demonstrado o teorema.
TEOREMA 2
Sunda, você sofre de paranóia aguda, pois tem mania de grandeza e se julga um super intelectual.
DEMONSTRAÇÃO
Você se arvora em comentador de Quine e Putnam, sem ter idéia do que está falando, pois já mostrou que da LÓGICA você nem perto passa, e Quine foi um dos maiores LÓGICOS do mundo. E para saber Lógica você precisa saber Matemática, o que, tenho certeza, você nem sabe o que é.
Está demonstrado esse segundo teorema.
Caro Rodolpho,
Sinto contradizê-lo, mas para saber lógica não é preciso saber matemática. Só quem não conhece lógica nem matemática é que faz tal afirmação. Lógica é uma disciplina que orienta a razão. É usada pelos matemáticos, pelos filósofos, pelos juristas, pelos biólogos, e por todos os que prezam e cultivam a razão como uma operação da inteligência. A lógica trata da consistência e da validez dos argumentos. É possível estudar lógica (coisa que faço há 30 anos) sem saber nada de matemática. Até mesmo a dita lógica matemática pode ser conhecida sem o pré-requisito do conhecimento matemático. Aliás, o adjetivo "matemática" que qualifica o substantivo "lógica" é mal empregado, pois a única coisa comum entre a lógica matemática e a matemática é a palavra. O que ocorre, e é a causa da confusão, que estruturação da lógica, por meio de uma notação própria, desenvolvida por Gottlob Frege, inspirou-se nas notação matemática, especificamente a que é usada em álgebra. A teoria dos conjuntos, de George Cantor, também recorre à lógica para se estruturar. Contudo, a lógica não pertence à matemática. Se fosse assim, Richard Montague, um dos gigantes da lógica do séc. XX, não a aplicaria à lingugem para tentar demonstrar que toda língua rege-se pela lógica. Por isso, constitui um enorme equívoco confundir lógica com matemática ou dizer daquela que é inerente a esta. O conhecimento da lógica facilita o da matemática e vice-versa. Mas pode-se estudar e aprender qualquer uma delas independentemente da outra. É claro, subjacente aos teoremas e formulações matemáticas, assim como também a toda língua, sempre estará a lógica.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de SP
Caro Rodolpho,
Um detalhe. Antes de formar-me em Direito, cursei Física e Engenharia Elétrica na Puc do Rio de Janeiro, Matemática, no IMPA - Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro, e Economia, na Faculdade Cândido Mendes, também no Rio de Janeiro. Meu primeiro trabalho intelectual foi a tradução da obra de Elliott Mendelson, "Introduction to Mathematical Logic", edição de 1964, Litton Education Publishing, Inc. E como a lógica sempre me interessou desde os meus 17 anos, como disse, estudo essa matéria há 30 anos. Portanto, não me venha com o argumento de autoridade de que é matemático, manifestado abaixo, como se isso o credenciasse melhormente do que as outras pessoas e tudo o que dissesse sobre lógica devesse ser aceito como dogma. Seu comentário, dirigido ao mestre Sunda Hufufur, bem demonstra que seu conhecimento de lógica é limitado aos seu conhecimento de matemática, pois dá a entender que não sabe aplicá-la como instrumento da razão em toda e qualquer província do pensamento, à guisa de analisar e conferir a validez dos argumentos e construir argumentos válidos.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista
sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou
sergioniemeyer@ig.com.br
Perfeita a análise do colunista, especialmente quando diz que a OAB deveria se abster de dar palpite sobre tudo quanto é assunto, sem ter consultado a categoria, especialmente quando é certo que haverá intensa divergências de opiniões entre as centenas de milhares de advogados existentes no país.
Mais um longo texto do brilhante Elio Gaspari que, ao contrário de tantos outros, não traz nenhuma denúncia consistente. Fala da desordem da OAB, citando a defesa do deputado José Nobre pelo seu presidente. É sabido que advogado defende até quem pratica o mais hediondo dos crimes – nada de novo. Fala dos tempos dourados da OAB, sob a presidência de Vitor Nunes Leal, Miguel Seabra Fagundes e Raymundo Faoro e cita os grandes advogados Francisco Campos e Gama e Silva, ambos serviçais da ditadura. Não há nenhum critério objetivo, porém, para afirmar que a OAB de então era melhor. O problema está sendo desfocado: não está na OAB, mas, na forma de escolha dos magistrados - o “quinto”. Sente-se o pau nas distorções do quinto, mas, não se inclua a OAB nisso. Indicar não é escolher. Indica-se, quase sempre, um amigo, um correligionário. Pero Vaz de Caminha indicou seu genro para um cargo público, na famosa carta a D. Manuel. João Havelange, também, indicou seu genro para a presidência da CBF, cargo que ocupa há 19 anos. O problema, repito, está na forma de escolha, o “quinto”. Não há motivo para desancar a OAB, chamando-a franquia desconexa.
Em tempo: não vejo motivo para criticar a OAB por manifestar opiniões políticas. Deveria consultar a categoria? Por que, se já tem mandato outorgado e reoutorgado pela categoria? Podemos discordar das opiniões políticas da OAB e, eu mesmo, discordo. Mas, elas representam o ideário e as aspirações da categoria, um estrato social privilegiado da sociedade. Devem ser respeitadas, mesmo quando contraditórias, como as investidas contra a transposição do Rio São Francisco e a CPMF, assuntos a que não davam qualquer importância durante o período FHC.
Para Sergio Niemeyer
Fala o Rodolpho
- continuação -
Vamos fazer o seguinte, seu metido a besta: você diz que é Matemático, mas não profissional. Sendo assim, eu vou lhe dar uns probleminhas, não de curso superior, mas de ensino fundamental e médio, de álgebra e geometria e teoria dos números. Se você resolvê-los eu coloco você num museu. Você topa? Vamos fazer isso em público, perante a televisão? Aposto que o Elio gaspari consegue um programa para nós fazermos essa disputa.
Você é o faz-tudo; você também não vende pastéis, empadinha? O que mais você faz?
Eu não faço outra coisa: só lido com Matemática.
Você é o super gênio, que lida com quinhentas coisas.
O seu conhecimento de Lógica é absolutamente ZERO, pois você nem tangenciou a questão básica, que é a brutal ofensa que o tal de Sunda, sei lá das quantas, fez contra o jornalista Elio Gaspari, que é um profissional do jornalismo.
Pegue os seus diplomas e os enfie dentro da gaveta, cara. E vá se catar, enquanto isso.
Se você quer aparecer, entre numa escola de samba, e saia rebolando na avenida.
Você é tão neurótico e paranóico quanto o Sunda, pois se meteu em um assunto entre eu e ele, comprando uma briga que não era sua.
Está demonstrado o teorema.
Para Sergio Niemeyer
Fala o Rodolpho
TEOREMA
O Sérgio Niemeyer passa o dia inteiro olhando os diplomas e títulos dele, e não entende sequer o que lê, precisando de um curso de alfabetização URGENTE.
DEMONSTRAÇÃO
Não sabe nada de Português, pois escreveu: “nas notação matemática”. Onde é que está a concordância, Sérgio? Ficou louco?
Diz que sabe Lógica, mas mostrou que não sabe coisa alguma de Lógica, visto que, o que foi posto em questão, foi que o Sunda proibiu ao Elio Gaspari, um leigo, de discutir questões de Direito, enquanto ele, Sunda, que não é jornalista, se meteu a dar aula para um profissional do jornalismo.
Você diz que é formado em Matemática, Física, Engenharia Elétrica e Economia, mas não é profissional em nenhuma dessas áreas, isto é, ninguém lhe paga para que você exerça essas profissões. Portanto, para mim, você não é nada. Você é apenas um colecionador de diplominhas mequetrefes, pois tirar diploma no Brasil é a coisa mais fácil do mundo.
Machado de Assis nunca tirou diploma nenhum, mas é o maior escritor brasileiro e reconhecido no mundo inteiro.
Você está precisando de tratamento psiquiátrico, Sérgio, URGENTE.
Diga qual é a sua profissão, isto é, do que você vive, isto é, as pessoas pagam para você fazer o quê? Pagam para você ser Engenheiro, Economista, Matemático, Físico, ou pagam para você encher o saco dos outros?
Para o Sunda
Fala o Rodolpho
- CONTINUAÇÃO –
Agora todos os leitores deste CONJUR estão vendo que você deixou cair totalmente a máscara, pois você não se garante, e necessita gritar aos quatro ventos que leu Bertrand Russell e o “escambáu”.
Mas não respondeu à questão central, que é a do profissionalismo. Você, por exemplo, não disse, até agora, do que vive: as pessoas pagam a você para fazer o quê? Ninguém sabe!
O que eu sei é que você esculhambou com o Elio Gaspari, e ficou dando aulas de jornalismo para ele, que é um profissional e ganha a vida com essa profissão.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Acho que seu problema é freudiano: quando você era menino, você brincava de “mocinho” com os outros meninos, só que você fazia o papel de “mocinha”.
Vamos fazer o seguinte, ô Sunda, você está bravinho, nervosinho, descontroladinho, e, então, só existe uma solução: venha aqui, senta no meu colo, e eu consolo você; o meu colo é um colo masculino, firme, rijo; você vai adorar. E pode crer: vai ficar calminho, calminho.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
O Elio Gaspari, a essas alturas, deve estar se retorcendo de tanto rir de você, do papel ridículo que você está fazendo.
Tcháuzinho, Sunda, o meu colo está à sua disposição, venha sentar nele.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Para o Sunda
Fala o Rodolpho
Foi mais fácil do que tirar o doce de uma criança, pois consegui mostrar a sua fragilidade com um estalo de dedos.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Você me xingou de “burro”, duas vezes; de “besta”, quatro vezes; de “idiota”, duas vezes; de “asno”, uma vez; de “imbecil”, uma vez.
Eu estou dando tanta risada que nem consigo escrever.
Eu esperava mais de você. Ninguém desaba e se descontrola desse modo diante de uma provocação tão primitiva, como foi a que eu fiz.
Qualquer lutador sabe que a técnica mais primária consiste em provocar o adversário, para que ele se descontrole, baixe a guarda, e se torne um alvo que pode ser derrubado até com um sopro. Deixe-me rir de novo!!!
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Num primeiro momento, eu achei que meu ataque contra você não iria surtir efeito, pois isso é o que se espera de um contendor experiente e treinado, diante de uma tática tão primitiva como a que eu usei. Mas você caiu que nem um pato!!!
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
A Ordem dos Advogados deve adotar extrema cautela na elaboração de sua lista, indicando não somente advogados com notório saber jurídico, como também com reputação ilibada. Urge, entretanto, que se façam perguntas: Haverá algum advogado bem-sucedido e com reputação ilibada que aceite uma indicação dessas? Será que vale a pena ingressar nessas instituições, abrindo mão de sua paz de espírito e de tudo que já conquistou? Acho que a única vantagem de integrar esses tribunais será tornar-se intocável, inviolável e como consequência irresponsável, por saber que nem o guardião da sociedade ousará investigá-lo
Rodolpho,
Desafio aceito, se você aceitar outro igual.
Teorema 1:
O Rodolpho é um coitado, carente de apreciação, por isso faz tudo para aparecer.
Demonstração:
O Rodolpho incia seus comentários com a frase de farol: “Fala o Rodolpho”. Todo aquele que gosta de chamar a atenção, constuma pintar a bunda de vermelho e sair com uma melancia na cabeça em plena praça pública. Quando não é possível fazer isso, usam frases de farol para se exibir e chamar a atenção sobre si mesmos. O Rodolpho não pode sair na praça com a bunda pintada de vermelho e uma melancia na cabeça porque deve morar num barraco de alguma favela, o que se infere pelos modos e educação rasteira que demonstra nos debates. Além disso, o Conjur é uma praça pública virtual, e mesmo que o Rodolpho quisesse pintar a bundinha de vermelho e pendurar uma melancia na cabeça, não conseguiria desfilar pelo Conjur para chamar a atenção. Conclusão, o Rodolpho, para chamar a atenção e satisfazer, ou melhor, reduzir sua carência de apreciação, usa a frase de farol “Fala o Rodolpho.” (c.q.d.)
Rodolpho,
Teorema 2:
O Rodolpho é um coitado digno de pena, um miserável.
Demonstração:
O Rodolpho se intitula professor de matemática só porque obteve cursou a licenciatura e é professor do ensino médio (antigo 2º grau) e fundamental (antigo ginasial). Por isso, quando me desafiou não teve coragem de falar de problemas de nível superior, como os de topologia da reta, álgebra linear, cálculo tensorial, ou coisa parecida, mas limitou-se ao seu universo póbre, de professor analfabeto que contribui para a formação desses alunos que ficam em último lugar nas avaliações da UNESCO. No Brasil, todo professor de ensino médio ou fundamental ganha uma miséira (talvez uns R$9,00 por hora aula). Quem ganha tão pouco é digno de pena, pois é um miserável, que para conseguir uns R$3.800,00 (dez salários mínimos) por mês precisa dar aproximadamente 14 horas aulas por dia. O Rodolpho é uma besta de um professor de matemática que dá aula para o ensino médio ou fundamental. Conclusão: o Rodolpho é um coitado, digno de nossa piedade. (c.q.d.)
Xiiii, a coisa vai feder. O Rodolpho mostrou que não tem nenhuma educação mesmo. Mas o que surpreende é que conseguiu tirar o Niemeyer do sério. Quero ver sangue. Por que um não chama o outro pra porrada? Aliás, Rodolpho, sabe qual o étimo da palavra “coitado”? Vem de coitar. Coitado é aquele que toma no coito. Ou seja, segundo o Niemeyer, você. Você vai deixar isso ficar assim, barato? Mas olha Rodolpho, calma, calma, não morda, amigo, amigo, amigo....
Para o Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho -
Barbaridade, Serginha, que histérica você está, hem boneca?!
Todo mundo está dando risada de você aqui no Conjur.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ,
Está faltando macho, gatinha? Vem cá, senta no meu colo, eu resolvo o teu problema!
Você desmunhecou mesmo, hem, bichinha! Está todo mundo rindo, dando gargalhada de você.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ,
Para o Sunda
Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho -
Sundiiiiiiiinhaaaaaaaaaaaa... uh... uh... uh... uh...
Continua bravinha, hem boneca?!
Está todo mundo escancarando de dar risada de seus ataquezinhos histéricos.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Você desmunhecou de vez, hem boneca?!
Está faltando macho, hem?!
Vem aqui boneca, eu sou macho como quê; senta no meu colo, eu vou te acalmar os nervinhos.
A galera continua dando risada de você.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Você está bravinha porque o Elio Gaspari é super famoso, e você faz todo esse escândalo e ninguém sabe de sua existência.
E agora você fica dando gritinhos histéricos, e xingando, e esbravejando, para ver se chama atenção.
Tudo bem, boneca, vamos continuar com essa, porque assim todo mundo, aqui no Conjur, fica dando risada de você.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Para João Bosco Ferrara
Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho - Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho – Fala o Rodolpho -
Barbaridade, Joaninha, você também desmunheca?!
Falando em violência, em briga, em porrada!?
Eu não bato em mulher, nem em bichinha.
Você me chamou de “sem educação”, de um modo feminino e histérico. Tudo bem, boneca, os brutos também amam. Venha sentar no meu colo. Você também está sendo alvo de galhofa e de risos neste espaço.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ...
Hiiii, acho que essa Rodolphinha é que é bonequinha e gosta de um pepino. Rodolphinhaaaa, você é gauchinha,é, é de Pelotas? Está soltando a franga agora, está se revelando, gosta de homem, não é...?!
Excelente comentário de Elio Gaspari. Emblemáticas as situações expostas no artigo, a defesa de deputado estadual cearense promovida pelo presidente da OAB estadual, por fato reprovado pelo presidente da OAB nacional. Diga-se, de passagem, que o último presidente da OAB nacional, Roberto Busato, abusou de seu mandato, valendo-se da presidencia para defender pontos de vista inconfessáveis. Quanto ao movimento CANSEI, as eleições do presidente da OAB de SP, Flávio Borges D'Urso, mostram, às claras, que o cargo vem sendo utilizado para a defesa de interesses que não são do interesse da maioria dos advogados de São Paulo, fato que meramente reproduz o ocorrido durante a gestão BUSATO. Por fim, o CEZAR ROBERTO BITENCOURT é Procurador de Justiça aposentado no Rio Grande do Sul e deveria abandonar a idéia de se candidatar, pois já exerceu o seu múnus, percebendo proventos em razão de suas atividades no serviço público. Qual a necessidade, excetuado o ego? Será que só o Sr. CEZAR possui qualificação para ocupar tal cargo? Vejamos a Dra. Thereza Assis Moura. Desempenha seus misteres com denodo, na flor da idade. E o Dr. CEZAR? Já meio cansado, só vai onerar o serviço público e inflar seu ego. Ou então consta da lista para fazer número............
Senhor Sérgio Niemeyer
Inacreditável, é o mínimo que eu posso dizer.
Um “mauricinho” mimado, que fez 60 faculdades, mas não exerce profissão nenhuma, vir a este espaço ofender e humilhar milhares de Professores de ensino fundamental e médio. Você é um verme repugnante, Sérgio Niemeyer.
Se você quer brigar com o comentarista Rodolpho, isso é problema seu, mas não precisa incluir nessa contenda toda uma classe de Professores, que labutam diariamente neste país, que não valoriza a educação. O seu desprezo pelos Professores de ensino básico mostra que você é um indivíduo desprezível.
Você posa de super intelectual, mas não teve nem a capacidade de ser original como o Rodolpho, que criou a brincadeira da demonstração de teorema, pois você copiou dele.
O Rodolpho tem razão: você é ridículo e desprezível.
Pela brutal ofensa que você fez a todos os Professores de ensino básico, o que você merece de mim é a mais pura repugnância e asco.
De que adianta você ter feito 60 faculdades, se ninguém nunca ouviu falar de você?!
Esses milhares de Professores que você ofendeu engrandecem este país, enquanto que você, repito, não passa de um verme.
O Pereira deve ter estudado com os professores que o Niemeyer falou. Leu e não entendeu nada. É um analfabeto funcional. Tenho pena dos clientes dele. Acho que ele a Rodolphinha devem estar fazendo meia para ver quem tira o verme do outro. E digo mais, o Niemeyer tem razão, neste paiseco de merda os professores não ganham nada, ou melhor, ganham uma miséria. Por outro lado, têm muito pouco a ensinar. Essa a única conclusão que se chega avaliando o desempenho dos alunos que passam pelas mãos desses professores que o Pereira defende. Se são maus professores, despreparados, isso é culpa do governo. Agora, o que não é possível é passar a mão por cima da cabeça deles e fingir que são excelentes professores. É esse tipo de hipocrisia, estadeada por semianalfabetos de ocasião que não perdem a oportunidade para atacar os que não conhecem, que faz com que os professores e os alunos cada vez se afundem mais, degenerando com metástase a educação dos brasileiros. Eu conheço o Dr. Sérgio Niemeyer. É sujeito sério, muito mais que eu. E não merecia o tratamento que lhe dispensaram o debochado Rodolpho e esse puxa-saco do Pereira. Ô Pereira, já perdi mutio tempo com você e com o palhaço, ou palhaça do teu caso, a Rodolphinha. Vão caçar homem na esquina e vejam se me esqueçam. Ah, mais uma coisinha, se isso os satisfaz, podem colocar quantos comentários quiserem aqui no Conjur que eu não vou mais respondê-los. Fui... atrás das irmãs e mães de vocês...
João Bosco Ferrara
Você se irmanou com o verme chamado Sérgio Niemeyer que atacou todo o Professorado deste país, o que torna você um verme de esgoto, como ele, e como o tal de Sunda, que até o presente momento não disseram o que fazem na vida. Mas há uma agravante, pois a característica de vocês é não limitar o âmbito da divergência, e generalizar a ofensa contra tudo e contra todos.
Eu não estou aqui defendendo o Rodolpho. Você provou que é um mauricinho e um cafajeste, pois investe contra a honra até mesmo das mães e irmãs.
Você atacou a honra de todo um Estado, que é o Estado Gaúcho, e atacou a honra de toda uma cidade, a cidade de Pelotas, além de ter atacado a honra dos Professores.
Você não perde por esperar, terá a resposta muito em breve por esse atrevimento.
Eu aqui somente protestei contra a canalhice do Sérgio Niemeyer de atacar a honra e a dignidade de todos os Professores de ensino básico do Brasil. Agora você vem defender o direito desse canalha, de atacar essas pessoas inocente?!
Você vai responder por isso, João Bosco Ferrara, muito mais cedo do que imagina.
Pereiraaaaa, Peirerinhaaaaaa... Calma, calma, amigo, amigo, amigo... fifiu, fifiu... vem cá, vem cá, sentado, sentado. Isso, bom menino. Agora, leia este texto. Estou mandando. Que moral!!! Assim, seja obediente. Acho que você anda lendo muitos livros cheios de adjetivos, então aproveite a oportunidade que estou lhe dando para utilizá-los, mas o faça com originalidade. Palavras vão ao vento. Quem se incomoda com elas. Acho que só você. Nem a Rodolphinha não liga para elas... Ah, ia esquecendo, pelos professores que deve ter tido, é compreensível sua ira. Mas olha, não liga, não, porque se ligar, dá choque... Hahahahahahahahah. Outra coisa, estou morrendo de medo de você, tanto que estou até tremendo e acho que não vou conseguir dormir... de tanto rir... hahahahahahahahahahahahahahahahaha. Obrigado, sempre há um otário para fazer o papel do bobo da corte! Tu sabes xingar, esbravejar, mas não agüenta quando és tu o xingado... Então vê se aprende e não enche o meu saco, ô pele. Não se esqueça, toda ação deve ser proposta no domicílio do réu. Para te poupar o trabalho, eu moro na Austrália. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!! Vem cá, vem.... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
Chega de "donos da verdade"!!!
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 15)
Não era minha intenção e nem a minha previsão que essa questão descambasse para o mais fétido esgoto como aconteceu, mas aconteceu, e todos têm que arcar com as conseqüências dela, e não me furtarei a assumí-las na parte que me toca. Mas repito: a imprensa e todas as pessoas deste país (encanadores, eletricistas, varredores de ruas, professores, etc.), têm o direito à livre expressão para atacar e criticar as obras de quem quer que seja, e para atacar, inclusive, a OAB, pois a OAB é um órgão federal, que a todo momento está nos jornais atacando e criticando as demais instituições, e que ocupa milhares de salas nos milhares de fóruns neste país, sem pagar um tostão pelo aluguel dessas salas, sendo que o público, com seus tributos, é que arca com essas despesas da OAB. Portanto, qualquer pessoa do público, seja ou não advogado, tem o direito sim de criticar a OAB, sem jamais sofrerem os ataques pessoais, de pseudo advogados, como o Sunda, do modo como aqui aconteceu, com o jornalista Elio Gaspari, que foi vitimado por esse elemento chamado Sunda, este sim merecedor de asco, nojo e repúdio.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 14)
Quanto aos freqüentadores deste Conjur, e leitores destes comentários, eu peço as minhas mais sinceras e contundentes desculpas, pelo pavoroso incidente aqui ocorrido.
O que eu pretendi foi, por todos os meios, defender a pessoa do Sr. Elio Gaspari, um jornalista que leio e releio, com prazer e proveito, mesmo que, vez por outra, venha a dele discordar, mas que, tenho por ele, estima e admiração, mormente pelo cuidado e rigor com que ele argumenta e fundamenta tudo aquilo que escreve.
Não pude tolerar os ataques pessoais que esse elemento alucinado, auto denominado Sunda Hufufuur, o qual se sentiu a vontade para fazer medonhos ataques pessoais contra o jornalista, mas que, quando eu saí em defesa do jornalista, ele, ao invés de rebater os meus protestos com argumentos civilizados, ponderados, e, acima de tudo, válidos, o que ele fez foi transformar-se num demônio de fúria, e apossar-se de todo o vocabulário de todas as latrinas e privadas, para atacar a minha pessoa.
E, não satisfeito, aquadrilhou-se com o super gênio Sérgio Niemeyer, que se diz formado por trezentas faculdades, e mil especializações, mas que não demonstra conhecimento nem de curso primário, e que tem uma estatura moral de esgoto, já que ataca a honra de centenas de milhares de Professores deste país, no que é acompanhado e reforçado pelo tal de João Bosco Ferrara.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 13)
Você, com a sua Lógica de galinheiro, foi incapaz de circunscrever a controvérsia aos limites do elenco nela inserido, a saber: eu, você e o Sunda, e até mesmo o João Bosco. Vocês formaram um trio, uma quadrilha, para me atacar, durante todo o transcorrer do dia de ontem, mas, não contentes com isso, passaram a atacar milhares de pessoas, absolutamente alheias à presente controvérsia.
Você chama isso de Lógica, hem, mau elemento?!
E não satisfeito com isso, nem mesmo a minha mãe e irmã, esse vagabundo, canalha, do João Bosco poupou?!
É isso que você chama de Lógica?!
Você provou que é um analfabeto, um elemento do mau, bem como o Sunda e esse cafajeste do João Bosco.
Eu repito: digam o que disseram na minha cara, pessoalmente. Marquem um encontro e vamos nos encontrar pessoalmente. Eu quero ver se o João Bosco tem coragem de dizer na minha cara as ofensas que fez contra minha mãe e minha irmã, e se o Sunda e você têm essa coragem. Vamos ver, os três juntos.
Antero de Quental entrou num duelo a espada com Ramalho Ortigão, em razão de ofensas trocadas pela imprensa. Aqui, no Brasil, Raul Pompéia duelou a espada com Olavo Bilac, pelas mesmas razões. E o gaúcho Bento Gonçalves duelou a espada com o Coronel Onofre, no Duelo de Sarandi, também por questões de honra. Vamos nos encontrar cara a cara. Nós quatro. Vamos ver se o Sunda tem raça para dizer na minha cara o que ele disse às escondidas neste espaço. Vamos ver se você tem raça, vamos ver se o João Bosco tem raça. Vamos marcar esse encontro.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 12)
Eu me lembro com carinho, amor e afeto de todos os meus Professores, de curso primário, de ginásio, de científico, e sou grato a todos eles, aos que ainda estão vivos, e aos que já morreram, pela abnegação, esforço e denodo, com que desempenharam o seu árduo, devotado, mal pago e não reconhecido trabalho de anos e anos de ensino.
Você e o João Bosco estão desafiados a repetirem o que falaram desse Professores, pois eu estarei à frente deles, milhares deles, para mandar você três para a cadeia, e fazer com que vocês paguem milhares de indenizações por danos morais. Você está desafiado, gênio da Lógica de meia tigela.
Você acha que ser o tradutorzinho de uma obra de Lógica insípida, que ninguém conhece, faz de você o maior Lógico do mundo. Um Lógico tem respeito, não ataca a honra de milhares de pessoas, como você fez.
Você é um mauricinho, mimado, que nunca precisou enfrentar a vida como esses honrados Professores tiveram que fazer, para criarem seus filhos, e sustentarem suas famílias com seus parcos ganhos. Lave a boca com detergente antes de falar neles.
O João Bosco atacou até mesmo a honra da minha mãe e da minha irmã. Eu quero ver se esse moleque, cafajeste, tem raça para me dizer isso na cara.
CONCLUSÕES
Na minha opinião, vocês três, Sunda, João Bosco Ferrara e você, Sérgio Niemeyer, deveriam ter suas entradas bloqueadas neste espaço. Provavelmente diversos leitores pedirão esse bloqueio.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 11)
Centenas de amigos meus estão ansiosos para entrarem nesse site para esculhambarem com você, com o Sunda, e com o tal do João Bosco, mas eu pedi a eles que não fizessem isso, pois, depois das ofensas que vocês fizeram contra os Professores do Brasil, você e o tal do João Bosco, eu achei que esta questão tinha que ter um paradeiro.
O João Bosco chegou ao absurdo de ofender um Estado inteiro, que foi o Estado Gaúcho. Tenho parentes gaúchos, muitos deles autoridades, inclusive militares, que estão trespassados de fúria contra o tal João Bosco, pois você, ele, e o Sunda, mostraram que não têm limites, quando se trata de ofender a honra alheia.
É preciso destacar muito bem, e enfaticamente, que você e o João Bosco invadiram conversa alheia. Eu me dirigi unicamente ao Sunda criticando os ataques que ele fez ao grande e conceituado jornalista Elio Gaspari. É um jornalista consagrado, conhecido internacionalmente, enquanto que, de vocês três, nunca ninguém ouviu falar. Qualquer um tem o direito de atacar os livros dele, os artigos dele, mas não a pessoa dele. Por esse motivo eu ataquei o Sunda; ataquei o Sunda, não você, nem o João Bosco. Mas, você e o João Bosco invadiram a conversa sem serem chamados, me atacaram com palavras sujas, baixas, imundas, próprias de privada de botequim e, não contentes com isso, enveredaram para o ataque contra a mais respeitada e sacrossanta instituição que existe neste país, que é a dos Professores de Primeiro e Segundo Graus.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 10)
O referido Russell era tão devasso e imoral, que não vacilou em se aproveitar da fraqueza mental da esposa do imortal poeta Thomas Stern Elliot, para manter relações sexuais com ela. Como se sabe, ela morreu em um manicômio. Portanto, se você quiser um debate contra Bertrand Russell, peça ao Wittgenstein para fazê-lo.
Eu continuo afirmando que, para aprender Lógica, é preciso antes saber Geometria. É claro que não estou me referindo a seres super dotados, como você, que já nascem sabendo tudo. Estou me referindo a adolescentes, de 14 a 15 anos de idade que, após um estudo de Geometria Básica Plana, com régua e compasso, e já iniciando na Geometria Espacial Métrica e de Posição, terão condições de se iniciarem nesse campo. No terceiro ano colegial, com o estudo elementar de Séries, poderão, com proveito, entender a Lógica da Indução Finita.
Mas, gênios como você já nascem sabendo, então não precisam aprender Geometria, nem Álgebra, nem Teoria dos Números, para só depois aprenderem Lógica. Você é tão genial que deduziu, com a sua “profunda Lógica”, que eu sou “funcionário público”, que eu sou “professor de ensino básico”. Você afirmou até o quanto eu ganho por hora e por mês.
A Lógica é a ciência da prova. Prove o que você afirmou. Foi por isso que eu disse que você caiu no ridículo e foi alvo de galhofa, escárnio, desprezo e piadas, em todo este espaço.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 9)
Portanto, Platão exigia o conhecimento de Matemática para quem quisesse aprender Lógica. Essa exigência permaneceu durante toda a Antiguidade, durante a Idade Média, e durante a Idade Moderna, passando por Descartes, criador da Geometria Analítica; por Leibniz, um dos criadores do Cálculo Diferencial e Integral. E a Geometria foi usada por Spinoza na construção da monumental “Ética”. Kant, o criador das três críticas, era daqueles que daria risada na cara de quem tivesse a pretensão de aprender Lógica sem saber Matemática.
Você exigiu, neste espaço, que eu criticasse a “Principia Matemática”, de Bertrand Russell. Essa exigência é absurda, pois eu sou apenas um operário da Matemática. Estudei sim o inspirador de Russell, que foi Peano, e estudei a “Principia Matemática”, de ponta a ponta, que não era apenas de Russell, era também de Whiteread. Eu não tenho envergadura para criticar uma obra como essa, e nem tenho necessidade de fazê-lo, pois quem a renegou foi o próprio Bertrand Russell, que reconheceu que ela tinha mais furos do que um queijo suíço. Aliás, quem destruiu Bertrand Russell foi um ex aluno do mesmo, Ludwig Wittgenstein, já no seu “Tratactus”.
Eu pessoalmente nunca gostei de Bertrand Russell, pois ele era um cara assim como você, que achava que sabia tudo a respeito de tudo. Além disso, Bertrand Russell era um sujeito arrogante e devasso, como bem demonstrou o falecido Paulo Francis, em diversas ocasiões.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 8)
De que Lógica estamos falando? Da grande Lógica de Hegel? Da Lógica de John Stuart Mill?
Eu comecei a estudar Lógica no livro de Jacques Maritain, no primeiro ano do curso científico, quando eu tinha quinze anos. Naquele tempo, estudava-se no primeiro, segundo e terceiro anos do científico. Depois, na Faculdade de Filosofia, eu aprendi que a Lógica surgiu dos diálogos de Platão.
Platão era poeta, era lógico e era retórico. Por isso, da obra dele, Aristóteles construiu o Organum (Lógica), a arte da demonstração; a Retórica, a arte da persuasão; e a Arte Poética, a arte da sedução.
Cá da minha parte, eu fiquei sabendo que no pórtico da Academia de Platão estava escrito: “Que não entre nesta Academia quem não souber Geometria”, o que significa que, para Platão, ninguém poderia aprender Lógica sem antes saber Geometria. Agora, se você se acha melhor do que Platão, então é porque você está pronto para entrar num hospício.
A Lógica sempre foi definida como a ciência do pensamento correto, ou seja, a Lógica é um pensômetro, isto é, um medidor de pensamento. Sendo assim, se não houver pensamento, ela não tem condição de medir nada. O cara passa por um eletro encefalograma e sai uma linha reta, e o médico pensa que ele está morto. A palavra pensamento significa um conjunto de operações mentais, a saber: conceituação, juízo, demonstração. Exemplo de conceituação: triângulo; exemplo de juízo: em todo triângulo ao maior lado opõe-se o maior ângulo. Falta a demonstração: essa você faz.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 7)
Essa era a arte de Roque Marciano, que morreu invencível; essa era a arte de Cassius Clay, que só foi vencido em lutas de mentira. Michael Tyson jamais venceria Cassius Clay, pois Tyson só sabe bater, mas é queixo-de-vidro.
O Sunda bateu feio no Elio Gaspari, mas quando recebeu os primeiros golpes que eu desferi contra ele, ele foi à lona, e começou a guinchar, a espernear, a xingar, e correu pedindo socorro a você, que prontamente o atendeu.
E deu no que deu!
Você, dentro deste espaço, publicamente, ao invés de ser cauteloso, cuidadoso, sensato, você se mostrou um indivíduo absolutamente despreparado para qualquer tipo de embate, e já partiu direto para o confronto, chamando-me de ignorante, de analfabeto, e dizendo que eu não sabia nem sequer do que estava falando, o que prova que você nunca estudou Teoria dos Jogos Estratégicos, na sua vida.
O confronto sempre deve ser evitado, preferindo-se sempre a negociação. De qualquer modo, se o confronto for inevitável, ele deve ser precedido de um rigoroso estudo da parte adversária, o que você não fez. Com isso, você se expôs, baixou a guarda, e foi alvo de ridículo e de galhofa de todos os que freqüentam este espaço. Se você tivesse lido Carl Von Clausewitz, no livro “Da Guerra”, você teria evitado essa vergonhosa derrota.
Você se posicionou como o “Rei da Lógica”, o homem que domina de modo absoluto essa disciplina, o senhor dos senhores.
Em primeiro lugar, você nem sabe do que estamos falando, pois se eu falar que o cabo tem que ser resistente, você vai rir na minha cara, e dizer que o cabo tem que ser corajoso. Só que eu estava falando do cabo da panela, e você estava falando no Cabo do Exército.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 6)
Nos treinos de combate corpo-a-corpo, com arma branca, faca ou baioneta, a imobilização do inimigo, quando se quer capturá-lo para fins de interrogatório, é feita através, não de golpes traumatizantes ou quedas, mas sim com as terríveis e medonhas chaves de braço. E, nos treinamentos, são usadas facas de verdade, afiadíssimas, e chaves de braço para valer, pois, só assim, o condicionamento acontece.
No embate militar, a ação tem que ser mais rápida do que o pensamento, e isso só acontece com o condicionamento, cuja ausência significa a morte.
Desse modo, para fazer com que o Sunda sentisse a dor que o Elio Gaspari sentiu, eu provoquei no Sunda a mesma dor, e a reação dele foi violentíssima. Tão violenta que ele descambou para a linguagem de botequim, de bordel, dirigindo-me dezenas de injúrias, ofensas brutais. E, com essa conduta, ele se desnudou publicamente, ficou nu, perante todos os leitores deste espaço. E mostrou que ele gosta de bater, mas não tem capacidade para apanhar.
Fiz boxe peso pesado durante dez anos, tenho 1,90 m, e peso cento e dez quilos, e posso lhe garantir que, quem vence uma luta é quem sabe apanhar, e não quem sabe bater, pois bater todo mundo sabe. O lutador queixo-de-vidro é derrubado no primeiro embate. Após levar milhares de golpes, o lutador aprende o mais importante, que é perder o medo de apanhar. Com isso, ele mantém a serenidade, controla a respiração, administra o cansaço, estuda o adversário (enquanto apanha, e apanha), encontra o ponto fraco do adversário e o derruba.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 5)
Ora, a gratuidade e a impertinência desses ataques pessoais saltam aos olhos, pois Elio Gaspari não iria escrever a portentosa obra sobre o período militar, sem entender da produção e aplicação do ordenamento jurídico neste país. Além de que, essa obra, de cunho histórico, e apontadora das gravíssimas responsabilidades das mais altas autoridades, militares, políticas e judiciárias deste país, por certo que não seria uma obra feita às pressas, no correr da pena, e de modo irresponsável.
Vale lembrar que Elio Gaspari, com certeza, tem como se valer de opiniões dos mais renomados juristas deste país, e também de juristas da América Latina, da América Saxônica, ou Europeus.
Além disso, ao atacar a pessoa do Elio Gaspari, com um “cala a boca, pois você não entende de Direito”, o Sunda violou o direito de liberdade de expressão, pois, qualquer mecânico de automóveis, encanador, pedreiro, e qualquer pessoa do povo, pode sim, tem o direito sim, de criticar com veemência a OAB sem sofrer esse “cala a boca”, sem ser taxado de ignorante, pois o Sunda taxou o Elio Gaspari de ignorante.
Foi daí que nasceu o confronto.
Sérgio, nos tempos em que eu fui militar, eu aprendi uma coisa: você não faz o inimigo sentir a sua dor, explicando essa dor com palavras. Você faz o inimigo sentir a sua dor fazendo com que também a sinta. Assim, quando alguém pisa no nosso pé, propositalmente, o único jeito de fazer com que esse alguém sinta a dor que nós sentimos, é pisando no pé dele.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 4)
Quanto a você, não vi nenhuma dessas preocupações e desses cuidados em você, tal é a confiança absoluta que você ostenta publicamente quanto aos seus dotes matemáticos. Se eles forem como a sua Lógica, que afirmou, por meio de dedução, que eu sou empregado do Estado e trabalho como Professor de ensino básico, então, por certo, o seu conhecimento de Lógica, é nenhum.
Passamos agora ao segundo segmento.
A “Estética”, de Hegel; “O Ser e o Tempo”, de Heiddeger; “Os Caminhos da Liberdade”, de Sartre; levaram-me aos estudos literários como um meio de busca do entendimento da Verdade, conforme propõe Gadamer.
Com base nesses estudos, cheguei a elogiar o aspecto literário das 12 proposições satíricas do Sunda Hufufuur.
Porém, ao ler nesse espaço os ataques pessoais que o referido Sunda fez contra o jornalista Elio Gaspari, eu entendi necessário alertar o referido comentarista de que não cabe neste espaço nenhum ataque pessoal. Atacam-se obras, idéias, decisões, sentenças, acórdãos, mas não a pessoa que produziu essas peças.
O Sunda investiu violentamente contra a pessoa do renomado e conceituado jornalista Elio Gaspari, fazendo quatro ataques violentíssimos contra ele. Se o Sunda tivesse feito quarenta ataques contra o artigo, eu jamais teria me imiscuído no debate. Porém, ele atacou a pessoa do Elio Gaspari, reduzindo-o a nada, a um leigo, incapaz de entender uma linha sequer do Direito.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 3)
Eu não sou absolutamente nada na Matemática. Nunca criei teoria alguma. Sou apenas um operário, e mais erro do que acerto, motivos pelos quais, além de estudar diariamente, consulto diariamente uma legião de Mestres para que eles iluminem a minha ignorância.
Conforme disse, encontrei muitos Doutores e Mestres em Matemática que nunca ouviram falar em História da Matemática, nunca souberam que Pierre Fermat e Leibniz, eram Advogados, e que, diante de transformações geométricas planas básicas, com régua e compasso, não conseguiam resolver um único problema.
Mas se você prefere o confronto em Matemática Superior, vamos lá.
Para encerrar esse primeiro segmento, afirmo que o seu conhecimento de Lógica falhou redondamente, pois você afirmou que eu era empregado, quando eu nunca fui empregado de ninguém. Sou empresário, assim como meus pais, meus avós, meus bisavós.
Qualquer pessoa que lide profissionalmente com a Matemática, sabe como distinguir quem sabe e quem não sabe Matemática. Ninguém que sabe Matemática faz pose de “sabe tudo”, como você, pois, na Matemática, é impossível esconder a ignorância. Por isso, todos aqueles que são operários dessa disciplina, são cautelosos, cuidadosos, e afirmam, no máximo, que tentarão resolver um problema, mas não que resolverão. Por esse motivo é que eu digo que tentarei resolver os cem problemas que você me propuser, mas pode ser que não consiga resolver nenhum.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 2)
Quanto à Topologia, eu fiz sim curso especializado da mesma. Vá anotando as obras: em francês, « Notions de Topologie: Introduction aux Espaces Fonctionnels », de Claude Tisseron – em inglês, « Topology », de John G.Hocking e « Experiments in Topology », de Stephen Barr.
E como não acredito em teoria, sem prática e sem exercícios, resolvi todos os exercícios do “Problem Solvers – Topology”, da REA’s.
Por coincidência, há alguns meses, eu dei aulas para um grupo que estava fazendo doutoramento em Psicanálise, com a especialidade em Lacan, pois Lacan usa a Topologia em suas teorias.
Desse modo, aceito sim o seu desafio para, onde você quiser, discutirmos Matemática Superiores: cem questões para você, cem para mim, perante as câmeras de televisão.
Conforme eu disse, o meu trabalho atual é Modelagem Matemática, notadamente em Teoria dos Jogos Estratégicos, aplicada em campanhas políticas, aplicada na arte militar, nas grandes concorrências empresariais, e por ai a fora.
Ora, além de John Nash e seus confrades, é claro que eu tenho que navegar na Estatística, vinte e quatro horas por dia, para desempenhar essa atividade. Sendo assim, levantei estatísticas sobre os mestrados e doutoramentos brasileiros e constatei que, os da área da Matemática, Lógica, etc., estudam para passar e não para saber.
Ora, você não se apresentou neste espaço nem como Professor Titular de Matemática de nenhuma Universidade prestigiada, e nem como operador da Matemática na área de modelagem. Sendo assim, entendi que seria covardia desafiar você para resolver problemas de Matemáticas Superiores, pois a Matemática é a única área do conhecimento que não existe o “bem bom”, “o tal”, “o super”.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
(continuação – 1)
Você me perguntou se eu enfrentaria você em Álgebra Linear.
Isso me faz rir, pois atualmente trabalho com Modelagem Matemática, onde “Operations Research”, de Wayne L. Winston, “Game Theory”, de Drew Fudenberg e Jean Tirole, usam a Álgebra Linear vinte e quatro horas por dia.
Quanto ao Cálculo Vetorial e Tensorial, por coincidência, eu dei aula dessa matéria para um sobrinho meu, e, por sinal, emprestei a ele o livro “Tensor Analysis On Manifolds”, de Richard L Bischop e Samuel I.Goldberg.
Ao Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
O presente comentário não existiria se não fossem as pesadas ofensas que você dirigiu contra centenas de milhares de Professores do ensino básico e do ensino fundamental, porque usou a “lógica” para “deduzir” que eu sou Professor de ensino fundamental e médio, e que ganho 9 reais por aula.
Isso prova que você talvez conheça lógica, mas não sabe aplicá-la.
Eu nunca faço esse tipo de deduções, pois o que eu fiz foi: perguntar de que você vive, no que é que você ganha dinheiro, em que você trabalha.
Eu, da minha parte, nunca fui empregado de ninguém. Sou de família de agricultores e pecuaristas; a maior parte da minha vida se passou no campo, e quando digo que sou Professor, não é porque eu seja empregado, mas porque sou empresário da área de ensino.
Na matemática, comecei pela Geometria e dediquei alguns anos a Geometrias Não-Euclidianas. Depois passei para Teoria dos Números, depois para Equações Diferenciais.
Eu disse que sou Professor de Matemática, e não Matemático, pois Matemático é o que cria, e não o que ensina, e nem o que traduz livros, como você. Eu sou apenas um operário da Matemática, e, por ser operário, é que resolvi absolutamente todos os problemas do “Problem Solvers – Differential Equations”, da REA’s.
(continuação do comentário acima) Finalmente, não temo os desafios que me foram feitos. Nem para resolver problemas de matemática nem para qualquer conflagração física corporal. A propósito desta, informo que moro em São Paulo, e se realmente for do desejo do Sr. Rodolpho uma conflagração física comigo, isso pode ser arranjado adequadamente, com a presença de árbitros, testemunhas e até mesmo algumas autoridades, um verdadeiro vale-tudo, sem regras, e que só cessa quando um cair desacordado ou o outro pedir para parar assumindo a derrota.
(a) Sérgio Niemeyer
(continuação do comentário acima) Não fui eu quem começou os ataques debochados e ofensivos. Apenas, em retorsão, os devolvi a quem mos fez. Cheguei mesmo a adotar a mesma técnica utilizada pelo meu opositor, o qual, “ab initio”, demonstrou não ter nenhum pudor em desferir ofensas aos que se lhe opunham qualquer argumento, como se sentisse diminuído diante dos argumentos por mim apresentados. Quem se sente menor em vista de causas tão mesquinhas, deve procurar apoio em outras frentes, como uma psicanálise, por exemplo, para melhorar sua própria auto-estima.
Quanto aos demais, não posso falar por eles. Eu mesmo, apesar das injúrias que me fora lançadas, encarei-as com serenidade e espírito lúdico. Devolvi-as no mesmo nível que as recebi. O resto, é da interpretação de cada um. Mas afirmo uma coisa: quem diz o que quer, ouve o que não quer, ou o que não está preparado para ouvir, por não ter equilíbrio emocional para tanto.
Esta conversa para mim está encerrada. Todos os que nele intervieram, segundo o meu juízo naquele momento, o fizeram movidos mais por um espírito de brincadeira do que propriamente desejando ofender quem quer que seja. Não obstante, os longos comentários do Sr. Rodolpho, parecem demonstrar que ele, sim, está motivado, pelo menos agora, por um “animus injuriandi”, e embora as ofensas irrogadas me dêem o direito de retorsão, recuso-me a entrar nessa atmosfera improdutiva e totalmente imbecil. (segue complemento abaixo)
“Nietzche distingue entre o sofrimento e a interpretação do sofrimento. Há uma dor que é própria da condição humana, da qual não escapa homem algum, seja ele atingido por maiores ou menores reveses nesta vida. Esse sofrimento pode resultar do infortúnio, do acaso ou das limitações que a realidade impõe a qualquer ser humano. Contudo, não significa uma imperfeição, mas parte constituinte da experiência humana, que em nada lhe retira o valor.
Há, no entanto, um segundo sofrimento, a dor auto-infligida. Nasce da interpretação que fazemos de nosso sofrimento primário ao tratá-lo como algo injusto e imerecido, como um sinal de desvalor ou culpa. Ao proceder assim, atribuímos a nós mesmos a responsabilidade por dores inevitáveis, como se fôssemos causadores das infelicidades ‘naturais’ que sobre nós se abatem. Para Nietzche, o que torna o sofrimento insuportável, doentio e apequenador não é a dor e as perdas que contém, mas a interpretação que fazemos dessa dor e dessas perdas. Do sofrimento enquanto parcela da vida não nos podemos ‘curar’, mas podemos libertar-nos de crenças doentias sobre o sofrimento, do sofrimento como má consciência, como sublimação, como desvalorização da experiência humana.” (segue complemento abaixo)
Para o Sunda Hufufuur
Fala o Rodolpho
- continuação -
Portanto, com base nas duas premissas anteriores, você considera o Sérgio um “bestalhão que só sabe dar porrada”.
Acho que temos que melhorar esse silogismo.
Fica assim: “Todo cara que só sabe dar porrada é um bestalhão”.
“O Sérgio só sabe dar porrada, logo, o Sérgio é um bestalhão”.
Esse é um silogismo categórico da primeira figura: M - P
S - M
S - P
Terceira pergunta:
Com base na pergunta dois, eu pergunto:
É você que quer me dar aula de Lógica? Você pede socorro ao Sérgio e depois chama o cara de “bestalhão que só sabe dar porrada”?
CONCLUSÃO
Você, realmente, se transformou num motivo de galhofas, de risos e de piadas, neste espaço.
Para o Sunda Hufufuur
Fala o Rodolpho
Primeira pergunta:
Sunda, você teve algum trauma na infância? E se sente tão desprotegido e amedrontado que, até para os comentários aqui neste espaço, você vive pedindo socorro ao Sérgio?
É o Sérgio para cá, é o Sérgio para lá ...
Qual é, cara, você não se garante sozinho?
Deixe o Sérgio em paz!! Ele tem uma tamanha sobrecarga de atividades, que você não pode ficar pedindo socorro a ele, a cada vez que comparece neste espaço.
Ele é Matemático, Engenheiro, Filósofo, Tradutor, Lutador de Caratê, Conferencista, Parecerista e Psicanalista, já que manda para consulta psicanalítica todos aqueles que não concordam com ele. Ah! Eu ia me esquecendo: ele também é gênio, o sujeito mais sábio, mais inteligente, mais culto do mundo!
Segunda pergunta:
Se o Sérgio é seu guarda-costa, seu “leão-de-chácara”, sua babá, por que é que você odeia tanto o Sérgio? É claro, pois a ofensa que você dirigiu a ele foi terrível !!
Você disse o seguinte:
“Mostre-nos o conteúdo meritório de um bestalhão que sabe dar porrada”.
E, sobre o Sérgio, você disse:
“Bem, Sérgio é campeão estadual de caratê, RJ em 1981. Lutou outras artes marciais.”
Para o Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
- continuação –
Quinta pergunta:
Que história é essa de confronto físico com árbitros e até autoridades, hem, cara?
Você não se garante, não? Sozinho você não encara mesmo? Tem que ser sempre em bando?
Bando por bando, eu posso mobilizar três mil Professores (dos trezentos mil que você ofendeu), para um confronto desse tipo.
Você, ao invés de se desculpar, conforme eu fiz ontem, perante os leitores deste espaço, você vem com essa história de vale-tudo? O que é isso, cara? Você está me tomando por quem? Você não é campeão estadual de caratê, luta artes marciais, jiu-jitsu, e coisa que tal? Por que é que está com tanto medo? Não se garante mesmo? Sozinho você não enfrenta nada? Chama o Sunda, chama o João Bosco também, para engrossar o bando!
Aqui é a rua, cara, aqui não tem regra não, não tem sun-sei, não tem árbitro. Está apavorado de medo? Faça o seguinte: se você está tão apavorado assim, está tremendo, que nem vara verde, fazendo cocô nas calças, então peça desculpas aos trezentos mil Professores que você ofendeu.
Não peça desculpas a mim, que estou me lixando para suas desculpas; peça desculpas a eles, a todas as Associações de Professores, de todos os Estados, que já estão sabendo do acontecido. Peça desculpas a eles, e o caso está encerrado.
Para o Sérgio Niemeyer
Fala o Rodolpho
Primeira pergunta:
Por que é que você nunca responde às perguntas que eu faço?
Você é o “grande lógico”, o “gênio da filosofia”, mas nunca demonstra coisa alguma daquilo que afirma.
Você afirmou que eu trabalhava de empregado, como Professor de ensino básico, sendo que eu nunca fui empregado de ninguém na minha vida.
Questionado sobre isso, você não respondeu coisa alguma, o que prova que a única coisa que você entende de Lógica é que “o rabo da capivara fica atrás, e o focinho fica na frente”.
Segunda pergunta:
Por que é que você é tão vaidoso desse jeito?
A sua vaidade causa ânsia de vômito. Nunca vi um sujeito tão narcisista como você. Você já se transformou num verdadeiro palhaço neste espaço.
Terceira pergunta:
Por que é que você só sabe agir em bando, e nunca enfrenta nada sozinho?
Está sempre com o Sunda, com o João Bosco, mas nunca sozinho.
Eu, durante todo o tempo em que aqui estive, enfrentei vocês três, você, Sunda e João Bosco, sozinho.
Você não se garante não, hem, cara, para enfrentar, sozinho, uma situação?
Quarta pergunta:
Por que foi que você não respondeu às perguntas sobre as monstruosas ofensas que você fez contra todos os Professores de ensino básico deste país?
Jamais, neste espaço, eu fiz uma única alusão a quem quer que seja que não fosse você, o Sunda e o João Bosco.
O João Bosco chegou a injuriar barbaramente todo o povo gaúcho, e todo o povo da cidade de Pelotas, mas você nunca responde a essa barbaridades, e continua com seu narcisismo e vaidade.
Não me venha com Nietzshe, que agora a questão é entre você e eu.
PARABÉNS, O SENHOR DEFINIU EXATAMENTE O QUE EU PENSO DESTA INSTITUIÇÃO ATUALMENTE, VISTO QUE, SINCERAMENTE, APESAR DE TER OUVIDO VÁRIAS ESPLANAÇÕES SOBRE O ASSUNTO, EU NUNCA ACEITEI CURSAR DIREITO DURANTE 05 ANOS, PASSAR POR TODAS AS INTEMPÉRIES QUE O CURSO PROPORCIONA, ENTRE OUTROS A MONOGRAFIA, TER AINDA QUE PRESTAR UM NOVO VESTIBULAR PARA O EXERCÍCIO DA MINHA PROFISSÃO. CONCORDO COM UMA FORMA MAIS JUSTA E MENOS SACRIFICANTE PARA O BACHAREL. DÁ-SE A MATÉRIA E O MEU COMENTÁRIO, PELO MENOS UM AR DE SE PENSAR. NOVAMENTE PARABÉNS PELA CORAGEM E DETERMINAÇÃO.
Para o Sundra
Fala o Rodolpho
- continuação 2 –
E você, você não se garante? Não vai querer brigar, não? Só fica pedindo socorro ao Sérgio? O Sérgio já se acovardou! Eu falei para ele que briga é na rua, no asfalto, sem essa de testemunhas, árbitro e o cacete. Ele que venha com caratê, jiu-jitsu, e o raio que o parta. Em briga, a gente não fala, a gente desce o pau!
Você falou até em dar tiro em mim. Só se for tiro de feijão, com o seu rabo.
É isso ai, Sundinha, eu nasci grandão e sou bonito, musculoso e gostoso, e a mulherada é louca por mim. Você tem razão, a culpa é dos meus pais. Os meus irmãos também são como eu, todos grandalhões e musculosos. Somos todos matutos, gostamos de carregar sacaria na tulha da fazenda, e estamos acostumados com serviço pesado.
Se você e o seu Serginho carateista quiserem partir para o pau, vamos partir para o pau. Mas é na rua, no meio da rua.
Para finalizar, Sunda, eu e meus irmãos sempre fomos vítimas de inveja. Todo Zé Mané, que nem você, só sabe guinchar de inveja. As mulheres gemem de desejo cada vez que eu e meus irmãos passamos, e é claro que nós nunca deixamos essas mulheres sem assistência, pois os brutos também amam.
Não adianta você pedir socorro para o Sérgio, porque ele está escondido embaixo da cama, com medo de mim. É um covardão que precisa de árbitros.
Encerro dizendo que você é o bobo da corte. Aqui, neste espaço, todos estão rindo de você e dizendo que você é o palhaço deste ambiente.
Para o Sundra
Fala o Rodolpho
- continuação 1 –
A culpa disso, conforme você disse, é dos meus pais. Eles me fizeram muito forte. E eles fizeram também os meus outros quatro irmãos. Todos maiores e mais fortes do que eu.
Uma vez, eu e mais dois irmãos, fomos passar uma noite de carnaval num clube do Rio de Janeiro, e entramos numa fria, pois estávamos os três de calça branca e camisa vermelha, que era o uniforme dos seguranças do clube, e fomos confundidos com eles. Saiu uma briga, um monte de mulheres pensou que a gente fosse segurança, e correu para pedir proteção para a gente. Vieram os arruaceiros e partiram para cima da gente. Nós três ficamos de costa com costa, e descemos o pau. Nós três tínhamos a técnica de, com nossas mãozonas musculosas e calosas, grudar dois caras de uma vez só, pelo saco. Grudava e dava uma torção. Os caras caíam urrando. Vinham uns carinhas lá, metidos a faixa preta de caratê, e o escambau, e fazendo os “catás” deles. Eu acho que eles gostam é de “ficar de cata”.
Enfim, eu e meus dois irmãos, finalizamos uns quarenta desses merdas, e ganhamos entrada de graça no clube para todas as outras noites de carnaval. Sem falar que as mulheres que nós salvamos ficaram todas apaixonadas.
Você disse que o Sérgio ia me dar uma surra. Achei isso esquisito, pois, conforme você pode ler nos comentários do Sérgio, ele está cagando de medo, apavorado. Amarelou completo, pois disse que vai acompanhado de testemunhas, árbitros, autoridades. Ora, se ele é campeão estadual de caratê, e outras lutas marciais, eu não sei por que ele precisa vir acompanhado de uma quadrilha. Por que é que ele não vem sozinho?
Para o Sundra
Fala o Rodolpho
Oi, Sundinha, você tem razão. Eu sou um brutamonte mesmo. Tenho um metro e noventa de altura, e sou só músculos. Faço supino com 160 quilos, em dez séries de vinte levantamentos por dia. Mas não é só isso, pois faço caminhadas com saco de areia na cabeça, 120 quilos, dois quilômetros todos os dias.
Com essa musculatura toda, as mulheres enlouquecem, dizem que morrem de tesão por mim, gemem, suspiram.
Eu não sou violento, só me defendo. Por ser grandão e musculoso, os baixinhos sempre me odiaram, por eu ter tanto cartaz com mulher. Mulher adora cara grandão e bonito, que nem eu, e sempre vem dois ou três baixinhos para me dar porrada. Eu nunca machuquei nenhum deles. Só dei uns corretivos.
Como eu já disse, eu sempre vivi em fazenda, e sempre gostei de serviço pesado. Por causa das pegadas de carregar saco na tulha, eu fiquei com dedos grossos e uma força medonha na mão. Se eu segurar na cara de um sujeito e apertar, eu quebro todos os ossos da cara dele. Só com um apertão. Desse modo, se eu segurar dois baixinhos pelo braço, um com a mão esquerda e outro com a direita, com um apertão eu parto os ossos dos braços deles.
Além disso, na lida com a boiada, sempre participei de torneios de derrubar touro, pulando no meio dos chifres, e torcendo o pescoço dele.
Para o Sunda
Fala o Rodolpho
Sundinha, você ridicularizou a minha lógica aristotélica.
Isso me força tentar a lógica simbólica. Vejamos.
Um argumento bastante conhecido é o chamado modus ponens:
Se p então q, q então p
Simbolizando fica:
p q
p
q
Vamos simbolizar: a letra p significa “quando Sunda pensa no Rodolpho”; a letra q significa “Sunda sente calor na rosca”; portanto, a prova do raciocínio é a seguinte: se Sunda pensa no Rodolpho, então Sunda fica com calor na rosca.
Ora, Sunda está sempre pensando no Rodolpho, então Sunda está sempre com calor na rosca.
Também, não é para menos, o Rodolpho é um cara forte, bonito, ultra musculoso, é claro que a rosquinha do Sunda está piscando e ardendo.
Sunda, centenas de amigos meus estão rachando de dar risada, de quanto você é palhaço.
QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ ...
Por mim eu continuo nessa farra o mês inteiro, pois ter um bobo alegre como você diverte todo mundo. Espero que você tenha gostado da minha super demonstração de conhecimento da Lógica.
Para o Sunda
Fala o Rodolpho
“Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore ---
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping at my chamber door.
“’T’ is some visitor,” I muttered, “tapping at my chamber door ---
Only this and nothing more.”
(“THE RAVEN”, EDGAR ALLAN POE)
Sou leitor assíduo do Conjur, mas hoje fiquei muito entristecido com o palavreado que encontrei nos comentários deste artigo. Vejamos trecho: "No mais, como desejo que vc. seja feliz, lhe indico que faça o que gosta, junto com tua família: vá chupar uma pica porque é o que vc. está querendo." SINCERAMENTE, espero uma providência séria por parte desse meio de comunicação, sob pena de ter-se início ao descrédito com a qualidade da revista e conseqüente perda de "assinantes", como é meu caso.
Os Juízes são, em sua maioria, contra o quinto Constitucional porque defendem interesses corporativos deles próprios. Ou ninguém percebe que com advogados e membros do Ministério Público fora dos Tribunais vai sobrar mais vaguinhas nos Tribunais para os Juízes de Carreira?
Agora, para que não sejam tendenciosos, façam uma pesquisa e vejam quantos advogados concordam com as férias anuais de 60 dias dos Magsitrados.
Eu particularmente acho que o direito dos Magistrados de terem férias de 60 dias é um privilégio inaceitável!!!
Nenhum trabalhador brasileiro tem direito a ter 60 dias de férias no ano.
Os Juízes são melhores do que os outros???
Eu não acho e acho que a OAB deveria dar o Troco na AMB, fazendo uma Campanha Nacional contra o privilégio dos 60 dias de ferias anauais dos Magsitrados. A Sociedade brasileira não está em condições de arcar com esse privilégio.
PELO FIM DO PRIVILÉGIO DAS FÉRIAS ANUAIS DE 60 DIAS PARA OS MAGISTRADOS JÁ!!!
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