A Executiva Nacional do DEM decidiu, nesta quinta-feira (12/2), desligar o deputado federal Edmar Moreira (MG) do partido. De acordo com o presidente da legenda, Rodrigo Maia (RJ), o pedido de desfiliação feito pelo parlamentar ao Tribunal Superior Eleitoral já significava, na prática, a saída do deputado do partido, por isso não houve necessidade de expulsão formal. As informações são da Agência Brasil.
Com a alegação de que foi pressionado pelo próprio partido a abandonar a legenda, o deputado pediu na segunda-feira (9/2) ao TSE que reconheça a justa causa de sua saída do partido. A saída por justa causa é a única forma de um parlamentar deixar um partido e manter o cargo eletivo conquistado, com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre a fidelidade partidária. Moreira afirma sofrer “perseguição política com grave discriminação pessoal”.
Ele, que ocupava a corregedoria e 2º vice-presidência da Câmara, deixou o cargo depois da acusação de apropriação indevida de contribuições previdenciárias de funcionários, de não ter declarado à Receita Federal e à Justiça Eleitoral a propriedade de um castelo em Minas Gerais e de uso irregular de verba indenizatória.
“O partido deve preservar a sua imagem e a postura do deputado Edmar, o seu histórico de votações e a própria conduta dele após as eleições da Mesa não condizem com o partido", disse Rodrigo Maia. Segundo ele, o DEM vai aguardar a decisão do TSE.

Nessa aí, o "DEMO" se deu mal e perdeu o mandato.
A Justiça ( se for justa ) confirmará ! ! !
se fosse do PT seria promovido a um cargo de administrador no partido !!!!
Castelo, Sr. Edmar, só para quem vive no primeiro mundo. Se V.S. tivesse comprado uma palafita em no Rio Negro (Amazonas) não teria tido todos esses problemas. Na Inglaterra V.S. teria adquirido um castelo a troco de sua manutenção e não teria tido problemas com a Rainha.
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