O procurador Rodrigo De Grandis, responsável pelo inquérito da Satiagraha, acredita que a denúncia feita na última semana contra o delegado Protógenes Queiroz, por violação de sigilo e fraude processual, não deverá interferir na condenação a dez anos de prisão imposta ao banqueiro Daniel Dantas, do Grupo Opportunity. A declaração foi feita à repórter Mariana Ghirello, do site Última Instância.
Segundo o procurador, a gravação feita pelo produtor da Rede Globo não tem qualquer tipo de relevância ou pertinência com o que foi produzido no âmbito das investigações. “São questões exteriores”, afirmou De Grandis.
Protógenes, afastado do comando da Satiagraha e da PF, foi acusado pelo Ministério Público Federal em São Paulo de vazar informações para a Rede Globo ao convidar produtores da emissora para gravar o flagrante da tentativa de suborno feita em nome de Dantas, condenado por corrupção ativa.
Os procuradores que assinam a denúncia afirmam que o delegado informou a produtores da Globo sobre a deflagração da Satiagraha e pediu auxílio de um cinegrafista da emissora para gravar a prisão de Humberto Braz e Hugo Chicaroni, que teriam sido os emissários de Dantas na tentativa de convencer agentes da PF a livrá-lo das investigações.
Rodrigo De Grandis destaca que o vídeo não foi mencionado nas alegações finais do processo por corrupção, único decorrente da Satiagraha que já teve sentença.
Ao reler a decisão do juiz federal Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal em São Paulo, o procurador destaca que ela está fundamentada em outras provas, como as gravações de áudio, testemunhas e também o depoimento dos réus. Segundo o procurador, o juiz não citou o vídeo na condenação.
Para De Grandis, se for confirmada a fraude processual e a filmagem for retirada dos autos, as investigações não serão prejudicadas. “Não foi um fato utilizado para dar origem à condenação” afirma.
No final de abril, a Polícia Federal indiciou Daniel Dantas por formação de quadrilha e crimes financeiros, entre eles gestão fraudulenta, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. O relatório final da investigação já foi entregue ao juiz De Sanctis e, baseado nele, o procurador deve decidir quais crimes cada um dos envolvidos será denunciado à Justiça.
Essa é a velha teoria de que os fins justificam os meios, que vem ganhando terreno também no âmbito da Justiça. Demoniza-se e, em consequência, vale tudo. Aliás, por que será que o juiz e o procurador não fizeram menção ao vídeo, quando ainda não se sabia que foi gravado com quebra de sigilo e depois editado? Mais: se o Protógenes foi capaz de mandar editar, do que mais foi capaz? Não se pode olvidar que, na versão dos acusados, foi a polícia quem pediu dinheiro. Foi ou não foi, eis a questão!
Se muito não me engano o Douto Magistrado Fausto De Sanctis, ao argumento de que ninguém negou a autoria das vozes, solenemente desconsiderou uma perícia de ruido de fundo, provavelmente com análise espectral, indicando que as gravações de áudio teriam sido editadas. ftware.com/acidpro eativesoftware.com/acidpro/mixing
Na Internet há sites, uns instalam meia dúzia de vírus no computador do sujeito, outros não, onde se consegue um crack que ativa tanto o Sound Forge quanto o Acid Pro 7.
E isso com o caso? Sugiro aos advogados que atuam na área fazerem uma investigação dos recursos do Acid Pro 7, e a capacidade de a partir de um sistema de gravações digitais formato .wav, como do Guardião, se recortar e colar vozes, e num canal ainda acrescentar um falso ruído de fundo.
Site do fabricante
http://www.sonycreativeso
http://www.sonycr
e outros... é usado por DJs para criar efeitos musicais, mas pode se recortar no Sound Forge trechos de conversas, trabalhar, e editar no Acid Pro.
E isso com a PF e MPF? E com a recusa da perícia do ruído de fundo no caso DD? Eu acredito em papai noel e coelhinho da páscoa tanto quanto acredito na impossibilidade de editarem diálogos do Guardião em novas montagens, tanto quanto acreditei que, sabendo a diferença entre assinatura digital onde o Judiciário dos EUA pode obrigar a empresa a fornecer a chave pública, o HD de DD e do Opportunity, não chega aos 256 bits de hoje, com 128 bits sem chave pública, alguém sabe se o FBI conseguiu quebrar a criptografia?
Lembrando, sites de crack há aos montos do Japão à Rússia, ativar duas versões "legítimas" dos citados programas não é difícil. E no fim a perícia é ignorada... Assim caminhamos nós, com nossas investigações que não podendo usar achômetro e pau só resta o grito.
ô loco meu!!! To começando a ver duendes, alteração de diálogos, bicho papão...
Esse tal de acid pro deixa a gente vendo um monte de coisas...
Quebrar o clima pesado que às vezes toma corpo nesse espaço.
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