Mesmo após a independência, o Brasil segue com as estruturas patriarcalistas [1] que marcaram à sangue a sociedade escravocrata, feridas vivas e não cicatrizadas, estruturas herdadas que organizam o Estado desde a invasão portuguesa. Esse fenômeno de não ruptura estrutural calcado na hierarquização é denominado colonialidade do poder e sustenta-se na imposição de uma classificação […]