A família brasileira do menino Sean Goldman, de 9 anos, recebeu uma mensagem de texto do celular dele, escrito “cheguei”, após quase 48 horas depois dele partir para os Estados Unidos com o pai biológico, David Goldman. A informação é do advogado da família Bianchi, Sérgio Tostes, segundo o site G1.
E a avó materna do menino, Silvana Bianchi, confirmou neste domingo (27/12) que em seguida recebeu uma mensagem de voz no celular, dizendo "Nona, cheguei aqui. Tô muito feliz. Um beijo, tchau". Segundo ela, a voz de Sean era muito chorosa. Ambas as mensagens foram através do celular de David, informou ela.
"Cada dia que passa estou pior. A irmã dele passa o dia inteiro chamando o irmão. Ela passa porta do quarto dele chama ele", disse Silvana. Ela contou que pretende visitar o neto assim que a Justiça permitir.
Sean seguiu para Orlando na manhã de quinta-feira (24/12), depois de uma longa disputa judicial entre as duas famílias pela sua guarda. As mensagem de celular, de acordo com o a avó, teriam chegado na sexta-feira (25/12).
Segundo Tostes, a avó materna do menino, Silvana Bianchi, já ligou “inúmeras vezes” tanto para o celular que Sean levou do Brasil, quanto para o de David, mas ambos estão sem sinal. Ele afirmou que irá acionar o Ministério das Relações Exteriores nesta segunda-feira (28/12), para tentar contato com Sean e também negociar a visitação da avó nos Estados Unidos.
“O ministério tem a obrigação de atender brasileiros que estão fora do país. Não vou falar com a embaixada brasileira em Washington, vou direto no ministério”.
Em entrevista concedida à rede de TV norte-americana NBC, que fretou o avião para levar pai e filho para os Estados Unidos, David Goldman disse que, "com o tempo", vai permitir que a avó de Sean o visite nos Estados Unidos: "Vai levar algum tempo, mas não vou negar a ela e a ele se encontrarem", disse Goldman.
“O ministério tem a obrigação de atender brasileiros que estão fora do país. Não vou falar com a embaixada brasileira em Washington, vou direto no ministério”.
O menino é AMERICANO !
Minha senhora: se retire de cena, a senhora já teve os seus minutos de celebridade. O seu neto é norte-americano e, agora, está com o seu PAI, entendeu ou é preciso desenhar?
Parabenizo o presidente do Supremo Tribunal Federal Ministro Gilmar Mendes pela brilhante decisão proferida quanto ao caso Sean Goldman.
Ainda nesses tempos de crescente desigualdade, as mães costumam ter alguma vantagem na questão de com quem ficam os filhos pequenos. Mais ainda me parece existir um consenso de que as mães têm um direito levemente maior, o que deve mudar nesses tempos igualitários que vivemos. As mães seguem sendo mães, mas os pais se tornaram mais pais, me parece.
Sean sempre teve um pai biológico e continua tendo. E, se o menino tem direito a um pai, o pai tem direito ao seu menino e esse é um dos poucos laços considerados sagrados, nesse mundo tão laico.
Esse senhora não tem senso de ridículo, ela é chata ao cubo, além de advogados para buscar o seu "direito" contratou também assessoria de imprensa para divulgar as suas chatices e comportamento abjeto.
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Essa cretinice toda provocou um escândalo internacional totalmente prejudicial ao Brasil e aos brasileiros.
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Perdeu o menino que ficou afastado do seu pai e da sua casa.
.Perdeu o pai do menino que se desgastou emocionalmente e gastou muito dinheiro para ter o seu filho ao seu lado (de onde nunca deveria ser retirado).
.Perdeu o Brasil, perdeu a Justiça Brasileiro e perdemos todos nós brasileiros (a praga de levar vantagem em tudo ficou evidente).
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Faço votos que os Estados Unidos proibam a entrada dessa senhora no solo americano, dessa forma o pai e a criança poderão ter um pouco de sossego, pois, ela se chama encrenca.
Mas em que mundo será que vive essa senhora? Não entendo! Reclamar que irá passar o Natal sem seu neto! Que tal lembrar que o pai "biológico", está há mais de cinco anos passando os Natais sem seu filho? Espero sinceramente que seja negado a esta senhora, qualquer pedido de visto ao governo norte-americano para entrar naquele país. Afinal, para a Justiça de lá, o caso é - e sempre será tratado -, como "sequestro internacional de menor", daí não se cogitar sequer da entrada da avó materna em solo norte-americano. Que tal essa avó, conceder algum tempo a sós, para pai "biológico" e respectivo filho? Isso mesmo. Esse menor, que jamsi deveria ter sido retirado sorrateiramente do convívio de seu pai "biológico"!! E nem tente a avó materna, obter a guarda do menor na justiça dos EUA, pois, como é cediço, o Judiciário de aludido país, já consolidou entendimento noi sentido de que a guarda deve ser estabelecida sempre em favor dos pais biológicos, salvo raríssimas exceções...Parabéns a David Goldman por sua incansável luta!!! Parabéns ao Presidente do STF, por sua inatacável decisão de 29 laudas!!! A justiça é cega, mas enxerga no escuro!!!
(CONTINUAÇÃO)...
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Que Sean seja feliz e ao se tornar adulto tenha capacidade para avaliar sua vida e as atitudes de todos com indulgência, magnanimidade, temperança para não exigir das pessoas mais do que elas realmente podem oferecer, que consiga compreendê-las com seus defeitos e entenda como esses defeitos são difíceis de superar pelas próprias pessoas. Enfim, que saiba perdoar aqueles que, pretextando ajudá-lo, na verdade desejavam satisfazer a si mesmos, a seus sentimentos mais amesquinhados. Que Sean tenha a sabedoria que faltou a seus avós e padrasto para fomentar a perfeita integração de sua família.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Se os avós maternos e o padrasto não tivessem alimentado esse desejo egoísta de alijar o pai de Sean do direito de tê-lo consigo, se, no delírio de suprir orfandade materna, como se fosse possível se substituir à mãe do menino, não tivessem pretendido torná-lo também órfão de pai impedindo-o de crescer e viver a experiência que é única na vida de todos que é ter um pai, e, ao invés desse desígnio egoísta que só leva em conta o próprio sentimento e tenta justificá-lo numa falsa pretensão de que isso é o melhor para a criança, tivessem, desde o início, buscado a integração com o pai, ainda que isso significasse a ida de Sean para os EUA, se tivessem tomado a iniciativa de procurar o pai para entregar-lhe a criança e acertar com ele desde o início regras de visitação, a possibilidade de Sean passar as férias no Brasil com a família brasileira, enfim, se tivessem tido boa vontade para se despojarem de seus sentimentos egoístas e tivessem pensado verdadeiramente no menino e que ele é o elo a unir duas famílias, uma brasileira e outra americana, talvez hoje a situação fosse completamente diferente, sem traumas para nenhuma das pessoas que se envolveram em toda a disputa internacionalmente conhecida.
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(CONTINUA)...
Pois é Dr. Sérgio, disse tudo. Espero que David não seja mesquinho como a família brasileira, que so pensou em seus sentimentos e permita a visita da familia brasileira, para que Sean não sofra tanto. As manifestações dos membros dessa família, que compactuou com uma monstruosidade dessas está chegando a beira do patético.
Saudações e cumprimentos ao Ministro Gilmar Mendes
Está nos autos, está no MUNDO dos HOMENS, está no DIREITO!
E felizmente nenhuma partida de tênis, nenhuma convivência social pode OBSTACULIZAR a marcha inexorável do DIREITO.
O Brasil tem leis, o Brasil se insere no contexto MUNDIAL da prevalência das NORMAS JURÍDICAS EFICAZES, por mais que, às vezes, possamos pensar que isso não ocorre.
O DUE PROCESS OF LAW foi REALIZADO, felizmente, até com ENTREVISTA TÉCNICA do MENINO SEAN!
Felizmente, o MENINO SEAN escapou daqueles que nele criaram uma SÍNDROME da ALIENAÇÃO PARENTAL, também chamada, como assinala a PROF. e DESEMBARGADORA MARIA BERENICE DIAS, de "IMPLANTAÇÃO de FALSAS MEMÓRIAS".
E que ABSURDO a forma tão vulgar, mediocre e primária como a FAMÍLIA tem tratado o assunto! __ O que a SOCIEDADE BRASILEIRA, estamos certos, espera, é que o GOVERNO NÃO INTERFIRA nos ASSUNTOS JUDICIÁRIOS, ainda que o exemplo BATTISTI dê mostras do contrário.
A DIGNIDADE e a SOBERANIA do PAÍS impõem ao GOVERNO que ele aja, pelo menos desta vez, como GOVERNO de um PAÍS e não como agiriam Chavez e tantos outros que hoje povoam os países da América do Sul!
Se a AVÓ e o PADRASTRO (esse NÃO TEM QUALQUER PLEITO LEGAL) de SEAN quiserem vê-lo, que peçam um VISTO de TURISTA e VIAGEM aos ESTADOS UNIDOS, de onde JAMAIS deverão sair com o MENINO SEAN, até ele ser maior, para EVITAR novos INCIDENTES, similares àqueles que fizeram do PAI um ÓRGÃO do FILHO por mais de cinco anos!
Apenas, não podemos nos esquecer que, após dizer o que disse dos ESTADOS UNIDOS, certamente a FAMÍLIA que causaou a SÍNDROME de ALIENAÇÃO PARENTAL no MENINO SEAN está sentindo que terá dificuldades de obter um VISTO para um PAÍS que teve sua DIGNIDADE e SOBERANIA atingidas pelas incríveis acusações que foram feitas a seus Cidadãos e também Políticos!
Tudo que acontece tem seu lado positivo. Apesar de tanto barulho, por tão pouco ( afinal de contas, há milhares de casos de guardas de menores sendo discutidas agora mesmo na Justiça ).Estou satisfeito com o Poder Judiciário neste caso, apesar da demora.Pelo menos, passamos o recado à comunidade internacional de que houve imparcialidade na Justiça do Brasil e que fizemos respeitar as leis. Compete à família brasileira do menino também respeitar e acatar a decisão do Supremo.
O menino não é somente americano, é brasileiro também, tem dupla nacionalidade.
Pouco importa a nacionalidade da criança, se americana, se brasileira. O que importa realmente é que o menino tem um pai, o qual, tanto pelas leis da natureza, como pelas normas jurídicas, é quem deve cuidar da criança, na falta da mãe.
Se ambos os pais da criança fossem falecidos, eu até entenderia uma eventual disputa envolvendo os avós brasileiros e os avós americanos pela guarda no neto. Mas ver uma avó disputando com um pai a guarda do neto, sem nada existir que desabone esse pai, é algo sem nenhum sentido.
Espero que a família brasileira compreenda que o lugar da criança é ao lado de seu pai (pai legítimo e não "pai biológico" como alguns vinham se referindo ao Sr. Goldman). Aliás, um pai que está mostrando retidão de caráter, ao já afirmar que irá permitir visitas à criança pela avó materna, pois, se fosse uma pessoa minimamente vingativa, deixaria essa questão para a Justiça americana decidir, sabe-se lá de que forma e em quanto tempo.
Se não fosse o inconformismo de David com essa embrulhada judicial para protagonizar uma ampla campanha internacional detonada por seus amigos em Nova Iorque, nunca teria conseguido reaver o menino. ree.com/pages/infancia.htm
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Foi preciso que eles criassem a Fundação Bring Sean Home que mobilizou a opinião pública de lá para mobilizar o Estado americano e somente então David se fazer ouvir no Brasil.
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Não havia nenhuma ação para ser discutida, nem sobre guarda, nem dúvida sobre paternidade. Isso devia ser apenas a cooperação internacional (Convenção) para execução de uma ordem de busca e apreensão cumprindo uma decisão da Justiça americana.
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A coisa só foi resolvida quando deixou de ser jurídica e passou a ser política.
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A Justiça do Brasil não faz o dever de casa e o Ministro Marco Aurélio provocou um desgaste ainda maior porque foi mexer no que já estava quieto, obrigando o Ministro Gilmar Mendes a devolver as coisas ao seu devido lugar.
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Não se fez Justiça nesse episódio, fez-se pressão política justamente porque a coisa estava sendo levada sem isenção e, aí, ficou evidente que estaria havendo algum tipo de manipulação.
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Barack Obama é advogado, Hillary Clinton é advogada e apesar de não se poder dizer certas coisas às claras, o óbvio não precisa ser dito, porque é óbvio, está evidente.
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Ao que tudo indica, eles queriam mesmo tomar o menino do pai na marra por cima de pau e pedra e deu um rolo do cão.
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Eles fazem isso todos os dias no Brasil. Não existe recurso para lobby na Justiça porque, se isso ocorre, quem vai receber o próximo recurso já estaria no esquema.
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Pense e responda: Se David fosse brasileiro, o Ministro Gilmar Mendes teria concedido a segurança?
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Então, por que a concedeu?
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http://eyelegal.orgf
A rapadura é doce, mas não é mole. Chegou a sua vez!!Agora deixa o governo brasileiro fora disso. Essa sua conversa de "venderam" Sean não cola.
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