Ser favorável à descriminalização do aborto não quer dizer concordar com a prática. Essa é a opinião do católico José Antonio Dias Toffoi, ministro do Supremo Tribunal Federal. Em entrevista à revista Poder, da jornalista Joyce Pascowitch, o mais novo integrante da Suprema Corte brasileira criticou a forma como a Igreja Católica combate a ideia e defendeu a criação de uma lei que dê acesso ao aborto, mas que exija testes psicológico e social, e que garanta suporte financeiro a quem não tem condições para uma cirurgia. “Colocar na cadeia quem faz aborto não resolve”, disse.
Toffoli também defendeu a descriminalização do uso de drogas. Neste ponto, no entanto, afirmou que a liberação tem de ocorrer em todos os países, para que não haja “centros ativos”, e que o Estado deve se encarregar de propaganda institucional ostensiva para educar a população.
Propaganda institucional também é a via pela qual o Estado deve educar os brasileiros sobre a violência contra a criança. “A origem de todos os males, a meu ver, é a violência contra o menor”, disse à revista. “Estamos no século 21 e ainda tem pai que bate em filho.” Para ele, é o governo quem deve ensinar os pais a educar os filhos, por meio de propaganda permanente. “Isso, em 15 anos, transforma um país.”
Apesar de se assumir religioso, Toffoli diz não poder julgar segundo dogmas da Igreja Católica. Isso inclui também a união homossexual e a adoção de crianças por casais do mesmo sexo, que, segundo o ministro, não têm contraindicações jurídicas. “Ainda existe um problema cultural, mas a Justiça está à frente”, disse.
Desde que começou a ser cogitado para vestir a toga deixada pelo ministro Menezes Direito, um católico fervoroso, Toffoli foi apontado como uma indicação partidária. Advogado do PT em duas campanhas eleitorais, o atual ministro é próximo do presidente Lula, que o indicou. Ele conta, no entanto, que tem amigos tanto na situação quanto na oposição. “O próprio Serra me contou que quem o levou para a política foi um primo da minha mãe, José Carlos Seixas. Tenho um relacionamento com o Serra por meio de familiares”, afirmou.

Eu poderia escrever dez mil palavras para justificar essa nota dez, mas nem dez palavras são necessárias, pois o aborto foi descriminalizado há décadas até no centro do catolicismo mundial, que é a Itália, a Terra do Papa, e, no Brasil, essa descriminalização está com cem anos de atraso.
Quanto às drogas, é tudo ou nada: ou criminalizam todas as bebidas alcoólicas, que são drogas perigosíssimas, provocadoras de centenas de milhares de mortes no trânsito rodoviário e urbano, ou então liberam tudo, libera geral, para acabar com essa hipocrisia criminosa e perversa.
Já que estamos falando em catolicismo, vamos lembrar Cristo, que disse: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem foi feito para o sábado”
Protestante é quem tem doutrina própria. Põe a Bíblia debaixo do braço e a interpreta como quer. Católico acredita no Primado de Pedro, no Depósito da Fé, na exclusividade do Magistério para interpretar, na Infalibilidade do Papa em matéria de Fé e de Moral, na Assistência Exclusiva do Espírito Santo sobre os sucessores dos Apóstolos para dar continuidade à Tradição dos mesmos, segundo constituiu e prometeu Jesus Cristo, assegurando uma doutrina imutável para todas as gerações, pois Deus não muda e Ele é a Verdade Absoluta. CONCLUÍMOS QUE O MINISTRO É APENAS MAIS UM PROTESTANTE MARXISTA QUE ABUSA COM SUA PRESENÇA DESOBEDIENTE NA IGREJA. Nem sabe que quem defende o aborto está automaticamente EXCOMUNGADO.
Como todo estudante de direito no primeiro ano, sabemos que o direito é um fato social, portanto, dinâmico.
Também sabemos dos inúmeros filhos concebidos de forma indesejada, ocasionando inúmeros abortos em clínicas clandestinas que mais parecem açougues em alguns casos.
A qualquer magistrado de qualquer grau, não é dado o direito de ir contra as mudanças da sociedade.
Não podemos tapar nossos olhos aos fatos como se não existissem.
O juiz tem que acompanhar a realidade, ainda que seja contra seus princípios pessoais, pois não pode se dar ao luxo de usá-los no momento do julgamento, sob pena de negar a dinamica do direito.
Tomemos por exemplo os deferimentos de pagamentos de pensões para parceiros homosexuais. Os juízes por mais que católicos ou protestantes, não poderiam deixar de deferir, devido ser uma realidade de hoje.
Há muitas pessoas no Brasil que se apresentam como "Católicas".Nunca vão à Igreja ( ou pouco vão ), nunca leram a Bíblica e se dizem "Católicas" por conveniência ou por herança cultural.E todos sabemos que isto é um fato.
Dito isto, acho que a liberação ou não do aborto deveria ser mais discutida.Há abortos que são realizados com o feto já desenvolvido dentro da barriga da mãe.
Se alguem conseguir me explicar qual a diferença - no sentido de crime como ato não civilizado e bárbaro, sendo ou não prescrito na lei - de matar a criança em um processo supostamente médico ( entendido como ascético ) ou quando ela é morta por alguem quando já está no mundo exterior.Por que um procedimento não choca e o outro sim?E por que sempre se foge desta discussão?Como se ela nao fosse real.
Analisando os comentários de meus antecessores, podemos constatar alguns cometários imparciais e preconceituosos. A CF assevera que o Brasil é um pais laico, a igreja católica ou qualquer outra em razão de seus dogmas ou doutrinas não pode ingerir nas leis do Estado, nem tão pouco pode o Estado interferir na igreja em suas doutrinas ou dogmas. Há garantia constitucional em relação a isso. Até a pouco tempo o adultério estava capitulado como crime no CP, com certeza por influência de dogma da igreja católica em relação ao casamento, sem falar nos feriados religiosos católicos que "pipocam" em todas as cidades brasileiras. Se a "moda pegar" e outras igrejas ou grupos religiosos quiserem seguir o exemplo , não teremos dias úteis, só feriados. A final o Brasil é ou não um país laico. Se não for que se mude a constituição federal!!!!!
Ministro do STF é membro de Poder, no caso, de Poder de um Estado laico, que tem o pluralismo, a liberdade e a igualdade como princípios fundamentais. São os princípios do Estado brasileiro que todo membro de Poder, enquanto tal, deve respeitar acima de todas as coisas. Portanto, quem o faz ou procura fazê-lo está correto. Além disso, Ministro do STF tem, nos termos da Constituição, o mesmo direito de liberdade que qualquer cidadão. Assim, tem a mesma liberdade de manifestação de pensamento que qualquer do povo, inclusive de manifestar posições polêmicas, e não há de sofrer qualquer constrangimento por isso.
Por quê misturar "alhos com bugalhos"?!
Ser Católico significa seguir o que a Igreja, "Mater e Magistra", determina. Se o Exmo. Sr. Ministro é a FAVOR do aborto (e nem me venham com contemporizações) viola a sua condição de Católico e não mais pode intitular-se como tal, ainda mais se se coloca CONTRA a Igreja como Instituição, simples assim.
Depois, a descriminalização total do aborto foi novamente objeto de adesão formal do Brasil AINDA NESTA SEMANA. É um objetivo primevo do (des)governo "que aí está", file a compromissos assumidos com entidades internacionais.
O engraçado é que tudo isso é tratado como "direito da mulher" e outras patacoadas. E o feto, não tem direito algum?! Não é o que estabelece o Tratado da Costa Rica, firmado pelo Brasil e sancionado pelo Congresso Nacional e nem específico artigo de nossa Constituição Federal.
Mas, na dinastia do Abortista/Excomungado sem-dedo, a lei? Ora, a lei...
Ô Seduvim, também acho!
PEDOFILIA é uma coisa "da moda", praticada por padres pederastas, por pastores, por juízes e prefeitos do Interior, funcionários de ONG´s e de organizações da ONU e demais pessoas muito, hum, "respeitáveis".
Então, por quê criminalizar tal prática, não é mesmo? Devemos acolher o fato e a "dinâmica social" dele emanente, ora. E olhe a lógica da coisa: os que a praticam apenas distribuem "carinhos" entre as crianças, não as MATAM!
Não seria mais coerente e avançado?
Passar bem.
Caro Eliseu-cartorário:
É muito feio se pontificar acerca do que não se conhece.
A Igreja Católica é uma instituição bi-milenar que sempre zelou pelo direito e dignidade das minorias e dos sem-direito, tais como: as mulheres, os recém-nascidos, as viúvas, os órfãos, os escravos e outros, convenientemente, considerados não-pessoas ou pessoas de segunda classe.
Neste diapasão, a sua luta sempre foi pela vida (e por favor, me poupe, não me venha com lorotas como Inquisição, Cruzadas e outras, vá se informar primeiro).
Então, ser "laico", conceito erigido pela nefasta Revolução "Das Luzes" no século XVIII (que matou aí só uns dois milhõezinhos de pessoas, num dos primeiros banhos de sangue em massa por motivos ideológicos da História, bem como os seus filhotes posteriormente, o Comunismo e o seu irmão siamês, o Nazismo!) conceito hoje muito "chique", significa, nescessariamente, ser ANTI-RELIGIOSO e com isso, acabar apoiando absurdos como a matança de crianças INDEFESAS, no ventre de suas próprias mães! E o pior, achando que estão fazendo o bem e promovendo o Direito e a liberdade!
Passar bem.
Não se pode relegar ao oblívio, o site se chama consultor jurídico e não teológico, o "Mr. Richard Smith" não é operador do direito, e se for o conteúdo de sua manifestação deveria ser em outra seara. A liberdade religiosa é garantia constitucional, a idade média (trevas) já passou a muito tempo. Qualquer cidadão tem o direito de crer ou não crer em alguma religião. A igreja romana(Vaticano), como qualquer outra igreja, seita ou grupo religioso tem o direito de se manifestar sobre qualquer assunto de Estado, o que não pode é impor os seus dogmas e doutrinas a outrem. O ordenamento jurídico brasileiro já preve o aborto em alguns casos, para não delongar não vale a pena decliná-los aqui.
Como se pode observar, o "seu" Eliseu-cartorário faz parte de uma minoria que é muito democrática, conquanto se concorde com ela, senão...!
Então rememoremos alguns fatos:
a) a pretensa "polemica" surgiu porque o repórter, na sua matéria, fez questão de destacar o "catolicismo fervoroso" do Sr. Toffoli, para contrapor a sua opinião contrária à "criminalização" do aborto;
b) Ora, se a lógica me socorre, quem é contra a criminalização de um ato, é a favor da sua "descriminalização", ou seja, é a favor do seu cometimento sem que seja considerado crime. É, no caso, A FAVOR DO ABORTO!
c) E quem é a favor do aborto, mormente uma autoridade pública, não pode ser considerado Católico. Já se separou da Igreja. É considerado por esta, se a sua opinião for pública, como EXCOMUNGADO. Simples assim. Não é gosto nem preconceito, mas apenas um FATO.
d) Depois, a velha e tola falácia: o Código Penal não permite e nem admite o aborto, apenas NÃO O PUNE, em determinadas (e errôneas) circunstâncias.
e) Mais depois ainda, a Família precede a Sociedade que por sua vez precede o Estado, que em seu nome exerce o poder. Sendo o aborto uma aberração e um delito hediondo sob qualquer ponto de vista que se o veja (ético, moral, filosófico, religioso, sociológico, etc.), é de todo o interesse do Estado que não se o pratique;
f) Por derradeiro, como muitos, o "seu" Eliseu-cartorário é daqueles que "cospe no prato que come" pois vive numa Sociedade de orígem cristã e desfruta dos seus benefícios, mas, como menino tolo e rebelde, se volta contra ela.
Paciência. A semeadura é livre, mas a colheita, obrigatória, diz o sábio ditado.
O Nado falou que o Papa é infalível em matéria de moral. Com essa afirmação, ele provou ser um analfabeto em matéria de história, pois é comprovado documentalmente, e a Igreja jamais negou, que o Papa Alexandre VI tinha dois filhos e uma filha, fabricados por ele na amante Giovanna Catanei, no tempo em que ele era Cardeal. Depois, enquanto Papa, ele comeu a própria filha, Lucrécia Bórgia, e fez um filho nela.
É isso que o Nado chama de “Infalibilidade Moral” do Papa??!!
Os brasileiros turistas estão viciados nas viagens turísticas de cabotagem, nos super navios. Esses monstros carregam seis mil passageiros e três mil tripulantes. Considerando que cada pessoa caga meio quilo de bosta por dia, por baixo, por baixo, nós temos cinco mil quilos de bosta cagados nesse navio.
Mas não tem problema: o Richard Smith come toda essa bosta. E agora ele veio vomitá-la aqui no ConJur.
Richard Smith, vá vomitar bosta em outro lugar.
Você partiu para a ofensa, chamando alguém de “abortista/excomungado/sem dedo”.
Se você é um exemplo de católico, cara, então as vagas no inferno já devem estar esgotadas.
Em 1923 Freud publicou a teoria segundo a qual o “EU” era produto de uma diferenciação progressiva do “ISSO”.
O Richard Smith jamais conseguiu configurar o próprio “EU”. Ele continua sendo o “ISSO”, nada além do “ISSO”.
Daí, desse “ISSO”, surge o vomitório que ele dirigiu contra o Eliseu (cartorário), chamando-o de ignorante. Nesse monte de asneiras ele, o “ISSO”, o Richard Smith, cita o NAZISMO, e foi ai que o Richard Smith provou que é um analfabeto, pois não sabe que a Igreja Católica apoiou de corpo e alma o nazismo Hitleriano. A Igreja Católica, comandada pelo Papa Pio XII, apoiava escancaradamente todas as atrocidades praticadas por Hitler.
Tudo isso está gravado, provado e documentado na obra “Hitler’s Pope – The Secret History of Pius XII”, de John Cornwell.
O aborto é uma medida essencial, pois, se essa prática tivesse sido legalizada na Alemanha e na Itália, e tivesse ocorrido o aborto de Hitler e do Papa Pio XII, nunca teria ocorrido a catástrofe do nazismo.
Premissa maior: o Richard Smith está numa depressão profunda.
Premissa menor: depressão profunda é um buraco no chão.
Conclusão: o Richard Smith está num buraco no chão.
Usando a bunda para falar, o Richard Smith veio xingar o Eliseu (cartorário) com uma listagem de seis conclusões, que ele intitulou de “a, b, c, d, e, f”, mas sem apresentar as premissas sustentadoras de nenhuma dessas conclusões. O cara fala pela bunda mesmo.
A conclusão “f” mostra que o Richard Smith caga pela boca e fala pela bunda. Ele diz que o Eliseu “cospe no prato que come, pois vive numa Sociedade de origem cristã e desfruta dos seus benefícios”, mas se volta contra ela apoiando o aborto.
Esta besta ruminante do Richard Smith se atreve a falar em lógica, sem ter a menor noção dessa disciplina, pois ignora que qualquer inferência dedutiva tem que ser válida e tem que ser sustentada por premissas verdadeiras, para, só assim, ter legitimidade. E que, qualquer inferência indutiva só se torna cogente se as premissas tiverem a força suficiente para garantir a veracidade da conclusão em 90% dos casos.
Essa besta quadrada do Richard Smith vomita e escarra na Constituição Federal que, no artigo 5ª, inciso IV, garante a livre manifestação do pensamento, e, no inciso VI, garante a liberdade de crença.
Portanto, o Eliseu (cartorário) tem o direito de não crer em coisa alguma, nem em Cristo, nem na Bíblia, nem em Deus, sem ser interpelado por esse nazistão que é o Richard Smith, que se atreve a chamar o Eliseu (cartorário) de “menino tolo e rebelde”.
Vá cuidar da sua mulher, cretino, pois bestas como você nenhuma mulher suporta, e vai logo tratando de arranjar outro.
Em 1936, no Congresso Psicanalítico de Marienbad, Jacques Lacan lançou a Teoria do Espelho, em que se destaca “A Função do Outro na Afirmação do Eu”.
Ora, ao esculhambar com o Seduvim (outro), o tal do Richard Smith apoiou-se nas patas traseiras e zurrou que “PEDOFILIA é uma coisa "da moda", praticada por padres pederastas, por pastores, por juízes e prefeitos do Interior, funcionários de ONG´s e de organizações da ONU e demais pessoas muito, hum, "respeitáveis"”.
Ora, o pau d’água só presta atenção em pinga, porque gosta de pinga; o ganancioso só presta atenção em dinheiro, porque gosta de dinheiro.
Se o Richard Smith presta tanta atenção em pederastas e pedófilos, a ponto de dizer que isso “é uma coisa da moda”, é porque ele gosta de pedofilia e de pederastia. É a Teoria do Espelho, de Lacan.
De fato, em todos os países, de todos os continentes, nos últimos anos têm chegado denúncias de milhares e milhares de padres estupradores de crianças. Pedófilos, portanto.
Se é assim, porque apoiar dessa maneira o catolicismo?
Daí que, se houvesse o aborto, que abortasse esses milhares de padres, todas essas crianças, vítimas desses monstros católicos, teriam sido salvas dos tormentos por que passaram.
Depois, fica óbvio a quem tem apenas dois pés no chão e não os quatro que procurei estabelecer uma relação retórica e irônica ao considerar a pedofilia como "moda".
Seguindo-se o raciocínio apenas do ponto de vista estatístico, "modas" também seriam os homicídios, as chacinas, a corrupção desavergonhada e desenfreada e outras ocorrências numericamente relevantes. Para todas estas deveríamos acolhê-las como "normais", pela sua simples ocorrência?!
Então, não é por falar em pedofilía, que pedófilo me torno, se não como considerar aqueles que lançaram toneladas de bosta neste democrático espaço, não é mesmo?
Depois, fica óbvio a quem tem apenas dois pés no chão e não os quatro que procurei estabelecer uma relação retórica e irônica ao considerar a pedofilia como "moda".
Seguindo-se o raciocínio apenas do ponto de vista estatístico, "modas" também seriam os homicídios, as chacinas, a corrupção desavergonhada e desenfreada e outras ocorrências numericamente relevantes. Para todas estas deveríamos acolhê-las como "normais", pela sua simples ocorrência?!
Então, não é por falar em pedofilía, que pedófilo me torno, se não como considerar aqueles que lançaram toneladas de bosta neste democrático espaço, não é mesmo?
Depois, fica óbvio a quem tem apenas dois pés no chão e não os quatro que procurei estabelecer uma relação retórica e irônica ao considerar a pedofilia como "moda".
Seguindo-se o raciocínio apenas do ponto de vista estatístico, "modas" também seriam os homicídios, as chacinas, a corrupção desavergonhada e desenfreada e outras ocorrências numericamente relevantes. Para todas estas deveríamos acolhê-las como "normais", pela sua simples ocorrência?!
Então, não é por falar em pedofilía, que pedófilo me torno, se não como considerar aqueles que lançaram toneladas de bosta neste democrático espaço, não é mesmo?
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