O líder de uma facção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) José Rainha Júnior foi preso nesta quinta-feira (16/6) em Presidente Prudente (SP) pela Polícia Federal. Ele é acusado de "desvio de verbas públicas federais destinadas aos assentamentos de reforma agrária" na região do Pontal do Paranapanema, extremo oeste de São Paulo. As informações são da Agência Brasil.
A PF acusa Rainha de fazer parte de um grupo acusado de se apropriar ilegalmente de recursos públicos destinados à manutenção de assentados em áreas desapropriadas para reforma agrária. São investigados crimes de extorsão contra proprietários de terras invadidas, estelionato, peculato, apropriação indébita de recursos de assentados, formação de quadrilha e extração ilegal de madeira de áreas de preservação permanente. A operação foi batizada de Desfalque.
Além de Rainha, há outros nove mandados de prisão preventiva, sete mandados de condução coercitiva para a delegação para depoimento e 13 mandados de busca e apreensão. As ordens são da 5ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, que não revelou os nomes dos outros envolvidos.
A operação que prendeu Rainha está sendo feita pela PF em parceria com o Ministério Público Federal, que já processa o líder do MST, administrativamente, desde 2009, para apurar desvio de verbas do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Segundo a assessoria de imprensa do MST informou à Agência Brasil, José Rainha já não está no movimento "há mais de cinco anos". Rainha foi expulso do MST em 2004, mas continua liderando ocupações de terra e agindo em nome do movimento.
A operação Desfalque foi deflagrada, além de Presidente Prudente, nas cidades de Andradina, Araçatuba, Euclides da Cunha Paulista, Presidente Bernardes, Presidente Epitácio, Sandovalina, São Paulo e Teodoro Sampaio.

José Rainha Júnior foi durante muitos anos o "inimigo público número 1". Foi e será acusado de toda espécie de crime, embora tenha sido considerado inocente nos que já conheceram o trânsito em julgado, até seus últimos dias. Assim ocorrerá com qualquer um que desafie o sistema.
O que é mais cruel nisso tudo, o que traz a todos nós que almejam dias melhores um certo desânimo, é que Lula já foi no passado o "Zé Rainha" de hoje. No final da década de 1970 e início da de 1980 Lula era o inimigo público número 1 da época, assim como José Rainha foi há alguns anos. Lula era processado por tudo quanto é crime, preso, acusado de tudo, e só a duras penas conseguiu se sobressair. Porém, permaneceu nada menos do que oito anos na Presidência da República, e não moveu um único fio de cabelo para que a perseguição por ele vivenciada no passado, e hoje é vivida por José Rainha e tantos outros ativistas dos direitos humanos (cada um com sua roupagem e jeito próprio), tivesse fim nesta República.
É uma pena, mas esse canalha não deverá ficar muito tempo preso. Vai ter algum ministro indicado pelo PT que lhe derá um HC. Esperem.....
Vamos ver se dessa vez esse crápula definhe na cadeia. Sujeito vagabundo, imoral, criminoso e tantos outros adjetivos, que fez e faz parte de movimentos radicais politiqueiros e fomentados pelos vermelinhos do PT. Espero que agora coloquem as mãos sobre o tal Stedille, que é sócio-mor do Rainha. Agora, me perdoem, pois quallificar esse estrume de "militante de direitos humanos" só pode ser frase ou de petista, ou de alguém que sofre de anencefalia.
As qualificações e desejos manifestadas pelo Valdir (Advogado Autônomo - Financeiro) e pelo Roland Freisler (Advogado Autônomo) são as mesmas do opositores de Jesus Crito, Galileu, Gandhi, Mandela e tanto outros em suas época. Com isso vemos que embora as instituições evoluam, o homem é na verdade sempre o mesmo.
"Prisão perpétua: uma forma de clemência 526,00.html).
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Mandela esperava para si e seus amigos a pena de morte. O juiz Quartus de Wet, no entanto, anunciou no dia 12 de junho de 1964 que decidira não aplicar a pena máxima. Sob o argumento de estar apenas cumprindo sua obrigação e que esta era a única clemência possível, ele condenou todos os acusados à prisão perpétua. O então prisioneiro político mais conhecido do mundo seria libertado só em fevereiro de 1990.
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O hino do ANC virou hino nacional e Nelson Mandela foi eleito, em 1994, primeiro presidente negro da história da África do Sul. Em outubro do mesmo ano, recebeu junto com o último presidente branco, Frederik de Klerk, o Prêmio Nobel da Paz."
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(fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,859
"Segregação racial ancorada na lei
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A partir de 1911, uma série de leis consolidara o domínio dos africâners (descendentes de holandeses) e ingleses sobre a maioria negra. Essa política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a ascensão ao poder do Partido Nacional, que se manteve como força política dominante por mais de 40 anos.
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O apartheid impedia os negros de possuírem terra, sua participação política e acesso às profissões mais bem remuneradas. Também os obrigava a viver em áreas separadas das zonas residenciais de brancos. Os casamentos mistos e as relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram proibidas.
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CNA: resistência e ilegalidade
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A oposição ao regime do apartheid intensificou-se a partir dos anos 50, quando o Congresso Nacional Africano (CNA), fundado em 1912, lançou uma campanha de desobediência civil. Em 1960, depois do massacre de 67 negros pela polícia numa manifestação, o CNA foi declarado ilegal.
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Segundo Mandela, muitas pessoas notaram então que não fazia sentido falar de paz e não-violência diante de um governo que respondia com ataques brutais contra pessoas desarmadas e desprotegidas. Mas, antes que o CNA pudesse começar a responder à violência com violência, Mandela e vários companheiros foram presos e levados a tribunal." (continua)
Agora ele virou lider de facção?
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