O Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro não tem qualquer informação sobre o servidor que movimentou R$ 282,9 milhões em 2002, de acordo com relatório elaborado pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a pedido da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça.
Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (16/1), o vice-presidente da corte, desembargador Carlos Alberto Araújo Drummond, disse que enviou ofício à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça pedindo informações sobre o relatório do Coaf. Segundo ele, o tribunal também se colocou à disposição do CNJ para qualquer esclarecimento necessário. No entanto, afirmou que para descobrir quem é o servidor, seria preciso quebrar o seu sigilo, o que não será feito.
O presidente da OAB-RJ Wadih Damous, na última sexta-feira (13/1), exigiu que o TRT do Rio revelasse o nome do juiz ou do servidor apontado pelo Coaf. No ofício, o advogado disse que "chama a atenção" que a movimentação tenha acontecido em 2002, quando um incêndio criminoso queimou 11 mil processos no tribunal.
A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra 1) defendeu a apuração minuciosa das denúncias de irregularidades em movimentações financeiras atípicas feitas em 2002 no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ).
"A Amatra 1 exige e apoia a apuração minuciosa de denúncias para que não pairem dúvidas sobre a conduta dos juízes do Trabalho da 1ª Região", diz nota assinada pela presidenta da associação, Áurea Sampaio. Segundo Áurea, a Amatra 1 está pronta a prestar esclarecimentos sobre pontos relacionados a seus associados.
Conforme noticiado pela ConJur, o relatório do Coaf revelou que 3.426 juízes e servidores do Judiciário fizeram movimentações consideradas atípicas no valor total de R$ 855 milhões entre 2000 e 2010. Cerca de R$ 400 milhões desse total envolvem apenas quatro pessoas no Rio, São Paulo e Bahia. As informações estão em um documento de 13 páginas que foi encaminhado na quinta-feira (12/1) ao Supremo Tribunal Federal pela corregedora do Conselho Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.
No documento, são citadas algumas situações consideradas suspeitas, como o fato de três pessoas, duas delas vinculadas ao Tribunal da Justiça de São Paulo e uma do Tribunal de Justiça da Bahia, terem movimentado R$ 116,5 milhões em um único ano, 2008. Segundo o relatório, em 2002, quando "uma pessoa relacionada ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região", no Rio de Janeiro, movimentou R$ 282,9 milhões.
Ainda segundo o relatório, 81,7% das comunicações consideradas atípicas estão concentradas no TRT do Rio, Tribunal de Justiça da Bahia e o Tribunal de Justiça de São Paulo. O relatório não aponta nomes nem faz distinção entre servidores e juízes. Com informações da Agência Brasil.
Leia a nota da Amatra 1.
Diante das notícias publicadas pela imprensa sobre a suspeita de irregularidades em movimentações financeiras atípicas realizadas em 2002 no âmbito Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região e registradas pelo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra 1) vem a público reforçar seu compromisso com a transparência e idoneidade. A Amatra 1 exige e apoia a apuração minuciosa de denúncias para que não pairem dúvidas sobre a conduta dos Juízes do Trabalho da 1ª Região e se coloca à disposição.para esclarecimentos de pontos relacionados aos nossos associados.
Áurea Sampaio
Presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra 1)

Há algumas semanas a imprensa noticiou que uma servidora da Justiça do Trabalho, salvo engano do Distrito Federal, meteu a mão no dinheiro das custas através de um esquema de fraude. Assim, se o TRT em questão não sabem que é o servidor ou magistrado que fez toda essa movimentação, é o momento de se decretar imediata intervenção nesse Tribunal, a fim de que o povo brasileiro possa recuperar o controle sobre essa Corte.
Está na hora de uma forte reação da sociedade sobre agentes e órgãos públicos. Não dá mais para ficarmos de braços cruzados assistindo aos desmandos desses meliantes do dinheiro público. Está na hora de enquadrar essa corja de aventureiros, sem escrúpulos e sem limites. Está na hora da reação das arganizações civis, tais como: OAB, CNBB as ONGs,especialmente, as entidades de direitos humanos que devem sair dessa segueira de defender bandidos para se posicionar em favor do estado democrático de direito e de uma sociedade mais justa e igualitária.
Se o TRT não sabe sobre esta monstruosa movimentação, pergunta-se: (perguntar não ofende) Onde está a atuação da Corregedoria do Tribunal, que, segundo consta, é o órgão instituído para fiscalizar o Tribunal? Ou será que foi criado apenas para dar guarida empregatícia (cargos) aos “cumpanheros” apaniguados do PT. Como pode, então, ser criticada a atuação do CNJ – Conselho Nacional da Justiça, se o mesmo está apenas apontando por onde está saindo, dentro do Judiciário, o dinheiro do contribuinte, o dinheiro pertencente ao erário público? Continuo entendendo, mais do que nunca, que a Liminar do Ministro Lewandowiski, proibindo as investigações pelo CNJ, foi inoportuna, e no mínimo suspeita. Se temos que falar em erro, em homenagem ao combate à imoralidade que assola a nação, ele deveria não dar a liminar e levar a matéria para o julgamento em plenário. A nação, por certo, o aplaudiria, mas agindo como agiu...
Tem razão o Ilustre Delegado. No entanto entendo que existe um controle muito "rígido", pois como podem esconder tanto? x.blogspot.com/2012/01/pf-policia-federa l-do-brasil.html tp://chorbamatrix.blogspot.com/ 926.1499
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Quero ver o dia que levantarem os "controles" de gastos da PF, em suas ações a peso de ouro para alguns (nem todos) delegados e agentes dormirem em hotéis de luxo e fazer porcas investigações, numa: farra de gastos?, sem sequer se preocupar com os resultados.
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http://chorbamatri
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Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com
ht
51.9
Um comentarista falou nos "apaniguados" do PT, desconhecendo, talvez, que o Lula tomou posse somente em 1o. de janeiro de 2003. 2003 vem depois de 2002, ano da movimentação suspeita.
Um comentarista falou nos "apaniguados" do PT, desconhecendo, talvez, que o Lula tomou posse somente em 1o. de janeiro de 2003. 2003 vem depois de 2002, ano da movimentação suspeita.
Então é começar a procurar.Achar o nome é muito fácil.
É só NÃO contratar consultoria brasileira.Que se contrate uma norte-americana (os caras são rápidos e competentes) e que se dê livre acesso aos dados bancários e fiscais e em alguns dias todos estarão identificados.No plural.Tem muita gente no esquema.Por isso ficou camuflado esse tempo todo!!!
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