O prédio da Defensoria Pública de São Paulo na Avenida Liberdade, no Centro de São Paulo, foi invadido por um homem armado nesta quarta-feira (25/4), por volta das 7h45. Dois seguranças que trabalham no prédio da Defensoria Pública ficaram feridos. Ele já havia sido atendido pela Defensoria em outra ocasião. O caso foi levado para a Central de Flagrantes no 8º Distrito Policial, no Brás.
De acordo com a assessoria de imprensa da Defensoria de São Paulo, o homem entrou no hall de atendimento ao público, no térreo, bastante exaltado segurando uma faca e um martelo. Dois seguranças desarmados de uma empresa terceirizada estavam no local. A unidade estava aberta desde as 7h para atender pessoas que procuravam o órgão pela primeira vez.
O rapaz agrediu então um dos seguranças, que caiu no chão ensanguentado. Um outro segurança e pessoas que aguardavam o atendimento tentaram deter o agressor. O segundo segurança também foi ferido levemente. O homem foi imobilizado até a chegada da Polícia Militar.
O atendimento chegou a ser suspenso, mas às 9h45 já estava normalizado. A assessoria também não soube informar se no local há câmeras de segurança que registraram a confusão.
“O homem gritava: ‘fui injustiçado pela Defensoria’ quando foi preso. Ele entrou no local com faca de cozinha e martelo. No lugar não há detector de metais. Os seguranças tentaram contê-lo e foram feridos. Depois chamaram a PM. Com o auxilio de outros seguranças, policiais militares o detiveram", afirmou o tenente Silva Neto ao site G1.
Segundo ele, os dois seguranças foram feridos com golpes de martelo na cabeça. "Um dos seguranças continua internado. O outro foi liberado. Ainda não temos o nome do agressor".
A Defensoria de SP atende centenas de pessoas diariamente e milhares anualmente. As pessoas chegam com os mais diversos problemas (dívidas, cobranças, processos criminais etc). O atendimento é o mais humano possível, porém, infelizmente, quem atende a público tão diverso está sujeito a isso.
Obviamente que é da natureza do ser humano nunca se conformar com atendimentos, por melhor que sejam, e reclamações sempre existirão. Porém, os reclames em relação à Defensoria crescem de forma sistemática, e há razão em boa parte. Não se pode imaginar que funcionários públicos pagos pelo Estado prestem um bom atendimento em matéria de advocacia, já que a relação cliente-advogado não pode se estabelecer plenamente com servidores públicos mais preocupados com vencimentos e cumprimento da carga horária do que com o problema em si. Temos um modelo de Defensoria absolutamente equivocado, objetivando muito mais dar emprego aos filhos da classe média com pouco desempenho na área privada do que assistir aos desamparados propriamente. Toda violência é condenável, e não pode ser tolerado, mas temo que atos da natureza da relatada na matéria cresçam.
Como ficará a defesa do réu em um país que tem monopólio estatal da defesa do pobre ? A mesma Defensoria vai fazer a defesa ? Por isto a quantidade de presos aumentou no Governo do PT assustadoramente quando decidiram apoiar a Defensoria....
No Rio de Janeiro, a 1a Defensoria Publica do País o atendimento é modelo, inclusive quanto à Remuneração, que tem isonomia com o M.P. e Magistratura. Em São Paulo, Estado que DESCUMPRIU a C.F. em quase 20 anos, a Instituição ainda se estrutura, por pura falta de apoio e incentivo político. É obrigada ainda a ouvir critica de advogado que alega falta de competência técnica do Defensor Público, que comprovou-a mediante concurso público de Provas e Titulos, quando os próprios críticos tiravam seu sustento nas abas de um Estado Omisso, que lhes garantia cliente certo, mas sem conhecimento para aferir a própria qualidade do serviço que lhes era oferecido, cuja deficiência agora se mostra. Se fossem tão qualificados assim não estariam reclamando da perda da clientela, constitucionalmente atribuída a Defensoria Pública. Me preocuparia muito em oferecer uma causa a advogado cuja sinapse não consegue estabelecer simples relação de causa e efeito: A deficiência de uma Instituição com a falta de amparo de quem tem por dever constitucional fornecê-lo.
No Rio de Janeiro, a 1a Defensoria Publica do País o atendimento é modelo, inclusive quanto à Remuneração, que tem isonomia com o M.P. e Magistratura. Em São Paulo, Estado que DESCUMPRIU a C.F. em quase 20 anos, a Instituição ainda se estrutura, por pura falta de apoio e incentivo político. É obrigada ainda a ouvir critica de advogado que alega falta de competência técnica do Defensor Público, que comprovou-a mediante concurso público de Provas e Titulos, quando os próprios críticos tiravam seu sustento nas abas de um Estado Omisso, que lhes garantia cliente certo, mas sem conhecimento para aferir a própria qualidade do serviço que lhes era oferecido, cuja deficiência agora se mostra. Se fossem tão qualificados assim não estariam reclamando da perda da clientela, constitucionalmente atribuída a Defensoria Pública. Me preocuparia muito em oferecer uma causa a advogado cuja sinapse não consegue estabelecer simples relação de causa e efeito: A deficiência de uma Instituição com a falta de amparo de quem tem por dever constitucional fornecê-lo.
Os defensores de SP ganham mais que juiz e promotor. Os vencimentos ficam acima teto, com a limitação, em razão das verbas de livro, plantão, auxílio disso auxílio daquilo. Pergunta para um defensor quanto é a verba de livro, do plantão, para propor uma rescisória, cumulação com chefia, etc, etc, etc,
Em qualquer lugar. Se fosse uma foice e um martelo seria preocupante.
eu senti uma "inveja do caboclo" em certos comentários aqui que prefiro ir ver o julgamento histórico do STF... eu hein
Analucia, culpar a Defensoria pelo aumento de presos parece piada. No meu estado os defensores visitam as cadeias e formulam pedidos de liberdade. Se o pedido é negado, recorrem, muitas vezes só conseguindo sucesso no STJ ou STF. O que se precisa mudar é a mentalidade de muitos juízes e promotores de primeiro grau, que preferem manter pessoas presas preventivamente, antes mesmo de uma sentença transitada em julgado. Então, não se pode culpar a Defensoria. Ela faz a parte dela. Nos municipios que não têm Defensoria, advogados da prefeitura fazem as vezes de defensor, muitas vezes atuando só em benefício de quem está ao lado do prefeito. Quem é oposição não recebe atendimento. Advogados dativos difilmente recorrem. Defensores Públicos, em regra, elaboram peças jurídicas mais bem redigidas do que muitos advogados dativos. Advogados dativos dificilmente fazem acordos extrajudiciais para desafogar o Judiciário. Enfim, não adianta culpar a Defensoria.
A defensoria pública atua com grande qualidade. O problema da defensoria pública de São Paulo é falta de investimento do poder público, que não se preocupa com o atendimento da população carente.
Vejam bem o nível de argumentação dos críticos. De jurídico não tem nada. A prevalecer o argumento da leitora bacharel, analucia, eventual Reclamação Trabalhista proposta por empregado da OAB teria que ser patrocinada por Engenheiro, pois o Advogado NÃO teria isenção para atuar na defesa dos interesses do cliente contra a Instituição na qual esta inscrito. MEU DEUS! Direito NÃO é pra qualquer um. Interpretar é Ciência, NÃO se confunde com senso comum.
O raciocínio do A.M.B. (Cartorário) mostra-se de todo equivocado. Não há como comparar a figura do advogado privado da figura do defensor público brasileiro, figura sui generis que só existe aqui. O advogado privado vive da escolha de seus clientes. Se é um bom profissional, terá cada vez mais clientes, e poderá cobrar mais a título de honorários (fórmula um pouco difícil de ser compreendida por alguns). Crescerá na profissão e será bem remunerado. O advogado não tão empenhado será naturalmente repudiado pelos clientes (e muitos o são na prática), e terão que mudar de ramo para sobreviver. Essa é a regra do mercado de trabalho do profissional liberal. Com o defensor público tudo é muito diferente. Ainda que seja um péssimo profissional, repudiado pelos "clientes" da Defensoria, esses não terão muito o que fazer. O defensor continuará lá, gostem os usuários ou não, até aposentar se quiser, tal como ocorre em todo o serviço público brasileiros, com seus graves problemas que conhecemos bem. É justamente nesse ponto que resta aberto o caminho para condutas que não ocorrem com os advogados privados: a falta de empenho na defesa de teses, levando à improcedência dos feitos; o atendimento deficitário, por culpa do profissional; as orientações equivocadas, alegando que nada há a se fazer quando de fato há; alem de inúmeras outras.
E há um ponto ainda mais grave. Quem manda no Brasil é o Poder Executivo, que por sua vez é dominado por grupos econômicos. É o executivo quem diz quanto ganha um juiz ou promotor, e quem determina as vantagens do cargo e remunerações dos defensores públicos, de acordo com os critérios do grupo dominante (que nada tem a ver com o interesse público), e não me venham com essa balela de independência e atonomia. Assim, não é difícil perceber que todos os defensores são na verdade funcionários do chefe do Executivo, que naturalmente vão berganhar vantagens do cargo oferecendo omissão, pouco empenho e falta de acuidade e criatividade nas causas que interessam ao Executivo e ao poder econômico (nada menos do que 90% das ações em curso no Brasil), em troca de mais vencimentos e mordomias. A expansão da defensoria segue o modelo de dominação em voga, e procura aniquilar os poucos focos de resistência ao exercício do poder pelo poder, cada dia mais presente na vida de todos. Dentro em breve a sociedade brasileira estará completamente dividida entre servos e funcionários públicos, suprimindo-se assim a última trincheira da democracia que é a possibilidade do cidadão escolher pessoalmente que o irá defender perante os centros de decisão.
Defensoria conseguiu aumentar a quantidade de presos no país. Eles querem é acusar,pois acreditam superiores e com poder estatal,logo punitivo.
Na violência doméstica querem mais proteger a vítima do que o réu.
É o caos no país com o lobby da Defensoria. Há casos que Defensoria defende e Defensoria acusa no mesmo processo,um paradoxo.
Defensoria vai fazer a defesa do réu ? Vai pedir pena MÀXIMA ?
Este modelo estatal de defesa não é conveniente para a sociedade, mas apenas para o réu....
A analucia (Bacharel - Família) e o daniel (Outros - Administrativa) estão com a razão ao dizer que desde a expansão da Defensoria o número de presos cresceu assombrosamente. Concorde-se ou não isso é uma verdade. É sempre muito difícil analisar a atuação de um advogado ou defensor em um processo. Cada causa é uma causa, e somente com uma análise extremamente rigorosa se pode chegar a conclusões segurada sobre a atuação do profissional, embora alguns "barbarismos" possam ser facilmente identificáveis. O aumento no número de prisões, assim, acaba sendo um bom indicativo da falência do sistema de defesa, considerando inclusive que a maior parte dos presos brasileiros são provisórios, ou inocentes condenados ou mantidos presos sem sentença por perseguição, lembrando que milhares deles foram soltos por mutirões organizados pelo CNJ (não pela Defensoria) e as medidas menos repressivas se expandiram nos últimos anos (quando a prisão passou a ser uma exceção).
Eu estava na Defensória e este louco deu marteladas em dois seguranças e depois eu dominei ele e tirei o martelo, dois outros seguranças despreparados nao perceberam a acao e me empurraram quando eu gritei eu estou ajudando, o doido se levantou e sacou uma faca, então novamente consegui com a ajuda de populares a desarma-lo e o contivemos até a chegada da Pm, o indivíduo gritava: "a defensória tirou a guarda de meu filho, vcs sao os culpados". Foi um momento de sorte, e posso dizer que devo minha vida e de alguns ali presente a "ACADEMIA DE POLICIA CIVIL DO ESTADO DE SAO PAULO".
Fiz, faço e sempre farei o que qq homem de boa-fé faria...para quem nao me conhece sou aquele que deu entrevista na rede record.abraços do pek.
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