O banco Santander demitiu 1.280 funcionários no Brasil em dezembro, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a Contraf. A entidade conta que recebeu os números por meio de informações prestadas por representantes dos trabalhadores de todo o país.
Segundo o portal Terra, a Contraf emitiu nota afirmando que os desligamentos foram em massa e só não atingiram número maior de trabalhadores por conta das pressões dos sindicatos. A entidade criticou a forma com que os cortes foram feitos, sem combinação prévia com os sindicatos e sem explicações diante do lucro de R$ 4,7 bilhões apurado entre janeiro e setembro deste ano. A Contraf quer a reversão de todas as demissões de dezembro.
Durante audiência no Ministério Público do Trabalho, o secretário de Relações do Trabalho da pasta, Manoel Messias, também propôs a suspensão das demissões e pediu a abertura de processo de negociação coletiva.
Procurado pelo Terra, o Santander disse que as demissões chegaram a mil pessoas de seu quadro de funcionários no Brasil, o que representa 2% de toda sua força de trabalho no mundo inteiro, de 55 mil pessoas. O banco acrescentou ainda que as demissões foram necessárias em meio ao cenário de mudanças do sistema financeiro nacional, e que seguiram o que manda a lei nacional.

O banco espanhol, apesar dos grandes lucros no Brasil, que servem para amparar a matriz em crise, demitiu milhares de trabalhadores que garantiram os bons resultados nos últimos anos.
Os dirigentes do Santander, como Marcial Portela, Angel Agallano, Lilian Guimarães e outros, devem explicações ao Estado e ao povo brasileiro.
Como disse a desembargadora do TR 2 que sustou as demissões na semana passada: é preciso que o Santander tenha no Brasil, o mesmo respeito que tem na Espanha, pois lá não houve nenhuma demissão, uma vez que esse país reconhece a Convençaõ 158 da OIT que proibe demissão imotivada.
Sempre falam que os estrangeiros querem investir no Brasil e que isto é muito bom para nossa economia, porém, na realidade nosso país é um excelente filão de negócios para os estrangeiros e que em nada reverte em benefícios para os brasileiros, prova cristalina disto é valor das remessas de lucro ao exterior que em 2012 totalizaram 290 bilhões de dólares.
Não se deve confundir "investimento" com liberação de atividades em favor de mercenários. O Banco Santander, desde que chegou ao País, mais não faz do que sistematicamente violar o ordenamento jurídico nacional, em uma verdadeira atividade de pilhagem acobertada pelo Executivo e Judiciário. Vieram para cá justamente em busca disso, após passarem a sofrer com a concorrência dos bancos alemães na Espanha.
Cada vez mais me convenço de que os espanhóis vêm para o Brasil com o único propósito de obter lucro fácil, explorando, sem dó nem piedade, os trabalhadores brasileiros. Pelos lucros que o Santander vem obtendo desde que comprou o Banespa pela bagatela de R$ 7 bilhões, não há dúvida de que Fernando Henrique Cardoso e sua turma, no dia 20.11.2000, jogaram no lixo o bem mais precioso que o Estado de São Paulo possuía. Já passou da hora do atual governo pôr um ponto final na arrogância desses espanhóis, que, ao que tudo indica, são totalmente desprovidos de bom senso.
Qual a diferença entre Pizarro, Hernán Cortez, Almagro e Marcial Alvarez Portela? Nenhuma. Os 3 primeiros barbarizaram contra astecas e incas e o último além de tirar as riquezas do Brasil, "assassina" aos milhares os trabalhadores brasileiros que geram os melhores resultados desse banco espanhol em todo o mundo.
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É preciso que MPT, Justiça e o Governo coloquem um basta a tanta audácia ao Herná Cortez atual, o insensível Marcial Alvarez Portela, testa de ferro do Dom Botim, que não se perca pelo nome.
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