A presidente Dilma Rousseff trocou o comando da equipe que a representa no Tribunal Superior Eleitoral. Flávio Crocce Caetano deixou o Ministério da Justiça, onde era secretário da Reforma do Judiciário, para chefiar a tropa de advogados que defende a presidente em uma investigação judicial em trâmite no TSE.
Caetano foi o coordenador jurídico da campanha à reeleição de Dilma. Sua entrada no time de advogados foi definida no sábado, muito porque um de seus advogados acompanhou o depoimento em que Alberto Youssef disse à Justiça Eleitoral ter sido procurado por um emissário da campanha à reeleição.
O problema foi que o advogado presente ao depoimento era o antigo chefe do time de defensores, Gustavo Severo, e ele decidiu não informar os colegas e nem a cliente.
Além de Flávio Caetano e Gustavo Severo, a trupe de advogados é composta pelo ex-ministro do TSE Arnaldo Versiani e pelas advogadas Danyelle Galvão, Angela Cignachi e Márcia Pelegrini.
A primeira tarefa da equipe será vasculhar as contas da campanha de Aécio Neves, candidato a presidente pelo PSDB derrotado no segundo turno. O partido é o autor da ação que hoje investiga as contas de Dilma.
A tese é a de que os problemas apontados na prestação de contas de Dilma estão presentes nas contas de Aécio. Outra discussão é que, se a mera presença de dinheiro das empreiteiras envolvidas na "lava jato" nas campanhas é indício de irregularidade, todas as principais chapas que concorreram em 2014 devem ser investigadas.

No Brasil a coisa funciona assim:
"Se eu roubei ele também roubou". E se nada lhe acontecer, então o mesmo deve ser aplicado a mim.
Simples: Está feita a defesa e nada ocorre nem a um, nem a outro. Arquive-se.
No Brasil a coisa funciona assim:
"Se eu roubei ele também roubou". E se nada lhe acontecer, então o mesmo deve ser aplicado a mim.
Simples: Está feita a defesa e nada ocorre nem a um, nem a outro. Arquive-se.
A coisa que se denomina "presidenta" não tem vergonha na cara. Ou é Fernando Henrique ou é Aécio Neves. Ocorre que Aécio Neves não foi eleito, portanto, se houve irregularidades na sua campanha, não pode ser cassado. Simples assim.
Investir tempo numa defesa que é baseada no erro dos demais para justificar os próprios erros é demente.
O PT foi eleito com dinheiro ilícito, praticou abuso de poder e deve pagar por isso. A ninguém é dado o direito de desconhecer as leis para se dar bem.
O TSE deveria ser apenas uma repartição do judiciário e não uma extensão do executivo.
O infrator não pode legitimar a infração porque detém o poder sobre o agente regulador e fiscalizador.
Enquanto o judiciário e suas ramificações forem cargos indicados pelo executivo aqueles se submeterão a vontade deste.
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