Foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal a quebra dos sigilos fiscal e bancário do senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia. Ele foi citado em delação premiada na operação “lava jato” durante investigações sobre desvios de dinheiro na construção da Usina Nuclear Angra 3.
A quebra dos sigilos, determinada pelo ministro Teori Zavascki, foi solicitada pela Polícia Federal e concedida em 10 de dezembro de 2015, antes do início do recesso do Judiciário.
Além de Lobão, o STF também permitiu a quebra dos sigilos de André Serwy, suposto operador do senador, e de empresas ligadas ao senador. A autorização foi para o período compreendido entre 2011 e 2015.
Procurado pela reportagem, o advogado do senador, Antonio Carlos de Almeida Castro, ou Kakay, disse que o senador já tinha colocado os sigilos à disposição da investigação quando prestou depoimento à Polícia Federal. "O senador espontaneamente colocou todos os sigilos à disposição da investigação, logo esta quebra determinada pelo ministro Teori em nada nos preocupa. Na realidade, veio ao encontro do pedido do próprio senador". Com informações da Agência Brasil.

Sempre que um investigado na Lava a Jato se mostrou tranquilo, como tenta fazer passar à mídia o causídico dele, o buraco foi até bem mais embaixo. Nem a operação Suíça de mútuo na gestão complicada e compactada de administrar capitais, utilizada por Cunha para lavar dinheiro, dizendo que não tinha valores naquele país, escapou de uma melhor análise da Força Tarefa que assim a classificou "lavagem de dinheiro". Portanto, se Lobão ou seu advogado, disse(eram) que não há nada com que se preocupar, podem estar certos de que o malaco está PREOCUPADÍSSIMO .
Se não há mais contas e nem dinheiro, apenas extratos, como poderá ser recuperado os "nossos" recursos financeiros, se o mesmo nem mais patrimônio tem em seu nome?
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