Total de advogados no Brasil chega a 1 milhão, segundo a OAB

Desde esta sexta-feira (18/11), o Brasil tem 1 milhão de advogados. Os dados são do cadastro nacional de profissionais mantido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Esse montante não inclui inscrições de estagiários e as suplementares. Se forem inseridos os totais dessas duas categorias, o total chega a 1,07 milhão.

São Paulo ainda lidera a lista, com mais de 282 mil advogados, seguido por Rio de Janeiro (138 mil), Minas Gerais (102 mil) e Rio Grande do Sul (75 mil). Os estados brasileiros com menor número de advogados são Roraima (1,5 mil), Amapá (2,4 mil), Acre (3 mil) e Tocantins (5 mil).

O IBGE projeta que a população brasileira neste ano chegou a 206 milhões de habitantes (segundo o instituto, um novo brasileiro nasce a cada 20 segundos). Numa comparação simples, há um advogado para cada 205 habitantes — 0,5% da população é dessa categoria.

Segundo o levantamento Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça, o Brasil tem 102 milhões de processos. Em outra comparação simples, são 102 processos para cada advogado.

Ricardo, aposentado disse:
18 de novembro de 2016 às 15:46

Se todos os advogados estiverem em dia com a "anualidade" da OAB, é sinal de que o ente de classe deve ser mesmo milionário . . .

Veritas veritas disse:
18 de novembro de 2016 às 15:47

Gerar honorários para esta multidão é a causa #1 do excesso de processos no país.

O IDEÓLOGO disse:
18 de novembro de 2016 às 16:21

Atingimos um milhão de advogados e temos regras em excesso, descumprimento diário de direitos, violência exponencial, e legislação obtusa e inadequada.

O fato de termos elevado número desses engravatados com linguagem pomposa, não significa ordem e progresso.

O IDEÓLOGO disse:
18 de novembro de 2016 às 16:21

Atingimos um milhão de advogados e temos regras em excesso, descumprimento diário de direitos, violência exponencial, e legislação obtusa e inadequada.

O fato de termos elevado número desses engravatados com linguagem pomposa, não significa ordem e progresso.

Mauricio P. Lopes disse:
18 de novembro de 2016 às 16:25

Em que pese o assombroso número de advogados, não prospera o argumento do Praetor. Basta uma simples consulta ao CNJ (possível no link que se segue: http://www.cnj.jus.br/images/pesquisas-judiciarias/pesquisa_100_maiores_litigantes.pdf) para se verificar que não é a busca de honorários a causa do excesso de processos. Basta ver quem figura entre os 10 primeiros (e que correspondem a quase 50% do total dos processos): INSS, CEF, Fazenda Nacional, União, Banco do Brasil, Banco Bradesco, Banco Itaú... O Estado e seus beneméritos (os bancos principalmente) são, de longe, os maiores litigadores neste país onde as leis não são respeitadas e nada se resolve administrativamente, tudo acaba tendo que ser resolvido no judiciário (que, diga-se, quase sempre nada resolve). Em que pese vermos alguns casos esdrúxulos de litigância de má-fé, é pueril o argumento trazido pelo elegido na assembleia das centúrias. Uma simples busca no google aniquila tal disparatada afirmação.

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA disse:
18 de novembro de 2016 às 17:22

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Vamos parar de pregar o medo o terror e a mentira. O Brasil é de todos. Está insculpido na Constituição art. 5º, inciso XIII, “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. O papel de qualificação é das universidades e não de sindicatos. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases – LDB – Lei 9.394/96 art. 48 : os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular. Isso vale para os diplomados de medicina, engenharia, arquitetura, psicologia,(…) enfim para todas as profissões menos para advocacia? “A palavra advogado é derivada do latim, advocatu. "Bacharel em direito legalmente habilitado a advogar, i. e., a prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo. Assegura o art. 205 da Constituição Federal, “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. O fato da proliferação de cursos jurídicos de baixa qualidade não dá poder à OAB e nenhum sindicato de usurpar prerrogativas constitucionais atribuídas ao Estado (MEC).Imperioso se faz os mercenários da OAB, respeitarem CF e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Isso é Brasil 12 milhões de desempregados entre eles cerca de 130 mil escravos contemporâneos da OAB devidamente qualificados pelo omisso (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho. Já não escravos.Mas irmãos.

daniel disse:
18 de novembro de 2016 às 19:26

e a Lei estabeleceu que cabe à OAB fazer o Exame de Ordem, pois são faculdades de Direito e não de ADvocacia.

Quem não consegue passar no Exame da OAB, pode ser servente ou trabalhar na roça plantando hortaliça

daniel disse:
18 de novembro de 2016 às 19:26

e a Lei estabeleceu que cabe à OAB fazer o Exame de Ordem, pois são faculdades de Direito e não de ADvocacia.

Quem não consegue passar no Exame da OAB, pode ser servente ou trabalhar na roça plantando hortaliça

Marcos Alves Pintar disse:
18 de novembro de 2016 às 21:27

Com 1 milhão de inscritos na OAB vem um sujeito dizer que a Entidade cria dificuldades para os bacharéis ingressarem na profissão. Esse, com certeza, não deve saber a diferença entre o sol e a lua.

Marcos Alves Pintar disse:
18 de novembro de 2016 às 21:29

Por outro lado, esse 1 milhão de advogados parece ser só 1. A ilegalidade domina o País, desde a porta do cemitério, até a Presidência da República, e os advogados não conseguem cumprir a função de colocar o País nos trilhos.

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
18 de novembro de 2016 às 21:52

Incrível como esse estulta indivíduo vocifera asneira em seus abissais comentários, sem pudor e sem qualquer lógica plausível. O que se esperar de um cidadão de atitude pusilânime, que se utiliza do manto covarde do pseudônimo para agredir leviana e irresponsavelmente a advocacia e os advogados. Elimine o mau caráter , e assuma a compostura de verdadeiro cidadão, e se identifique, aliás, como faz a maioria dos comentaristas idôneos!

Veritas veritas disse:
18 de novembro de 2016 às 22:37

Não preciso fazer propaganda de escritório aqui não.

daniel disse:
18 de novembro de 2016 às 23:27

esse trinchão é um revoltado e mal educado.....

daniel disse:
18 de novembro de 2016 às 23:27

esse trinchão é um revoltado e mal educado.....

Paulo Moreira disse:
19 de novembro de 2016 às 11:42

Liberdade para se expressar não é a mesma coisa que liberdade para ofender...

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
19 de novembro de 2016 às 23:19

Pelo visto, o tal "daniel (outros - Administrativa!) vestiu a carapuça de uma pontual manifestação, demonstrando, à evidência, não ter nada a ver com a atividade advocatícia. É compreensível, portanto, o seu flagrante apedeutismo jurídico, que se materializa cada vez mais em seus repetitivos e monótonos comentários. Afaste a mediocridade e estude mais os fatos, sr. daniel, quem sabe, na próxima, medirá melhor (se é possível!) os seus medonhos conceitos. Mais juízo e reflexão, por fim.

Paulo Moreira disse:
20 de novembro de 2016 às 10:34

Ante o exposto bestialmente por alguns comentaristas, infere-se que não são operadores do Direito "nem aqui e nem na China", bem como nutrem verdadeira ojeriza a advogados (vai ver perderam a namorada ou a esposa para um advogado, quem sabe?) e ao próprio ordenamento jurídico.
Dessa arte, sugiro que tais comentaristas procurem sites que abordem suas respectivas profissões ou demais assuntos que os agradem e não mais venham aqui encher a paciência, pois o "Conjur" é um site jurídico cujo público-alvo é composto por pessoas que conhecem o Direito, e não por "leigo metido a dono da verdade".

JA Advogado disse:
22 de novembro de 2016 às 10:55

Enriquecem os "donos" de faculdades, que estão vendendo ilusões aos nossos jovens. O governo federal virou um balcão de negócios nos últimos anos e hoje temos pessoas com curso superior, principalmente advogados, engenheiros, dentistas e fisioterapeutas, trabalhando em lanchonetes ou como motorista do Uber. Mas os "donos" das faculdades - todas concedidas em troca de algum benefício para o concedente - estão todos milionários. Já temos o dobro de advogados dos EUA - não precisa dizer mais nada. Um advogado para cada 205 habitantes. Banalizaram a advocacia

Willyan Johnes disse:
23 de novembro de 2016 às 22:45

Número de inscritos não significa número de advogados.
No intuito de justificar o caça niqueis a OAB, assim como seus dirigentes afirmaram publicamente que no Brasil há cinco milhões de bacharéis em direito, ou seja, nessa proporção, somadas todas as áreas do bacharelado, direito, administração, jornalismo... Mais licenciatura e tecnólogo, até mesmo os que ainda não nasceram seriam formados no Brasil. Uma piada, pois não chega a 300 mil bacharéis que pretendem advogar, tanto que o número de inscrições para o exame não ultrapassa 120.000. Cadê os quatro milhões e novecentos mil bacharéis restantes que a OAB afirma existir? Mortos?
Se tirarmos os inscritos na OAB que se aposentaram, os oriundos da magistratura e MP que não prestam o exame e nem todos advogam, os que atuam em outras áreas distante da advocacia, os que não advogam por vários motivos, falecidos... Chegaria a 600 mil? Bem provável que não mas, se a OAB afirma esse número de um milhão de inscritos e cobra a maior anuidade entre as demais entidades de classes, não seria a hora do governo exigir prestação de contas (nesse caso) de quase um bilhão de reais anualmente só de anuidades? É subestimar muito a inteligência alheia. Tenha a santa paciência.

Willyan Johnes disse:
23 de novembro de 2016 às 22:45

Número de inscritos não significa número de advogados.
No intuito de justificar o caça niqueis a OAB, assim como seus dirigentes afirmaram publicamente que no Brasil há cinco milhões de bacharéis em direito, ou seja, nessa proporção, somadas todas as áreas do bacharelado, direito, administração, jornalismo... Mais licenciatura e tecnólogo, até mesmo os que ainda não nasceram seriam formados no Brasil. Uma piada, pois não chega a 300 mil bacharéis que pretendem advogar, tanto que o número de inscrições para o exame não ultrapassa 120.000. Cadê os quatro milhões e novecentos mil bacharéis restantes que a OAB afirma existir? Mortos?
Se tirarmos os inscritos na OAB que se aposentaram, os oriundos da magistratura e MP que não prestam o exame e nem todos advogam, os que atuam em outras áreas distante da advocacia, os que não advogam por vários motivos, falecidos... Chegaria a 600 mil? Bem provável que não mas, se a OAB afirma esse número de um milhão de inscritos e cobra a maior anuidade entre as demais entidades de classes, não seria a hora do governo exigir prestação de contas (nesse caso) de quase um bilhão de reais anualmente só de anuidades? É subestimar muito a inteligência alheia. Tenha a santa paciência.

Você precisa estar logado para enviar um comentário.