O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, nesta terça feira (10/8), a PEC do voto impresso (Proposta de Emenda à Constituição 135/19). Foram 229 votos favoráveis e 218 contrários. Como não foram obtidos os 308 votos favoráveis necessários, o texto será arquivado.

A proposta determina a impressão de "cédulas físicas conferíveis pelo eleitor" independentemente do meio empregado para o registro dos votos em eleições, plebiscitos e referendos.
Na semana passada, a comissão especial derrotou o texto do relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR), e também rejeitou o texto original, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF).
A decisão de levar a PEC ao Plenário foi tomada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com o objetivo de encerrar a disputa política em torno do tema.
Após a votação, Lira agradeceu aos deputados pelo comportamento democrático. "A democracia do plenário desta Casa deu uma resposta a este assunto e, na Câmara, espero que este assunto esteja definitivamente enterrado", afirmou. Com informações da Agência Câmara de Notícias.
Os pseudogolpistas não passarão! Também, com aquelas sucatas velhas "fumacentas", não tem como intimidar ninguém; ao contrário, só serve como piada pronta.
Está aí: o povo brasileiro, materializado na Câmara dos Deputados (parágrafo único do art. 1º da CF), disse claramente que essa palhaçada de voto impresso é coisa de alienado e sem ter o que fazer! VIVA ÀS URNAS ELETRÔNICAS! Rindo até 2050!!!!
Depois da encenação de Lira de colocar a votação as pressas sob argumento da última palavra ser do colegiado foi atoa? Claro que não, escolheu votar no dia 10 porque sabia do tal desfile militar.
Com apenas uma única pessoa podendo alterar todo o sistema, comprovado por técnicos especistas no assunto, caminhamos para o fim da democracia, de bocas, ouvidos e olhos fechados !
Cuidado com seu argumento. O "povo brasileiro" não está "materializado" na Câmara dos Deputados. Onde, aliás, houve mais votos a favor da PEC do que contra.
Não permitir a atualização da votação eletrônica considerando-se a possibilidade de se auditar o voto é altamente lamentável, pois numa democracia não se pode ter dúvidas de que as instituições estão agindo dentro da lei e da ordem. Se o sistema não é à prova de invasão, somente o voto auditável poderia dar credibilidade ao sistema, logo os deputados que votaram contra se auto declararam inimigos da democracia envergonhando nosso parlamento...
O argumento é jurídico. Como está cheio de leigos e pitaqueiros na CONJUR, é imperativo explicar. A representação, no Brasil, é indireta, conforme o art. 1º, parágrafo único, da CF/88 (CF = Constituição Federal/1988). Leia o trecho: "...que o exerce POR MEIO de REPRESENTANTES...". Sendo assim, na representatividade indireta, o povo se materializa no Poder Legislativo - mais especificamente, no caso brasileiro, na Câmara dos Deputados. Então, foi o povo brasileiro, sim, que refutou essa palhaçada de voto impresso promovida pelo Palhaço Maior!
O fato de a maioria dos presentes optarem pelo "sim" em nada altera o resultado de que o povo brasileiro decidiu que essa PEC deve ser jogada no lixo.
Jair Bolsonaro já é um derrotado, seja o voto impresso ou não. Ele cava a própria cova. Sempre vai querer arrumar uma desculpa. O cara está no congresso desde sempre como deputado e só agora vem com essas balelas. E alguns vão na onda.
O bufão não se cansa de esbravejar!
Deve ser bem pago para esse medíocre papel...
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