Durante sessão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná dois desembargadores foram gravados em meio a uma conversa íntima, na qual supostamente falavam sobre mulheres, de acordo com informações do site Metrópoles.

TJ-PR
O diálogo dos desembargadores, no meio da sessão, foi gravado e transmitido ao vivo pelo canal do TJ-PR no YouTube. Nesta sexta-feira (26/11), contudo, o vídeo já não estava mais disponível.
Nas imagens, o presidente do colegiado, desembargador Paulo Edison de Macedo Pacheco, cobrou o desembargador aposentado Antônio Loyola Vieira por não ter ido a um determinado local, sem especificar onde seria. Loyola responde que não pôde ir, mas tentaria estar presente no dia seguinte.
Depois, Pacheco diz: "Vou levar as duas lá para você ver. Uma para você e uma para o Xisto. A loira é do Xisto." Então, Loyola afirma que "o Xisto vai gostar". De repente, uma pessoa não identificada alerta o presidente que a sessão está ao vivo.
Xisto é um terceiro desembargador: Adalberto Jorge Xisto Pereira. Ele também integra a 1ª Câmara Criminal do TJ-PR. Apesar de ser citado pelos colegas, Xisto não apareceu durante o diálogo. Para o Metrópoles, o TJ-PR disse que não irá comentar o caso.
*Texto atualizado às 17h50 de 29/11/2021, para correção de informações. Ao contrário do informado anteriormente, Paulo de Macedo Pacheco não é presidente do TJ-PR, ele é presidente da 1ª Câmara.
EITA: desembargadores são gravados em conversa íntima sobre sessão. Um deles disse: "Vou levar duas. Uma para você e outra para o Xisto. A loira é do Xisto". Supostamente, falavam sobre mulheres durante sessão do TJPR | @metropoles pic.twitter.com/nCHfl5Mkb7
— Isadora Teixeira (@tr_isadora) November 26, 2021
Se advogados fossem, a carreira jurídica dos doutos acabariam ali… mas, para que acha que o judiciário é local para pompas, juridiquês, togas e ternos caros, não passa de um lugar onde seres humanos julgam, ou deveriam julgar, com base na lei, os atos de outros seres humanos… nada mais! Lembrei de um ministro mandando um sonoro p……. ao final de uma live!
É o comportamento da nossa elite.
E o caso sob julgamento, claro, o assessor (ou estagiário) é quem foi encarregado de cuidar do voto.
Data vênia! Gravado ou não, penso que ambiente de trabalho(trabalhei 48 anos : 17/6/1968 a 9/7/2016!), não é lugar para bate papo como em um bar.Local de trabalho é sagrado, assuntos particulares, repiso-me , é em outro local.
No mais, meus respeitos ao maravilhoso estado do Paraná, Cornélio Procópio, onde vivi dos 7 aos 14 anos .
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