Os idealizadores da "Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito" informaram que esta segunda-feira (15/8) é o último dia de recebimento de adesões ao manifesto.

Egberto Nogueira/Ímãfotogaleria
A decisão foi tomada porque nesta terça-feira (16/8) terá início a campanha eleitoral, conforme o calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral.
"Agradecemos a cada uma das subscritoras e subscritores. Todos terão o orgulho de ter participado deste grito em prol da democracia e certamente permanecerão alertas na defesa dos valores constitucionais. Em 2022, não há mais espaço para retrocessos autoritários. A sociedade permanecerá em vigília na defesa da democracia", diz trecho da nota divulgada pelos organizadores do manifesto. Em 16 dias, o documento contou com a adesão de mais de um milhão de pessoas.
O texto foi lido na última quinta-feira (11/8), na Faculdade de Direito da USP. Entre os subscritores da carta estão advogados, artistas, banqueiros, ex-ministros do Supremo Tribunal Federal e atuais candidatos à Presidência. Estavam presentes no evento representantes de grupos como Frente Povo Sem Medo, Jornalistas Livres, Central Única dos Trabalhadores e OAB-SP.
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O dia que este pessoal fizer algo "sério"... Me avisem.
A CUT sem contribuição sindical (culpa do Bozzo!) unida com banqueiros sem TED/DOC (culpa do PIX do Bozzo!) unidos num movimento "suprapartidário", unidos "pela democracia". Deus me livre desses "protetores"! Agora a NASA vem !
Maduro, Ortega e Diaz-Canel, amigos do Lula, já assinaram?
Maduro, Ortega e Diaz-Canel, amigos do Lula, já assinaram?
Eu não consigo compreender o ideal dessas pessoas que dizem buscar proteger a democracia, MAS com notório viés esquerdista em prol de ideais comunistas. Pessoas que só buscam pretender se beneficiar de uma situação crítica pela qual o Brasil passou, MAS que insistem na volta para continuarem se beneficiando. Banqueiros que assinam, notoriamente não querem outros concorrentes que lhes retirem os bilhões de lucros trimestrais, à custa do povo já sacrificado com os excessos de impostos que há anos lhes foram impingidos, nem mudanças como as já implantadas que retiram os seus lucros fáceis, razão pela qual se utilizam desses pseudos movimentos democráticos para garantir o oligopólio do três únicos bancos particulares físicos que dominam o país, com uma péssima prestação de serviços que vendem a preços altos. O Brasil mudou e vai mudar ainda mais, com ou sem carta, com ou sem apoio de banqueiros exploradores, com ou sem apoio de artistas revoltados com a perda do dinheiro fácil e, principalmente, com ou sem apoio de universitários nutelas, usuários do ensino público gratuito à custa do povo, que se acham no direito de querer implantar regime político fracassado no Brasil. Carta de inutilidade criada e assinada por eternos insatisfeitos com as perdas dos lucros, receitas e benesses fáceis.
Belo comentário, parabéns.
Vejo tamanha ignorância na faixa DITADURA NUNCA MAIS, o que tem a ver com os dias de hoje?
Verdade.
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