Corregedoria Nacional determina correição em Vara em que Bretas atua

O corregedor nacional de Justiça, ministro Luís Felipe Salomão, determinou a realização de correição extraordinária na 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que tem como juiz titular Marcelo Bretas, responsável por processos da "lava jato" fluminense. 

Fernando Frazão/Agência Brasil

Agência BrasilCorregedoria Nacional determina correição em Vara em que Marcelo Bretas atua

Por determinação do corregedor, o expediente tramita em segredo de Justiça. A correição começa nesta quarta-feira (9/11) e se encerra na quinta-feira (10/11). Neste período, os trabalhos forenses e os prazos processuais não serão suspensos e deverão seguir normalmente. 

O coordenador dos trabalhos será o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Carlos von Adamek. Ele será auxiliado pela desembargadora Daniele Maranhão Costa, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, e pelos juízes Cristiano de Castro Jarreta Coelho e Albino Coimbra Neto.

Na portaria de instauração da correição, Salomão ressaltou a atribuição da Corregedoria Nacional de Justiça de realizar inspeções e correições para apuração de fatos relacionados ao conhecimento e à verificação do funcionamento dos serviços judiciais e auxiliares, independentemente da existência de irregularidades.

"Dentre as atribuições da Corregedoria Nacional de Justiça, está a de realizar correições para apuração de fatos determinados relacionados com deficiências graves dos serviços judiciais e auxiliares, das serventias e dos órgãos prestadores de serviços notariais e de registros", diz a portaria.

O documento também cita informações prestadas pelo Supremo Tribunal Federal para justificar a correição na Vara. 

Afonso de Souza disse:
10 de novembro de 2022 às 05:33

Ou seja, uma inspeção de rotina, mas colicada na matéria de uma forma a tentar levantar suspeitas do leitor sobre o Bretas.

Afonso de Souza disse:
10 de novembro de 2022 às 05:33

Ou seja, uma inspeção de rotina, mas colicada na matéria de uma forma a tentar levantar suspeitas do leitor sobre o Bretas.

olhovivo disse:
10 de novembro de 2022 às 09:15

Atores, cantores, artistas de circo e, em especial, políticos, não só podem como devem aparecer perante os holofotes para ascender em suas carreiras. Entretanto, em se tratando de juízes e procuradores, qual é a necessidade de exibicionismo em suas funções? A fixação destes em aparecer acaba dano nisso, atraem para si casos sob os holofotes só pra aparecerem e o resultado é a incompetência, a parcialidade e a suspeição. No final, ou é corregedoria neles ou pulam fora da carreira para, aproveitando-se do estrelato, galgarem carreiras na política.

Afonso de Souza disse:
10 de novembro de 2022 às 15:44

Ele só fez o trabalho dele.

A quem acha que engana, soldadinho?

Afonso de Souza disse:
10 de novembro de 2022 às 15:44

Ele só fez o trabalho dele.

A quem acha que engana, soldadinho?

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também