A partir de 2023, o Judiciário, os advogados e os jurisdicionados terão de buscar o equilíbrio e se adaptar a uma nova realidade, que não poderá ser exclusivamente virtual, mas também deve ser presencial.

A importância da volta dos julgamentos presenciais, sem deixar de lado o uso da tecnologia, foi destaca pelo advogado Rui Celso Reali Fragoso, ex-presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp). Ele esteve presente no lançamento da 12ª edição do Anuário da Justiça São Paulo, no início deste mês de novembro, na sede do TJ-SP.
Conforme o advogado, os julgamentos a distância facilitam o trabalho do advogado que precisa comparecer a audiências no interior, por exemplo. Por outro lado, "é muito importante para o advogado ter um contato com o julgador" — vê-lo, estar próximo, conversar etc.
"A advocacia tem que estar muito presente para reivindicar a sua permanente presença frente aos juízes e aos desembargadores, especialmente na defesa do jurisdicionado", pontuou.
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