Justiça 4.0

Pnud abre vaga para consultoria de planejamento estratégico de missões internacionais

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) seleciona uma pessoa para atuar como consultor de planejamento estratégico de missões internacionais para o Programa Justiça 4.0. O contrato é de 18 meses, remoto, e não há exigência de dedicação exclusiva.

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O contrato é de 18 meses, remoto, e não há exigência de dedicação exclusiva

O objetivo da consultoria é planejar um ciclo de até 10 missões internacionais a serem realizadas ao longo do contrato, para a disseminação de boas práticas, troca de experiências e estabelecimento de acordos com instituições judiciárias ou de pesquisa e inovação sobre boas práticas judiciárias. A pessoa contratada também será responsável por elaborar as agendas das visitas e relatórios de resultados.

O planejamento das missões deve evidenciar as melhores possibilidades de compartilhamento das boas práticas e resultados do desenvolvimento de ferramentas tecnológicas construídas pelo Programa Justiça 4.0.

É um requisito graduação em Relações Internacionais, Direito, Ciências Sociais, Ciências Humanas ou áreas afins. Também é necessário experiência de pelo menos um ano de trabalho em gestão de projetos, articulação institucional ou pesquisas relacionadas ao Poder Judiciário.

As pessoas interessadas devem enviar currículo, formulário de oferta e proposta financeira até 14/02. Para mais informações sobre o processo seletivo e como elaborar uma proposta financeira para a consultoria, acesse o link . Para acessar o termo de referência completo da consultoria, clique em ‘negotiation documents’, na parte inferior esquerda da página.

Justiça 4.0
Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 é fruto de um acordo de cooperação firmado entre o Conselho Nacional de Justiça e o PNUD, com apoio do Conselho da Justiça Federal, Tribunal Superior Eleitoral, Superior Tribunal de Justiça e Conselho Superior da Justiça do Trabalho. O objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes e acessíveis à população. Com informações da assessoria de imprensa do Conselho Nacional de Justiça.

Luana Lisboa

é repórter da revista eletrônica Consultor Jurídico.

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